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10 de julho de 2011

SUPERANDO A DOR A DOR DE ENTES QUERIDOS



SUPERANDO A DOR A DOR DE ENTES QUERIDOS

Perder um ente querido significa um dos momentos mais difíceis da existência humana. A dor da separação daqueles que amamos pode ser definida de inúmeras formas.



Alguns a descrevem como uma dor no coração indescritível, outros dizem sentir uma sensação de vazio como se a alma estivesse despedaçada, há aqueles também que custam a querer acreditar no que aconteceu.



O fato é que a dor da perda não pode ser evitada, mas a maneira de encarar a situação e a compreensão de que a morte não existe pode ajudar as pessoas a passarem por este momento doloroso.



A crença na vida após a morte e que a separação é passageira, diante da eternidade, traz um grande consolo no momento da partida daqueles que amamos. Outro aspecto importante que a Doutrina Espírita ensina é que o desespero e a revolta diante desta perda podem prejudicar aqueles que partiram. A questão 936 de O Livro dos Espíritos diz: “Uma dor incessante e desarrazoada o toca penosamente, porque, nessa dor excessiva, ele vê falta de fé no futuro e de confiança em Deus e, por conseguinte, um obstáculo ao adiantamento dos que o choram e talvez à sua reunião com estes”.



O Espiritismo também recomenda a prece pelos entes queridos que partiram, para que seus corações possam se sentir aliviados. O Evangelho Segundo o Espiritismo traz uma coletânea de preces e fala da importância da oração pelos que acabam de deixar a Terra como forma de ajudar no desligamento do espírito, tornando seu despertar no Além mais tranqüilo e breve. “Vós que compreendeis a vida espiritual, escutais as pulsações de vosso coração chamando esses entes bem-amados, e se pedirdes a Deus para os abençoar, sentireis em vós essas poderosas consolações que secam as lágrimas, essas aspirações maravilhosas que vos mostrarão o futuro prometido pelo soberano Senhor”.



Além da busca do consolo espiritual é preciso aprender a lidar com a perda do ente querido. Para compreendermos melhor como trabalhar interiormente esse momento tão difícil e doloroso, entrevistamos a psicóloga Kátia Flock, que é vice-presidente da ABRAPE (Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas) e apresentadora dos programas Alquimia da Mente e Despertar para a Vida, na Rede Boa Nova de Rádio.



Como você, psicóloga e espírita, analisa a questão da perda de entes queridos? Acredito que o indivíduo que tem conhecimento da existência da vida após a morte aprende a lidar muito melhor com a questão da perda de entes queridos, porque tem uma concepção diferente dos demais, sabe que a perda é apenas física e transitória. Então, quando a pessoa passa por essa situação, muitas vezes de uma forma inesperada ou brutal e tem a crença nos valores espirituais, consegue viver esse período de luto com maiores condições de enfrentar o distanciamento.



Quer dizer, então, que a pessoa que possui fé e crença na vida após a morte lida melhor com a separação?



A pessoa que crê na existência da vida após a morte e passa pela dor da perda de um ente querido, lida melhor psicologicamente e emocionalmente com a morte. O individuo que não tem essa concepção da existência espiritual, acaba vivendo esse distanciamento de uma maneira pior e de forma conflituosa, por não acreditar na possibilidade de reencontrar a pessoa que partiu.



Com a dor da perda, o psiquismo sofre muitos danos e se existir uma ligação muito forte entre esses, a pessoa acaba vivendo com um grande drama. Muitas, até, não conseguem se curar quando perdem seus entes queridos; continuam sofrendo muitos anos com a mesma dor.



Além do aspecto espiritual, como podemos trabalhar psicologicamente a dor da perda?



Nós temos que analisar o que é a perda. Ela significa não podermos mais compartilhar com aquele indivíduo que é muito importante em nossa vida. Todos nós temos pessoas importantes em nossas vidas, mas se estivermos mais preparados e desenvolvermos o



autoconhecimento, aprenderemos a trabalhar melhor com os momentos difíceis. Muitas vezes existe uma dependência emocional muito grande entre elas e a perda parece brutal, até mesmo, desesperadora. Então, uma forma de lidar melhor com essas situações é a busca da psicoterapia. Por intermédio do tratamento, acaba entrando em contato com suas potencialidades internas e desenvolvendo a auto-estima, pois em geral, as pessoas muito dependentes das outras são pessoas que não confiam em si mesmas.



