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22 de janeiro de 2011

SUPERVULCÃO YELLOWSTONE  ESTÁ ACORDANDO

SUPERVULCÃO YELLOWSTONE  ESTÁ ACORDANDO

Mundo Além - Programa DA TVCEI - VÍDEO

Mundo Além




O programa Mundo Além vira sucesso por onde passa! Confira nesse vídeo, o programa número 1, de uma série de 24 episódios. Caso você trabalhe em alguma operadora de TV e queira que o programa Mundo Além faça parte de sua programação, basta entrar em contato com o setor de comunicação da TVCEI.



1- CRIANÇAS PODEM VER ESPÍRITOS



2- AVERSÃO GRATUITA ENTRE AS PESSOAS - PORQUÊ ?



3- PSICOGRAFIA - PORÉM ESPECULAR - LIDA APENAS NO ESPELHO



4- DIVALDO CONTA-NOS UM MOMENTO DE EXTREMA DIFICULDADE



5- MUSICA MEDIÚNICA DE NOEL ROSA



6- CHICO XAVIER CONTA-NOS UMAEXPERIÊNCIA ENGRAÇADA DENTRO DE UM AVIÃO


 
 

A Era do Espírito



A Era do Espírito

Amílcar Del Chiaro Filho



Indubitavelmente vivemos a Era do Espírito. Os que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir, percebem claramente o espírito se derramando sobre toda a carne, como previu a própria Bíblia. O Espiritismo, embora não se dizendo o único caminho, e nem a única verdade, percebe mais claramente essa verdade, e antecipa de mais de um século o movimento Nova Era.



O Espiritismo tem uma força, um vigor extraordinário, e se lhe cerceiam a liberdade em algum lugar, ele contorna o obstáculo e aparece mais à frente. Ouçam o que escreveu Allan Kardec sobre a força do Espiritismo na Revista Espírita de novembro de 1861:



“A força do Espiritismo tem duas causas preponderantes. A primeira é a que torna felizes os que o conhecem, o compreendem e o praticam. Ora, como há muita gente infeliz, ele recruta um exército inumerável entre os que sofrem. Querem lhe tirar esse elemento de propagação? Que tornem os homens de tal modo felizes, moral e materialmente, que estes nada mais tenham a desejar, nem neste, nem no outro mundo. A Segunda é que ele não repousa na cabeça de nenhum homem que possa ser derrubado; não tem um foco único que possa ser extinto; seu foco está em toda parte, porque em toda parte há médiuns que podem comunicar-se com os espíritos; não há família que não os possua em seu seio e que realizam essas palavras do Cristo: vossos filhos e vossa filhas profetizarão e terão visões”.



Este pronunciamento feito em 1861 ainda é muito válido e nos mostra o caráter consolador e iluminador do Espiritismo. A felicidade é o objeto de procura constante da humanidade. O Espiritismo dá essa felicidade, mas não porque oferece bens e vitórias materiais, curas milagrosas, fenômenos chocantes que ensombram a razão, mas sim porque revela ao homem a sua origem e seu destino. Ele não oferece riquezas, títulos, posses, mas conduz o homem para dentro de si mesmo.



Conhecendo o porquê da vida e a sua destinação, ele não torna o homem conformista, porém, tira-lhe a ansiedade e faz com que se desapegue das coisas materiais, para evoluir e conquistar as coisas transcendentais.



O espírita deixou de ser profano e místico para ser cósmico. Embora valendo-se das coisas do mundo, não se prende a elas, e fica livre para o seu vôo transcendental rumo às estrelas.



Embora a Doutrina seja dos espíritos, como afirmou Allan Kardec, ela é também humana, pois o próprio Kardec foi um dos seus elaboradores, e homens de bom senso, como Leon Denis, Delane, Geley, Bozzano, Carlos Imbassahy, Deolindo Amorim, Herculano Pires e muitos outros vem contribuindo para as formulações doutrinárias. Como disse o próprio Kardec, seu foco está por toda parte, porque, por toda parte existem médiuns e espíritos.



Estamos encerrando o ano de 2002 e temos grandes esperanças que o mundo entre pelos caminhos da paz, da justiça social, da solidariedade. O homem terá que perceber que precisa parar de destruir o meio-ambiente e canalizar as fortunas gastas em armamentos, para solucionar os graves problemas que afetam as nações pobres.



