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12 de julho de 2011

PALES ANTONIO CARLOS -A INF. ESPS. EM N. VIDAS/CLOVES N. TRANSCOMUNICAÇÃO/DR.HERNANI.G. A.

Antonio Carlos de Souza - A influencia dos espiritos em nossas vidas Palestra com Antonio Carlos de Souza - A influencia dos espiritos em nossas vidas, realizada no C.E. amor, Luz e Verdade em Auriflama-SP Alamar Régis e Clóvis Nunes falam sobre Transcomunicação Em 1997 Alamar entrevistou o grande pesquisador Clóvis Nunes, em seu programa Espiritismo via Satélite, em Salvador, e o programa teve uma repercussão enorme. O assunto era a TRANSCOMUNICAÇÃO, ou seja, comunicação dos "mortos", através de instrumentos. Clóvis pratica isto, com resultados notáveis. Hoje ele está muito melhor, com muito mais experiência Alamar e Medrado falam sobre Adultério José Medrado muita gente conhece. É o expositor espírita da alegria, com seu contagiante estilo de fazer palestras, diferente do estilo convencional que, inclusive, incomoda muita gente que não quer saber de alegria no Espiritismo. Ele sacode as platéias, por onde passa, com seu jeito que faz o pessoal sacudir de alegria, onde quer que chegue. Sucesso no rádio e na televisão, em Salvador, em Poços de Caldas e onde se apresenta. Sempre foi um parceirão, ao lado do Alamar, durante muito tempo, encantando a milhares de pessoas por todo o Brasil. Alamar e Dr. Hernani Guimarães Andrade Este é mais um programa histórico, feito pelo Alamar, a partir de Baurú, São Paulo, entrevistando o maior cientista espírita de todos os tempos, o Engenheiro Dr. Hernani Guimarães Andrade. Você deve assistir, para conhecer este fantástico homem, que foi tão discriminado pelo movimento espírita, pelo fato dos seus conhecimentos e competência estarem em um nível muito além dos espiritas comuns. Infelizmente as pessoas costumam apagar os nomes dos grandes, por não terem competência de acompanhar os seus raciocínios.

Genesis A Criação E O Dilúvio (Filme Bíblico Dublado)

CONTRADIÇÕES ACERCA DA VIDA NO PLANETA MARTE - ESPÍRITO MARIA JOÃO DE DEUS, MÃE DE CHICO




Contradições acerca da vida no planeta Marte


José Marcelo Gonçalves Coelho



Desde as épocas mais remotas o Universo tem nos acenado com a possibilidade, cada vez mais admissível, de existência de vida extraterrena; e, ao elevarmos a fronte em direção ao firmamento, uma profunda intuição nos dá a certeza de que Deus não ergueria bilhões de corpos celestes apenas para nossa contemplação.



A partir de 18 de abril 1857, data da primeira publicação de O Livro dos Espíritos, passamos a ter o respaldo das Inteligências Celestiais, que vinham para atestar a pluralidade dos mundos habitados—um dos postulados da Doutrina Espírita—revivendo, na verdade, o próprio Cristo, que já nos havia asseverado: “Na casa de meu Pai há muitas moradas (...)” (João 14:2).



Uma dessas moradas, o planeta Marte, tem sido alvo das mais variadas especulações, que vão desde as historietas e filmes infantis, povoados de imagens hilariantes e fantasiosas, que tanto fertilizam a nossa imaginação, até as mais profundas ilações de cunho esotérico ou cientifico.



Sob a ótica espírita, a temática sob análise atinge conotações ainda mais profundas, em virtude da observância do tríplice aspecto — Ciência, Filosofia e Religião. Visando à elucidação dos fatos, examinemos, preliminarmente, a nota de Kardec, atrelada à questão 188 da primeira obra basilar, que ora transcrevemos, em parte:



“De acordo com o ensinamento dos Espíritos, de todos os globos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é onde os habitantes são menos avançados, tanto física como moralmente. Marte lhe seria ainda inferior (...)” (grifo nosso).