O autoconhecimento é uma ajuda para tudo na vida do ser humano, porque as perdas, as dificuldades e as frustrações existem e vão existir sempre. Mas a pessoa aprende, dessa maneira, a ter subsídios emocionais e afetivos suficientes para enfrentar as perdas em geral; aprende a canalizar o seu amor também para outras pessoas.



Desabafar sobre os problemas pode ajudar?



Sim. Falar, expressar seus sentimentos pode ajudar muito, mas apenas isso não resolve totalmente a questão. O tempo também ajuda a pessoa a enfrentar a situação.



É importante que aconteça a comunicação, porque o indivíduo muitas vezes acaba entrando em um estado de isolamento e se distanciar não é a maneira mais adequada de solucionar o problema. Negar, jamais deve ser o caminho de resolução de uma questão, e evitar falar é fugir.



A dor da perda leva muitas pessoas para os consultórios dos psicólogos?



O ser humano não foi criado para viver a dor, foi criado para viver o prazer, e desde criança aprendemos a lidar com a vida cheia de prazeres. Por isso que muitas vezes vemos os jovens com grandes frustrações e decepções, buscando até as drogas para fugir, exatamente porque não foram educados para vencer as dificuldades.



A maioria dessas pessoas que procuram os consultórios chegam em grande dor, até mesmo em desespero. E a dor se simboliza através de uma depressão, onde a pessoa não quer viver mais já que perdeu um ente querido. Nós chamamos esse período de depressão por luto. E através das sessões terapêuticas a pessoa vai percebendo que a grande dor dela foi de não querer aceitar que ela consegue viver sozinha; não acreditava até então que poderia viver sem aquela pessoa e vai começar a compreender que pode.



Para encerar, deixe uma mensagem.



O importante é perceber os bons momentos que vivemos com esse ente querido. Além disso, tentar entender que nada acontece ao acaso, tudo tem uma finalidade e se a separação ocorre, ela causa um grande impacto, mas temos que guardar um bom sentimento e sabermos que a caminhada foi importante enquanto estivemos juntos e que a separação não é o fim. Existe a possibilidade do reencontro.



Nós aprenderemos a lidar melhor com essa separação se tivermos a certeza de que ela é transitória. Todos nós partiremos um dia para o plano espiritual. Lidar com a morte não é nada fácil, porque é conviver com a perda. O enfrentamento vem a partir do momento em que tentamos aproveitar a presença de nossos entes queridos enquanto estão conosco, demonstrando carinho e amor, para quando partirem, não sofrermos tanto. Mas o que resta quando esse ente desencarna é lembrar desses bons momentos e ter a certeza de que a perda não é permanente, é apenas transitória. É um período de afastamento.



A pessoa deve tentar levar sua vida adiante, porque quando ficamos presos demais à perda, no futuro acabamos tomando conhecimento de que não vivemos a própria vida e sim, a vida do outro.



A pessoa que sofre a dor da perda de um ente querido não deve depender emocionalmente de uma mensagem psicografada. Apesar de muitas vezes servir como consolo, a pessoa precisa criar forças em seu próprio mundo interior.



Participando de grupos de apoio



A pessoa deve tentar levar sua vida adiante, porque quando ficamos presos demais à perda, no futuro acabamos tomando conhecimento de que não vivemos a própria vida e sim vida e sim, a vida do outro.



Segundo os depoimentos que ouvimos de muitas pessoas que perderam seus entes queridos, desabafar sobre o assunto é muito importante. “É como se tivéssemos nosso ente querido perto de nós novamente por alguns instantes”, nos relatou um dos entrevistados.



Existem alguns centros espíritas que oferecem esse tipo de apoio a esses familiares. Entramos em contato com dois deles. O centro espírita A Caminho da Luz, no bairro da Água Rasa, em São Paulo, mantém um grupo que recebe o nome Gotas de Amor, voltado aos pais que perderam seus filhos. O grupo se reúne para a leitura do Evangelho, passes, apoio às mães e psicografia. As voluntárias também orientam as gestantes e auxiliam na confecção de enxovais.