Guardemos a certeza que em 2003 estaremos em plena construção de uma nova era de paz e realizações.



A Criança e o Mundo



A Criança e o Mundo



Amílcar Del Chiaro Filho






Vivemos num mundo globalizado onde o egoísmo alcança níveis insuportáveis. Para muitos, a luta pela sobrevivência consome todas as suas forças, pois perderam emprego e esperanças. Mas, a nossa esperança de construir um mundo melhor não acaba, mas precisa estar bem alicerçada, para que o edifício da fraternidade seja sólido e firme.






O alicerce deste edifício deverá ser a educação. Porém não apenas a instrução, mas também a educação moral, e de uma moral praticada, vivida, valorizada.






A maioria das pessoas acreditam que as nossas esperanças de construir esse mundo novo está na criança. Todos concordam que a criança é o futuro. Mas não haverá futuro se não cuidarmos delas agora. Não é possível adiar por mais tempo as medidas necessária de apoio e amparo à criança.






Como podemos esperar que os futuros cidadãos sejam bons e fraternos se descuramos do seu presente? Não podemos permitir que muitas delas continuem sendo aviltadas, exploradas em trabalhos duros, que as impedem de freqüentar a escola, ou prostituídas, seduzidas por traficantes de drogas, usadas em assaltos.






A esperança da paz está na criança. Mas como ela será pacífica se é induzida à violência pela televisão, histórias em quadrinhos e pelos brinquedos em forma de armas, ou mesmo por conviver com a violência no lar ou nas ruas? Qual é a paz das crianças que tem que sobreviver nas guerras das ruas, e das guerras verdadeiras, em tantos países do mundo, onde elas são as maiores vítimas, juntamente com os idosos ?






O mundo precisa saber que existem crianças e adolescentes lutando em revoluções e guerrilhas em várias partes do planeta. Permitir isto é confiá-las ao mal, é roubar-lhes as esperanças. Se já é triste ver adultos se estraçalhando em guerras, mais triste ainda é ver essas crianças portando armas realmente assassinas.






Toda criança é um apelo mudo ao universo adulto. Elas nascem com uma mensagem de Deus que precisamos decodificar.






Embora tenhamos esboçado esse quadro contristador, temos, não esperanças, mas a certeza, de que este mundo novo será uma realidade, e tão mais rapidamente quanto mais esforços fizermos para construi-lo.






Em nome das crianças do mundo suplicamos amor. Não apenas afagos e carícias, brinquedos e viagens, mas também a luz do entendimento, a educação, bons exemplos, palavras amigas, bondade. Não façamos delas estatuetas para exibir aos parentes e amigos. Toda criança é bela, pois não existem crianças feias.






A criança chega ao mundo completamente dependente. Se a mãe não colocar o peito em sua boquinha ela perece de fome. Mas ela vem em nome de Deus para aprender com os adultos, especialmente os pais e avós, a humildade, o devotamento, o amor ao trabalho, o perdão e a fé.






Como espíritas e reencarnacionistas, sabemos que a forma infantil guarda um espírito adulto, que já tem armazenado um grande patrimônio de coisas boa e ruins. Muita coisa fica registrado no íntimo do espíritos e se manifesta como tendências e vocações. Observar essas tendências e estimular as boas e corrigir as ruins é um dos maiores deveres dos pais e educadores.






Os pais tem, do zero aos sete anos, um campo fértil para semear o amor, o respeito, a bondade, estimular a criatividade e dar noções de cidadania. Dos 7 aos 14 essa facilidade vai diminuindo, e dizem muitos que após os 14 anos somente a dor tem forças para modificar o caráter.







Trabalho e Evolução



 
Trabalho e Evolução

Alberto de Souza Rocha



É conhecida uma estória de certo cidadão que, havendo partido desta vida, demorava-se na Erraticidade em absoluta e prolongada ociosidade, nada lhe sendo exigido que fizesse. Conta-se que tudo lhe sorria mas que, a certa altura dos acontecimentos, já implorava aos bons gênios que o retirassem daquele paraíso de contemplação, pois que se enfadara do ócio e da inutilidade. Só então soube que estava a rigor, mesmo nas estâncias do Inferno. A ociosidade era lhe o suplício...