Certamente valeu-se o codificador, inclusive, da comunicação dos Espíritos Mozart e Bernard Pallissy, que se diziam encarnados em Júpiter, em mensagem canalizada pelo médium e teatrólogo francês Victorien Sardou. Segundo eles, Marte seria o planeta mais inferior do Sistema Solar, de precárias condições de vida, habitado por criaturas sub-humanas.



Alguns anos após, mais precisamente em 1935, viria a lume a obra Cartas de Uma Morta, uma coletânea de mensagens psicografadas pelas mãos de Francisco Cândido Xavier, na qual o Espírito Maria João de Deus, sua querida mãe, entre outros temas, nos descrevia com riqueza de detalhes a vida marciana. Atentemos para o trecho que se segue:



“Todavia, o que mais me admirou não foram as expressões físicas deste planeta, tão adiantado em comparação com o vosso. Nele a sociedade está constituída de tal forma, que as guerras ou os flagelos seriam fenômenos jamais previstos ou suspeitados. A vibração de paz e de harmonia que ali se experimenta irradia aos corações felicidades nunca sonhadas na Terra. A mais profunda espiritualidade caracteriza essa humanidade, rica de amor fraterno e respeito ao Criador”.



Mais tarde, novamente através da mediunidade segura de Chico Xavier, em crônica datada de 25 de julho de 1939, integrante da obra intitulada Novas Mensagens,o Espírito Humberto de Campos nos trazia informações complementares, corroborando o relato acima; vejamos:



“Tive, então, o ensejo de contemplar os habitantes do nosso vizinho, cuja organização física difere um tanto do arcabouço típico com que realizamos as nossas experiências terrestres. Notei, igualmente, que os homens de Marte não apresentam as expressões psicológicas da inquietação em que se mergulham os nossos irmãos das grandes metrópoles terrenas. Uma aura de profunda tranqüilidade os envolve. É que, esclareceu o mentor que nos acompanhava, os marcianos já solucionaram os problemas do meio e já passaram pelas experimentações da vida animal, em suas fases mais grosseiras. Não conhecem os fenômenos da guerra e qualquer flagelo social seria, entre eles, um acontecimento inacreditável”.



Conforme se depreende facilmente, as duas últimas mensagens aqui reproduzidas, de fonte mediúnica comprovadamente fidedigna, opõem-se frontalmente às instruções recebidas por Victorien Sardou, considerado pelo Professor Rivail como “um desses fervorosos e esclarecidos adeptos” (Revista Espírita, ano I, nº 08, agosto/1858).



Entretanto, de posse de seu peculiar bom senso, Kardec jamais conferiu às orientações dos Espíritos o caráter de verdades absolutas, consciente de que o tempo traria novas revelações ou descobertas científicas que haveriam de modificá-las ou ratificá-las, pois que, à época, a Doutrina Espírita apenas acabara de desabrochar. E isto, pelo visto, parece ter ocorrido; tanto por parte das comunicações espirituais, conforme constatado, como da Ciência Acadêmica, à qual se submetem os princípios fundamentais do Espiritismo, pois assim se estatuiu:



“Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará” (Kardec, A Gênese, capítulo I, item 55).



E, certamente, as investidas espaciais nos têm dado relevante contribuição, principalmente através dos engenhos norte-americanos denominados Mariner 9, Viking (1e2), Mars Pathfinder e, mais recentemente, da sonda não tripulada Pathfinder, fruto do investimento de milhões de dólares, que, tendo pousado em solo marciano no dia 4 de julho de 1997, liberou, dois dias após, o veículo teleguiado denominado Sojourner. Durante meses diversas imagens nos foram transmitidas, entretanto, em momento algum foram encontrados quaisquer indícios de vida orgânica, nem, tampouco, de “criaturas sub-humanas”.



Ante o exposto, uma dúvida naturalmente se estabelecerá: Se nos é defeso, enquanto encarnados, visualizar aspectos da civilização marciana, mesmo de posse dos mais hodiernos recursos da tecnologia astronômica, a que espécie de vida, afinal, se referiram os Espíritos Humberto de Campos e Maria João de Deus em suas revelações?



Recorramos, primeiramente, à questão 181, de O Livro dos Espíritos, na qual o mestre de Lion indaga:



Os seres que habitam os diferentes mundos têm corpos semelhantes aos nossos?