Outro local que possui um atendimento voltado às pessoas que perderam seus entes queridos é o centro espírita Perseverança, no bairro Santa Clara, zona leste de São Paulo. Entrevistamos Vilma Faria, coordenadora do grupo. O trabalho consiste em palestras e passes, depoimentos de pessoas que já vivenciaram a mesma dor, sessões de psicografia e auxílio nas obras sociais da casa. Vilma nos relatou, também, que perdeu seu filho há 25 anos, e como é ajudar outras mães que estão passando pela mesma situação. “Eu me encontrei na Doutrina Espírita e aprendi a olhar mais para a dor dos outros”, relata.



Seu filho, Moacyr Júnior, desencarnou em um acidente de moto aos 17 anos. Depois da perda ela passou a freqüentar o centro espírita Perseverança e lá recebeu diversas psicografias. Algumas dessas mensagens constam em livros como Motoqueiros do Além e Vozes da Outra Margem. Passou também a freqüentar o grupo de mães e hoje, como coordenadora, diz que tenta passar tudo aquilo que aprendeu para outras pessoas que estão passando pela dor. “Acima de tudo, devemos amar a Deus e jamais devemos nos entregar ao desespero. É através da vontade de servir a Jesus e ao próximo que aprendemos a sobreviver, apesar da dor, e muitas vezes não é preciso ir longe para isso; pode haver alguém de nossa família precisando de nossa ajuda”, reflete Vilma.

Palestra Ilusões com Luiz Antonio Ferraz

Palestra Ilusões com Luiz Antonio Ferraz http://youtu.be/fo3-A-SlHDY

A ESCRAVIDÃO ESTÁ NA MENTE



A ESCRAVIDÃO ESTÁ NA MENTE



Uma bem conhecida sentença em um dos Upanishads, afirma que a mente, por si só, é causa, tanto da escravidão, como da libertação do homem. A maioria das pessoas acreditam que está presa pelas circunstâncias e agem como se fossem vítimas, porque não compreendem as forças e condições existentes em torno delas. O homem primitivo, que observava o relâmpago e o trovão, o desaparecimento do sol e a descida da escuridão sobre a terra e vários outros fenômenos, sentia-os como ameaças e que ele devia apaziguar os deus e, para isso, recorrer a feiticeiros, aprender encantamentos, erigir colunas totêmicas e fazer todo tipo de coisas para afastar o mal que ele acreditava pudesse sobrevir. Os mesmos fenômenos, vistos pelo homem moderno, não geram nele mais o medo, porque o conhecimento o fez compreender as leis e forças operando por detrás dos fenômenos.







Há uma teia de forças na natureza que cria as condições nas quais as pessoas vivem. Elas incluem forças como a gravidade, a eletricidade e o magnetismo. O homem sabe como essas forças funcionam e é capaz de predizer as condições que serão criadas. Pode controlar as circunstâncias em torno dele, alterando e regulando tais leis. O conhecimento habilita-o a mudar as condições e a não considerar a si mesmo como vítima delas. Esta é a posição do homem agora em relação àquela parte do mundo fenomênica que passou a compreender.







Vôos à Lua e comunicação através de satélites com distantes partes da terra são maneiras de conquistar o ambiente. Mas o conhecimento do homem, mesmo agora, pertence a um campo muito limitado. Os homens brilhantes que podem manipular a natureza e neutralizar as forças de gravidade, etc., são também vítimas das circunstâncias no campo psicológico. A ignorância torna-os temerosos e inseguros e tão escravizados pelas forças interiores, quanto o homem primitivo o era em relação às forças externas, físicas. No campo psicológico também, as forças criam as condições e aquele que quiser ser livre e destemido, deve compreender as leis que operam. Uma das três grandes verdades proclamadas no livro “O Idílio do Lótus Branco”, declara: “CADA HOMEM É SEU ABSOLUTO LEGISLADOR, O DISPENSDOR DE GLÓRIA OU ESCURIDÃO PARA SI MESMO, O DECRETADOR DE SUA VIDA, RECOMPENSA E PUNIÇÃO”.



Em outras palavras, cada homem cria as condições ao seu redor, o seu carma. A escravidão nada mais é senão a prisão construída pelas forças-cármicas que cada um cria. A escrividão diz-se estar no ciclo de nascimentos e mortes, a compulsão para o sofrer. São modos diferentes de afirmar a mesma coisa.