- Meti Pai trabalha cem cessar E Eu também trabalho." - terá dito o Mestre dos Mestres. E em "O Livro dos Espíritos" (questão 676) muito apropriadamente lemos: "Sem o trabalho, o homem permaneceria na infância intelectual.”



Se for verdade que Deus prove as necessidades vitais de todos os seres, consoante o estágio evolutivo, a partir dos mais ínfimos, ria série irracional, preservando-lhes a vida dentro da lei da conservação, executam-nos por sua vez tarefas de indeclinável importância no balanço ecológico, integrando-se na grande equação da vida planetária, por desígnio providencial. Se os lírios não tecem a sua túnica nem os pássaros aram ou ceifam, nem por isso se furta à grande Harmonia que atesta a presença de Deus tia Natureza. A, palavras de Jesus não são um endosso à inação ou à imprevidência como se fossemos esperar o maná do Céu, ante, tinia advertência à avidez e a insofreguidão de quer, não confia rias benção do trabalho.



Trabalho é lei soberana em toda à parte. Através dele ,e equilibrara os Mundos. Espíritos soberanamente sábios, co-criadores divinos, regera a orquestra incessante tio infinito do, Espaço,. "- Meti Pai trabalha sem cessar. E Eu também trabalho"- Desçamos, roa entanto, da Paz das Estrela, ao no minguado plano terreno. Para mis, trabalho é toda a atividade produtiva material ou intelectual. Ocupação, esforço. Em física, a produção de movimento em um corpo por meio de unia força, a medir-se em quilogrâmetros o produto da intensidade dessa força pelo espaço percorrido.



Os homens, como se sabe, passaram do nomadismo para o sedentarismo há já tantos séculos. Com isso ao, pouco, se institucionalizou a atividade laborativa com a divisão do trabalho por nível e especialização. Costuma-se reconhecer u trabalho material (dispêndio de energia física) e o intelectual ou mental. Ainda no primeiro diz-se braçal (força brita do organismo) e/ou mecânico, quando passamos a associar a máquina, a partir da piai, simples dela,, a alavanca. Ou colocamos ainda, a nosso serviço, a força bruta dos irracionais. Sob outro sentido, temos ainda a considerar: o trabalho escravo; o servil; e o assalariado.



Muitos romances focalizam com ênfase o conceito que vigia antigamente com relação ao trabalho material. Para os patrícios romanos, por exemplo, constituía humilhação a contingência de ter que executar qualquer atividade laborativa. Viviam nas pelejas do campo esportivo, quando irai, Com o advento do Cristo nasceu uma mentalidade nova que deu dignidade ao trabalho. Paulo de Tarso marcou fundo a sua transformação quando renunciou aos bens de herança e se dedicou a tecer as próprias vestes. E o Espiritismo, por ser o próprio Cristianismo Redivivo, institui o dever do serviço por princípio. asseverando que ninguém é imune a esse dever. Nasce cota o Cristianismo e esplende com o Espiritismo o sentido ético do trabalho. Erige-se conto urna das leis naturais em seu alto valor social. A dignidade não está mais com o homem fátuo, sem trabalho. E a do trabalhador, do operário mais humilde em suas condições pessoais ao diretor de indústria ou ao intelectual da peita. Não advoga lucro imediato corri vistas ao supérfluo. Os bens decorrem do trabalho honesto, não mais da exploração do homem pelo homem. Não condena a riqueza bem constituída quando posta a serviço da coletividade. gerando empregos e contribuindo para a dignidade do homens. A igualdade absoluta de riqueza não é possível,cria para logo se rompida Tentada. Contrariaria a lei do mérito, do esforço próprio da, criatura, era contrafacção corria do menor esforço. O egoísmo, siri, é a chaga social a condenar-se. Herculano Pire, na tradução que fez de "O Livro dos Espírito em nota de rodapé (pág 275) declara: - O paraíso terrestre do marxismo equivale ao paraíso celeste dos beatos. O Espiritismo não aceita um extremo nem outro, colocando a, cousas em seu devido lugar".



A divisão em classes, era grupos de atividade,, em especialidades, com Ford e Ta Taylor à frente. dá muita importância ao sentido cooperativista, à integração do trabalhador rio campo e sobretudo da indústria. Mas o Cristianismo do Cristo. diferente do Cristianismo dos homens, aquele que o Espiritismo procura reviver, dá um outro destaque, sem apelo, à luta de classes, serra ambições de supremacia a hegemonias de grupos. Essa ética pede agora respeito aos direito, individuais e das classes, abrangendo trabalhadores e dirigente,, com a solidariedade fraterna. Lembra a todos que junto aos direitos alegados estão também deveres recíprocos. “O Livro dos Espíritos", há mais de um século, fala dos direito, ao repouso, à aposentadoria, da assistência to desemprego. Chega a classificar de flagelo o desemprego. O trabalho não visa apenas à subsistência do lar, a nutrir os corpos e dar-lhes abrigo e lazer. Ele educa o homem, explicitando deveres, em se constituindo no melhor remédio contra toda sorte de pensamentos corrosivos da mente. É fundamental na vida do homem e da sociedade, com vistas à própria evolução. Evolvemos mesmo, podemos dizer, do trabalho material ao intelectual. A Humanidade como um todo e as gerações, no tempo, à medida que avançam, vêem cair percentualmente o índice de esforço material em favor da contribuição da inteligência. Na "Revue Spirite" (março 11564) encontramos a afirmação de Vaucansen - Espírito: "O homem é um agente espiritual que deve chegar, em período não distante, a submeter ao seu serviço e para todas as operações materiais a própria matéria, dando-lhe como único motor à inteligência, que se expande nos cérebros humano". E isso tem acontecido.



O Clarim – Junho de 1986



















O NOSSO ORBE



O nosso orbe

Antonio Paiva Rodrigues



Enquanto as penosas transições do século XX para o XXI se anunciam ao tinido sinistro das armas, as forças espirituais se reúnem para as grandes reconstruções do porvir.



Aproxima-se o momento em que se efetuará a aferição de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo, e natural é que recordemos o ascendente místico de todas as civilizações que surgiram e desapareceram, evocando os grandes períodos evolutivos da humanidade, com as suas misérias e com seus esplendores, para afirmar as realidades espirituais acima de todos os fenômenos transitórios da matéria. Falando em matéria, com o objetivo de se inteirar dos enigmas de suas propriedades, os homens através da ciência buscam incessantemente um caminho, um rumo, um azimute que os levem a concretizar seus aprendizados e transformá-los um dia em realidade. Só que Deus o Pai Maior não deu ao ser imperfeito esta qualidade, de descobrir todo este sistema que nos envolve e fascina. Os arqueólogos, os físicos, os químicos, os astrólogos, quando realizam alguma descoberta, esta representa apenas uma semente de mostarda, num emaranhado de enigmas que se colocados no écran maravilhoso, verão que um ser superior está acima de tudo. Laboratório de matérias ignescentes, o conflito das forças telúricas e das energias físico-químicos opera as grandiosas construções do teatro da vida, no imenso cadinho onde a temperatura se eleva, por vezes, a 2.000 graus de calor, como se a matéria colocada num forno, incandescente, estivesse sendo submetida aos mais diversos ensaios, para examinar-se a sua qualidade e possibilidades na edificação da nova escola de seres.