A maioria das pessoas acredita que pode escapar das conseqüências de seus atos, mentais e físicos. Existem algumas que reconhecem, pelo menos teoricamente, que não é possível escapar das conseqüências das forças que liberam, mas não crêem realmente nisso. Se acreditassem no carma, seriam extremamente cuidadosas acerca de tudo o que fazem, o que pensam e sentem, seu relacionamento com as outras pessoas e assim por diante. A fraqueza da crença é tornada evidente pela negligência na conduta. È possível escapar às conseqüências de um ato no mundo físico durante o curso de uma vida. No caso de uma pessoa que rouba, ela pode ser presa imediatamente ou sua falta pode permanecer encoberta durante muito tempo; mas não pode escapar dos resultados indefinidamente, pois “os moinhos de Deus moem lentamente”, trituram até pedaços extraordinariamente pequenos. No entanto, o que é mais sério não é a descoberta do roubo e a pessoa ser presa, mas o efeito da conseqüência imediata no campo psicológico.







Aquele que engana outra pessoa e pensa que pode ir embora, ilude-se dolorosamente. Muitas pessoas encobrem fatos ou os deturpam ao relatá-los, pretendendo serem diferentes do que são. Não é raro se mostrar uma face diferente sob circunstâncias diferentes. Tudo isso acontecem porque no fundo da mente há um sentimento de que se pode escapar. Na verdade, porém, há um efeito imediato quando há qualquer ação. Quando há um ato de enganar, dá surgimento a um certo “momento” na psique da pessoa. Esta é a a imediata, mas invisível conseqüência. Há muitas coisas na psique que não são percebidas. Há as memórias conscientes e também as inconscientes. Se você encontra alguém a quem não vê ou na qual você não pensa há anos em sua mente consciente, pode não haver memória dessa pessoa, se ela é desta ou daquela maneira. Tudo desaparece. Posteriormente você a encontra e a reconhece. Esse reconhecimento significa que, embora a mente consciente não mantivesse nenhuma memória, a inconsciente manteve-a e essa recordação veio à superfície. O reconhecimento implica em comparar como agora ela aparece, seu comportamento, seus gestos, etc.







Contudo, há memórias mais profundas. As pessoas têm recordações da infância que estão além da lembrança, exceto sob hipnose ou em momentos de crise. Atrás do limiar da memória consciente há toda um área, como um iceberg oculto. Se a energia é liberada na psique, o “momento” também pode submergir abaixo do nível consciente. Quando há uma oportunidade adequada, ele consegue manifestar-se. Por exemplo, quando uma ação é fraudulenta, como dissemos antes, um “momento” é criado, que pode estar oculto e dormente, abaixo do nível consciente. Num determinado instante, transforma-se num impulso para fazer o mesmo tipo de coisa. Isto torna-se um círculo vicioso, de escravidão; a ação que cria a tendência, a tendência que impele à ação, seja ela de fraude, medo ou inveja, ou uma mistura de vários tipos.







No ser humano existem inúmeras tendências “empurrando” a pessoa indiretamente, queira ou não, saiba ou não. Quando uma pessoa sofre de timidez ou medo, cada sombra a faz sentir que pode haver um inimigo oculto. Quando há orgulho, um homem imagina que há intenção de ofendê-lo, mesmo diante de uma afirmação inocente a seu respeito. Além disso, a mente inconsciente conecta o sentimento com características externas pertencentes a outra pessoa, de quem o perigo ou o insulto é pensado decorrer. Assim, as pessoas têm reações compulsivas contra negros ou brancos, judeus, etc. e contra todos os tipos de coisas. “Momento”, tendências e compulsões vêm à tona no campo da ação, não apenas do passado recente mas das profundezas até de nossa natureza animal. A maioria das pessoas age de acordo com esse profundo condicionamento.











Enquanto há compulsão de dentro, um “momento” sobre o qual não há



Controle, não há liberdade de modo algum. É a escravidão que a mente cria, porque está num estado de não apercebimento, já que não se dá ao trabalho de descobrir o que está acontecendo a si mesma.