Na grande oficina surge, então, a diferenciação da matéria ponderável, dando origem ao hidrogênio. A atmosfera está carregada de vapores aquosos e as grandes tempestades varrem, em todas as direções, a superfície do planeta, mas sobre a terra o caos fica dominado por encanto. Pouca gente sabe e os que não por falta de leitura ou “ignorância” que as mãos de Jesus haviam descansado, após longo período de confusão dos elementos físicos da organização planetária. Estavam dados os primeiros passos no caminho da vida organizada. Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançara Jesus à superfície do mundo o germe sagrado dos primeiros homens. Jesus o governador planetário fazia assim surgir na terra os seus primeiros habitantes, no plano material, as células albuminóides, as amebas e todas as organizações unicelulares isoladas e livres, que se multiplicavam prodigiosamente na temperatura tépida dos oceanos. Elas se associam para a vida celular em comum, formando-se as colônias de infusórios, de polipeiros, em obediência aos planos da construção definitiva do porvir. Parecem confundidos nas profundidades do oceano, os reinos animal e vegetais. Os répteis surgem animais horrendos das eras primitivas. Tais criaturas deveriam ser aperfeiçoadas, uma justa aferição precisaria ser feita e assim o foi. Os tipos adequados a terra foram consumados em todos os reinos da natureza, eliminando-se os frutos teratológicos e estranhos. O reino animal experimenta as transições no período terciário. Compreendemos que Adão e Eva constituem uma lembrança dos Espíritos degredados na paisagem obscura da terra, como Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas. Os primeiros antepassados do homem sofreram processos de aperfeiçoamento da Natureza. Algumas raças antropóides, no plioceno inferior, estavam sob a orientação das esferas espirituais, tiveram sua evolução em pontos convergentes, e daí os parentescos sorológicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé da atualidade. Vale ressaltar que os antropóides são antepassados dos homens terrestre, e os ascendentes dos símios que ainda existem no mundo.O homem sílex foi auxiliado pelas forças espirituais, imprimindo novas expressões biológicas. O Neanderthal, reconhecendo nele uma espécie de homem bestializado, a paleontologia descobriu o homem fóssil, são um atestado dos experimentos biológicos a que precederam os prepostos de Jesus, até a fixação dos primatas.Através das sucessivas reencarnações os homens foram tomando a forma material em que estão hoje, uma transição perispiritual. Também as crianças, têm os defeitos da infância corrigidos pelos pais, que as preparam em face da vida, sem que, na maioridade, elas se lembrem disso. O grande Jesus participador ativo da construção do planeta um dia teria que vir provar e comprovar como estava o ser que ele ajudou a construí-lo e vejam o que aconteceu.

Evolução Espiritual Exige Esforço



Evolução Espiritual Exige Esforço


Helena Carvalho



Muitas das almas que se conscientizam da necessidade de promoverem urgentemente sua evolução espiritual não estão alertadas quanto aos esforços sobre-humanos que devem efetuar para a realização de tais desejos.



A maior parte costuma inclusive confiar aos "bons anjos" a abertura do caminho, dizendo até:



- O que tiver que ser, será.. Deus me abrirá as portas que julgar necessário.



Ou ainda:



- Se Deus achar que devo me dedicar às tarefas fraternas, ele mesmo me apontará o caminho.



Tal maneira de pensar é totalmente falsa. Jesus, há quase dois mil anos já nos advertia: "Estreita é a porta que conduz à Verdadeira Vida”.



Essa displicência representa até mesmo um perigo pois que, na espera do que possa acontecer, alguma abertura “lhe pode ser mostrada, mas, cuidado! (nem sempre por Espíritos amigos) para afastá-lo, isto sim, de seus bons propósitos no tocante ao seu esforço evolutivo, interessando-o por outras realizações de caráter material.



O Livro dos Espíritos traz-nos inúmeras respostas para estas questões, diante das quais concluímos que aquilo que vem pronto raramente abrirá caminho para o que quer que seja pois a Evolução é Lei para ser cumprida, atingida através de nosso esforço consciente e inteligentemente dirigido.



Já nos alertam os Espíritos Instrutores que tudo quanto representa um passo a mais para beneficio de nosso Espírito demanda muito trabalho e luta de nossa parte e que devemos analisar bem as coisas que se nos oferecem já "prontas".



Devemos traçar planos e orar. Assim, conseguiremos força e coragem para suplantar todas as formas de “atrapalhação” que nos costumam aparecer com a intenção de nos desestimular da arrancada ascensional. E é bom que os candidatos se alertem quanto a essas "atrapalhações" que não são meramente casuais mas dirigidas, na sua quase totalidade, por Espíritos invejosos, mesmo inimigos da criatura ou da Doutrina ou ainda das Forças Superiores da Criação.



Para dar cumprimento ao seu desejo de progredir espiritualmente, a criatura terá que se exercer sobre si mesma e sobre sua vontade, uma vigilância enorme buscando na prece freqüente (várias vezes ao dia) e na leitura do Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, efetuada em horas certas e em voz alta, o reforço de que carece para conseguir realizar aquilo a que se propôs.



Porque ao contrário do que imagina, coisa alguma se lhe cairá aos pés. Evolução é, muito ao contrário do que imaginam quase todos os que ainda não conhecem a Doutrina Espírita, Evolução é uma opção.



A Evolução Espiritual não é totalmente semelhante à Evolução Biológica que se efetua sem a conscientização das espécies.