Os condicionamentos da mente criam enormes problemas – de cor, nacionalismos, diferenças raciais, etc. Por causa desse condicionamento existente, ela identifica-se com a família, a comunidade, a religião, etc. Mas a mente pode libertar-se se vê que está criando círculos dentro dos quais está escravizada. Não é necessário que alguém seja vítima de qualquer circunstância. Em lugar de criar “momentos” de insinceridade ou medo através do não-apercebimento, a pessoa pode gerar outras energias, tais como paciência, afeição e calma. Estas regras surgem através do apercebimento e têm uma qualidade de estabilidade. Não são reações.







Atrás da vigilância e do cuidado exercidos na vida diária, a pessoa pode começar a perceber o que é o estado de liberdade. Dentro da mente há possibilidades de escravidão, como de liberdade. Não se tem de rezar a algum Deus, encontrar um sacerdote, para libertar a si mesmo, mas apenas descobrir o que está profundamente no interior. O Bhagavad Gita fala do homem estável, que não é dependente, porque as circunstâncias não têm poder sobre ele. Isto é o que todos os seres humanos têm de aprender. Pela ativa vigilância, a pessoa cessa de ser vítima das condições e torna-se uma fonte de energia espiritual.

Rhada Burnier







Palestra Ilusões com Luiz Antonio Ferraz e Estudo sobre o livro Luz Imperecível com Haroldo Dutra Dias

Palestra Ilusões com Luiz Antonio Ferraz http://youtu.be/fo3-A-SlHDY Estudo sobre o livro Luz Imperecível com Haroldo Dutra Dias Estudo sobre o livro Luz Imperecível com Haroldo Dutra Dias realizado durante a Feira do Livro Espírita de 2009 em Belo Horizonte/MG Categoria: http://youtu.be/dl3hMPiZ7_c

André Trigueiro - O Homem e o Meio Ambiente - O desequilíbrio ecológico na visão espírita



André Trigueiro - O Homem e o Meio Ambiente - O desequilíbrio ecológico na visão espírita



V Simespe - André Trigueiro - O Homem e o Meio Ambiente - O desequilíbrio ecológico na visão espírita http://youtu.be/0Qc8Zgfalcw

O ÓDIO, A IGNORÂNCIA DO AMOR.



O ÓDIO, A IGNORÂNCIA DO AMOR.

Publicado por elizabeth caravaca em 29 março 2011 às 12:30 em Psicografias


O QUE NOS CONDUZ BEM OU MAL ENTRE UM PLANO AO OUTRO SENÃO DOIS SENTIMENTOS QUE EMBORA SE CONTRASTEM , QUANDO SE EXERCITAM SOBRE NOSSA ÍNDOLE DE MANEIRA INDISCIPLINADA . SIM MEUS AMIGOS AMOR E ÓDIO, TÃO DISTINTOS PORÉM TÃO ÚNICOS, SENTIMENTOS ESTES QUE EM DESEQUILÍBRIO NOS TRANSTORNA TANTO O CORAÇÃO TANTO EM VIDA FÍSICA QUANTO ESPIRITUAL.



O ÓDIO É SENÃO UM ESTÁGIO DO AMOR AINDA EM ESTADO IMATURO QUE INSISTE EM LESAR, EM CORROMPER, EM HUMILHAR E FERIR ÀQUELE COM O QUAL UM DIA IRÁ COMPARTILHAR O ÊXTASE DA FRATERNIDADE.



O ÓDIO É UM MAL INCOMPREENDIDO, É O AMOR AINDA NA INFÂNCIA QUE COMETE SEUS DESLIZES E , MAS QUE AO ATINGIR O CLÍMAX DA MATURIDADE , APÓS REEDUCAÇÃO SOFRÍVEL PELA DOR, SE CONVERTE APÓS TER SIDO ABSORVIDO E DISCIPLINADO NO SENTIMENTO MAIS EDIFICANTE AO ESPÍRITO DESABROCHANDO-SE EM CONDUTAS FRATERNAS - O AMOR!!!!



AMOR ESTE QUE UM DIA AGASALHOU-SE NAS ENTRANHAS MAIS PROFUNDAS DA ALMA E CUROU-SE DAS CHAGAS DEVASTADORAS DA IGNORÂNCIA, DO ORGULHO, DO APÊGO, DA ENFERMIDADE ALASTRANTE QUE SUFOCAVA A VIRTUDE DO AMOR DE FECUNDAR E ENRAIZAR-SE EM TEU SER CAUSANDO-LHE PRANTOS DE DOR.



O AMOR É A EVOLUÇÃO DO ÓDIO, QUANDO ESTE SE ENTREGA À COMPREENSÃO, À RESIGNAÇÃO, Á PERSEVERANÇA, À COMPLACÊNCIA DA MISERICÓRDIA E DO AMOR DIVINO, LIBERTANDO-SE DA MOLÉSTIA FATAL QUE DERIVA EM SOFRIMENTOS - O ORGULHO E EGOÍSMO.LIBERTANDO-SE DO CONTÁGIO PERECÍVEL DESTES MALES O SER ENCORAJA-SE PELOS HORIZONTES DA RENÚNCIA, DA INDULGÊ3NCIA, DA COMPAIXÃO, EXTERNANDO-SE ASSIM NOS PROCEDIMENTOS DAS AÇÕES SOMATÓRIAS DE EXITÊNCIAS À EXISTÊNCIAS VÃO SE APERFEIÇOANDO AO PROCESSO EVOLUTIVO ONDE SE DISCERNE MAIS SEGURAMENTE O QUE ESTAMOS CULTIVANDO EM NOSSO ÍNTIMO - VIRTUDES OU VICISSITUDES.



CRESÇAMOS POIS AMIGOS NO CAMINHAR DO AMOR, POIS ASSIM DISSOLVEMOS PAULATINAMENTE O ÓDIO TRANSFORMANDO-NOS EM SERES MELHORES APRIMORANDO NOSSAS VIRTUDES A FIM DE IR ELIMINANDO NOSSAS VICISSITUDES.



ESTE É O CAMINHO PARA DOMAR AS NOSSAS MÁS INCLINAÇÕES, SÓ ASSIM IREMOS CONSEGUIR SEPULTAR O ÓDIO DISSOLVENDO-O, HIGIENIZANDO NOSSO ESPÍRITO PARA FORTALECER ASSIM NOSSAS VIRTUDES DANDO VAZÃO PARA SE FIXAREM AO NOSSO VIVER EM NOSSAS ATITUDES, PENSAMENTOS E SENTIMENTOS NO DIA A DIA.



A FRATERNIDADE É UMA CONSTRUÇÃO ONDE A SERENIDADE, CONFIANÇA, FÉ, HUMILDADE E CARIDADE SÃO OS ALICERCES QUE BLOQUEIAM QUALQUER INVESTIDA NO INTUITO DE NOS DECLINAR DE MANTER NOSSA MORALIDADE EM HARMONIA.



LANCEMO-NOS POIS AOS INSTRUMENTOS QUE FERTILIZAM A AÇÃO PRODIGIOSA DO AMOR.



AÇÃO ESSA QUE SE CONCRETIZA NA PRÁTICA DA OPORTUNIDADE DE SERVIR, NA CARIDADE DE SORRIR, DE OUVIR, DE CONFORTAR, DE ESTIMULAR CORAÇÕES A SE REESTRUTURAREM.



NA CARIDADE DE ORAR PELOS ENCARNADOS E DESENCARNADOS, NA ASSISTÊNCIA SOCIAL DE UMA CASA RELIGIOSA, NO LAR PARA COM TEUS ENTES QUERIDOS, DOANDO COMPREENSÃO, RESPEITO, TOLERÂNCIA, PACIÊNCIA, CONFIANÇA, ESTENDENDO-SE AO TEU PRÓXIMO MAIS DISTANTE VIBRAÇÕES DE PENSAMENTOS QUE INIBAM A MALEDICÊNCIA, A VAIDADE, A AMBIÇÃO, A INVEJA, A AVAREZA, O RANCOR, OFERECENDO-OS A SUSTENTAÇÃO DA CARÊNCIA MATERIAL E PRINCIPAL MENTE ESPIRITUAL.



DAÍ SIM IRMÃOS QUERIDOS ESTAREMOS NOS LIBERTANDO DOS GRILHÕES QUE SUSTENTAM AS ANGÚSTIAS E AFLIÇÕES QUE NOS LIMITAM A NOS EXPANDIR ESPIRITUALMENTE E NOS APROXIMARMOS DA FELICIDADE BENÉFICA DESTE PLANO ENQUANTO QUE ENCARNADOS, SÓ ASSIM AMIGOS DEIXAREMOS DE SER IGNORANTES NO QUESITO AMOR E NOS CONSCIENTIZAREMOS QUE EMBORA TREVAS E LUZ CAMINHEM PRÓXIMAS UMA DA OUTRA, O ÁPICE DA TRAJETÓRIA EVOLUTIVA SERÁ INEVITAVELMENTE E COM A MISERICÓRDIA DO PAI DA VIDA A LUZ.