O Espírito pode, sim, estar sujeito a uma renovação espiritual compulsória que se efetua quer ele queira ou não, porém de maneira dolorosa, pelos aleijões, pelas doenças pelas desgraças, enfim, pela Dor. No entanto, quando o ser já se torna capar de orientar esse movimento de revitalização moral, muito do que se chamava antes de "fatalidade" vai sendo afastado ou diminuído. em face da nova visão do problema evolutivo que o ser humano resolve inteligentemente abraçar, para promover ele próprio e conscientemente, a "subida" progressiva, rumo a redentorização moral.



Esforço e luta. Vontade firme. Saber porque deve avançar.



Eis o leme dos que descobriram a Verdadeira Vida.



Poluição e Psicosfera - Joanna de Ãngelis




 
Poluição e Psicosfera

Joanna de Ângelis (espírito)


Ecólogos de todo o mundo preocupam-se, na atualidade, com a poluição devastadora, que resulta dos detritos superlativos que são atirados nos oceanos, nos rios, lagos e "terras inúteis" circunjacentes às grandes metrópoles, como o tributo pago pelo conforto e pelas conquistas tecnológicas, desde os urgentes ingredientes e artefatos para a sobrevivência, às indústrias bélicas, às de explorações novas, às "de inutilidade" que atiram fora centenas de milhões de toneladas de lixo, óleos e resíduos em todo lugar.


Além dessas, convém recordarmos a de natureza sonora, dos centros urbanos, produzindo distonias graves e contínuas...


Os mais pessimistas, porém, prevêm a possível destruição da vida vegetal, animal e hominal como efeito dos excessivos restos produzidos pelos engenhos de que o homem se utiliza, e logo o esmagarão após transformar a Terra num caos...


Mais grave, demonstram os técnicos no assunto importante, é a poluição atmosférica, graças às substancias venenosas que são expelidas pelas fábricas em forma de resíduos, pelos motores de explosão a se multiplicarem fantástica, insaciavelmente, e os inseticidas usados para a agricultura...


Voluptuoso e desconsertado por desvarios múltiplos do homem, as máquinas avançam, dirigidas pela inconcebível ganância, desbastando reservas florestais e influindo climatericamente com transformações penosas nas regiões, então, vencidas...


O espectro de calamidades não imaginados ronda e domina com segurança muitos departamentos ambientais ora reduzidos à aridez...


Cifras assustadoras denotam o quanto se desperdiça na inutilidade—embora a elevada estatística chocante dos que se estorcegam na mais ínfima miséria, rebocando-se na coleta dos montes de lixo, a cata de destroços de que possam retirar o mínimo para sobreviver!—comprovando que no galvanizar das paixões, o homem moderno, à semelhança de Narciso, continua a contemplar a imagem refletida nas águas perigosas da vaidade e do egoísmo em que logo poderá asfixiar-se, inerme ou desesperado. No entanto, irrefletido, impõe-se exigências dispensáveis, a que se escraviza, complicando a própria e a situação dos demais usuários dos recursos da generosa mãe-Terra.


Nesse panorama deprimente, e para sanar alguns dos males imediatos e outros do futuro, sugestões e programas hão surgido preocupando as autoridades responsáveis pelos Organismos Mundiais, no sentido de serem tomadas providências coletivas e salvadoras urgentes. Algumas já estão sendo postas em prática, embora em número reduzido, tais o reflorestamento; a ausência de tráfego com motores de explosão em algumas cidades uma vez por semana; a tentativa da industrialização do lixo, com aproveitamento de energia, adubos e outros; controle no uso de pesticidas na lavoura; técnicas não poluentes com o fim de gerar energia; as áreas verdes na cidades; a segurança por meio de controle das experiências nucleares, a fim de ser evitada a contaminação . . .


Afirma-se que por onde o homem e a civilização passam ficam os sinais danosos da sua jornada, em forma de aridez, destruição e morte.


As grandes Nações materialmente, estruturadas e guindadas ao ápice pela previsão futurológica de mentes e computadores que prometiam tudo resolver, fazendo soberbas e vãs as criaturas, foram surpreendidas, há pouco, pelas conseqüências gerais da própria impetuosidade, no resultado da guerra no Oriente Médio, fazendo-as parar e modificando, em muitas delas, as estruturas e programas, previsões e soberania pelas exigências do deus petróleo em que estabeleceram as bases do seu poderio e das suas glórias, decepcionadas, atônitas..