PORTANTO IRMÃOS , PAZ, LUZ E AMOR A TODOS OS CORAÇÕES!!!!

PALESTRA - O NOVO TESTAMENTO - HAROLDO DUTRA DIAS

Seminário "O Novo Testamento" 1ª parte com Haroldo Dutra Dias http://youtu.be/tsXVOT_ZAOg 1ª parte do Seminário "O Novo Testamento" com Haroldo Dutra Dias realizado no dia 24/10/2010 no 36º Mês de Kardec no Grupo Espírita Luz e Amor da cidade de Franca/SP Seminário "O Novo Testamento" 2ª parte com Haroldo Dutra Dias 2ª parte do Seminário "O Novo Testamento" com Haroldo Dutra Dias realizado no dia 24/10/2010 no 36º Mês de Kardec no Grupo Espírita Luz e Amor da cidade de Franca/SP http://youtu.be/idbC9TpyOXw

A SEXUALIDADE NA ÓTICA MULTIDIMENSIONAL



A SEXUALIDADE NA ÓTICA MULTIDIMENSIONAL


 




A sexualidade, na ótica multidimensional, representa a força motriz que encadeia o desenvolvimento do ser. Desde suas origens, o ser humano possui as duas forças: a masculina e a feminina, uma traduzindo os impulsos de domínio, força e gerenciamento da razão nas ações de aprendizado e experimentação, enquanto a outra amplia no ser a noção de afetividade, doçura, encantamento e receptividade.



Quando estas forças estiverem integralizadas, se manifestando de maneira equilibrada no ser, esta criatura terá ultrapassado os limites da reencarnação, não necessitando mais de entrar no mundo corpóreo, podendo existir tão somente nas regiões etéreas.



Os angélicos caminhos do amor puro se iniciam nas ações do sexo primitivo, desde a aglutinação dos cristais, passando pela polinização nas plantas, no domínio da cópula voraz dos animais.



Na verdade, a sexualidade não está nos órgãos nem no corpo, mas na alma, como força motriz da criatividade divina de que todo ser é dotado pelo Criador.

E ela transcende os umbrais da morte física, manifestando-se no espaço extrafísico.



Ranieri, no livro O Sexo Além da Morte, descreve cenas e seres dantescos, cuja manifestação sexual beira as raias da animalidade mórbida, enquanto a exuberante pena mágica de Chico Xavier, manejada mentalmente por Emmanuel, nos premia com cenas de pura afeição e de entrega absoluta na obra Renuncia, onde Alcione é o anjo que incendeia o peito oprimido de um sacerdote, adestrando-o na Arte de Amar.



Sob o ponto de vista energético, podemos dizer que os relacionamentos resultam em interações de corpo vital, etérico e astral. Quando dois seres interagem sexualmente, por algum tempo há uma intercessão entre os corpos de ambos, estabelecendo laços que não são rompidos com facilidade, permeando as ações dos dois até que dissolvam todos os pontos de identificação. Há relacionamentos em que a ligação dos corpos vitais é tanta que ao deixar o corpo um dos companheiros, o outro se desvitaliza, permanecendo descompensado por um período. Esse processo pode criar obstáculo em novos relacionamentos.



Há casos em que a relação permaneceu apenas no corpo vital, sem qualidade espiritual, não atingindo os níveis etéreos e astrais, o que pode causar situações adversas. Uma delas, é que descompensada, a criatura transcende a dimensão física, buscando através do sonho ou de devaneios, relacionar-se com aquele que se foi para a outra vida. Este tipo de busca pode enquadrar as duas criaturas no universo perigoso dos íncubos e súcubos, onde seres de pouca moralidade se satisfazem sexualmente, imiscuindo-se no universo dos que habitam a Terra para sugar suas energias.



No entanto, se na relação predominou a interação dos corpos etéreos e astrais, com os sentimentos monitorando o interesse físico, então o padrão energético será superior, facilitando o desligamento quando ocorrer a morte de um deles.




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"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
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Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
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Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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