Algumas tiveram a economia abalada, padecendo crises que resultaram do gravame geral, modificando a política interna e externa, num atestado de nulidade quanto aos compromissos humanos assumidos, à segurança e precariedade das humanas forças.


Como resultado, apressam-se as negociações internacionais por acordos diplomáticos e conchavos político-econômicos, enquanto a fome, campeando desassombradamente, confirma a falência dos cálculos e das fantasias materialistas, visivelmente per turbadas no testemunho dos seus líderes em convulsas transações com que tentam reequilibrar o poderio avassalado, quando, não, perdido ..


O poder de um dia. qual efêmera glória, sempre muda de mão e local, fazendo oscilarem, mudarem de rumo os interesses e as supostas proteções, fruto, indubitavelmente, de uma poluição descuidada—a de natureza moral!


A força e a grandeza de alguns povos até há pouco mandatários da Terra cederam lugar aos potentados reais, que se demoravam desconsiderados e as exigências da fome ameaçadora e voraz os situou como as legitimas potências que são disputadas, após o deus negro: o arroz, o trigo, o milho e o sorgo cujos celeiros, quase vazios no mundo, deles necessitam com urgência para a sobrevivência dos seres


Todavia, o homem ingere e disparate mais terrível poluição, venenosa quão irrefreável graças ao cultivo de lamentáveis atitudes em que persevera e se compraz: referimo-nos à poluição mental que interfere na ecologia psicosférica da vida inteligente, intoxicando de dentro para fora e desarticulando de fora para dentro.


Estando a Terra vitimada pelo entrechoque de vibrações, ondas e mentes em desalinho, como decorrência do desamor, das ambições desenfreadas, dos ódios sistemáticos, as funestas conseqüências se faz em presentes não apenas nas guerras externas e destrutivas, mas também nas rudes batalhas no lar, na -família, no trabalho, nas ruas da comunidade, no comportamento. Intoxicado pela ira, vencido pelo desespero que agasalha, foge na direção dos prazeres selvagens nos quais procura relaxar tensões, adquirindo mais altas cargas de desequilíbrio em que se debate.


A poluição mental campeia livre, favorecendo o desbordar daquela de natureza moral, fator primacial para as outras que são visíveis e assustadoras


O programa, no entanto, para o saneamento de tão perigoso estado de coisas, já foi apresentado por Jesus, o Sublime Ecólogo que em a Natureza, preservando-a, abençoando-a, dela se utilizou, apresentando os métodos e técnicas da felicidade, da sobrevivência ditosa nos incomparáveis discursos e realizações de que inundou a História, estabelecendo as bases para o reino de amor e harmonia, sem fim, sem dores, sem apreensões...


Nunca reagiu o Mestre—sempre agiu com sabedoria


Jamais se permitiu ferir -- deixou-se, porém crucificar,


Nenhuma agressão de Sua parte—facultou-se, no entanto, ser agredido.


Por onde passou, deixou concessões de esperança, bálsamo de reconforto, amenidade e paz. Seus caminhos ficaram floridos pelas alegrias e abençoados pelos frutos da saúde renovada.


Rei Solar, fez-se servo humilde de todos, mantendo-se inatingido, embora o ambiente em que veio construir a Vida Nova para os tempos futuros..


Repassa-Lhe a sublime trajetória.


Busca-O!


Faze uma pausa na terrível conjuntura em que te encontras e recorda-O.


Para toda enfermidade, Ele tem a eficiente terapia; para as calamidades destes dias, Ele tem a solução.


Ama e serve, portanto, como possas, quanto possas, quando possas.


A Terra sairá do caos que a absorve e voltarão o ar puro, a água cristalina, a relva repousante, o trinar dos pássaros, o fulgor do sol e o faiscar das estrelas em nome do Pai Criador e de Jesus, o Salvador Perene de todos nós.


(Após a Tempestade, psicografia de Divaldo Pereira Franco pelo espírito de Joanna de Ângelis)








































































































































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ÁUDIO BOOK - ROMANCES - DRAMATIZAÇÃO

"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
Minisérie Nosso Lar, uma adaptação para radionovela.
Produção LBV, direitos autorais FEB.
Capítulos
Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
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Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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