A que os Espíritos respondem:



“Sem dúvida possuem corpo, porque é preciso que o Espírito esteja revestido de matéria para agir sobre a matéria. Porém, esse corpo é mais ou menos material, de acordo com o grau de pureza a que chegaram os Espíritos. E é isso que diferencia os mundos que devem percorrer; porque há muitas moradas na casa de nosso Pai e, portanto, muitos graus (...)”.



E mais adiante, à questão 186, Kardec questionaria:



“Há mundos em que o Espírito, deixando de habitar um corpo material, tem apenas como envoltório o perispírito?



...tendo obtido o seguinte esclarecimento:



-Sim, há. Nesses mundos até mesmo esse envoltório, o perispírito, torna-se tão etéreo que para vós é como se não existisse. É o estado dos Espíritos puros (grifei).



Percebemos, destarte, que os Espíritos que ora habitam o planeta Marte, ainda que não se encontrem num patamar evolutivo de absoluta pureza, certamente se fazem revestir de um corpo de matéria tão quintessenciada que nossa limitada percepção visual não consegue atingir.



Ademais, aguardemos, por orientação futurista do próprio codificador, os avanços científicos que, gradualmente, confirmarão todos os fundamentos espíritas, pois que, contradições, quando se apresentam, são mais na superfície do que no fundo, o que atesta a essência irrefutavelmente divina do Espiritismo, apanágio que, em última análise, constitui seu inabalável alicerce.



josemarcelo.coelho@bol.com.br



PLANETA MARTE - TEXTO DITADO PELO ESPIRITO HUMBERTO DE CAMPOS - PSICOGRAFIA CHICO XAVIER

Gelo na cratera de Marte - 28 julho 2005.


Apesar de ainda não ter atingido a sua órbita definitiva em torno de Marte, a sonda européia Mars Express já produziu a sua primeira grande descoberta: a detecção de água no Pólo Sul marciano.


A ministra alemã da ciência e educação, Edelgard Bulmahn, disse “A Europa pode sentir-se orgulhosa desta missão: A Mars Express é um enorme sucesso para o programa espacial europeu.”










GELO EM MARTE



Uma crosta gelada foi identificada no interior de uma cratera com cerca de 35 quilômetros de largura e aproximadamente dois quilômetros de profundidade. A informação foi anunciada pela Agência Espacial


Uma crosta gelada foi identificada no interior de uma cratera com cerca de 35 quilômetros de largura e aproximadamente dois quilômetros de profundidade. A informação foi anunciada pela Agência Espacial Européia.







Esta foto foi feita por uma câmara estéreo de alta resolução a bordo da Mars Express, em cores e 3D, em 15 de janeiro de 2004, a 273 km de altitude. Na imagem é visto o canal Reull Vallis, que um dia conduzia água no estado líquido e que agora está completamente congelado.
Foto: Agência Espacial Européia




http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2004/jan/10/66.htm

SOLO DA CRATERA DE MARTE


As "árvores" registradas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter são, na verdade, trilhas desalojadas de areia que formam um sombreado sobre o solo avermelhado




Em 25 de Julho de 1939:






















Enquanto as empresas de turismo organizam na Terra os grandes cruzeiros intercontinentais, realizando um dos mais belos esforços de socialização do século XX, no mundo dos Espíritos organizam-se caravanas de fraternidade, nos planos do intermúndio.


Enquanto os astrônomos europeus e americanos examinam, cuidadosamente, os seus telescópios, para a contemplação da paisagem de Marte, à distância, de quase trinta e sete milhões de milhas, preparando as lentes poderosas de seus instrumentos de óptica, fomos felicitados com uma passagem gratuita ao nosso admirável vizinho do Sistema_Solar, cujo percurso, nas adjacências do orbe, vem empolgando igualmente os núcleos de seres invisíveis, localizados nas regiões mais próximas da Terra.


Depois de alguns segundos, chegávamos ao termo de nossa viagem vertiginosa.


Dentro da atmosfera marciana, experimentamos uma extraordinária sensação de leveza... Ao longe, divisei cidades fantásticas pela sua beleza inaudita, cujos edifícios, de algum modo, me recordavam a Torre Eiffel ou os mais ousados arranhacéus de Nova York. Máquinas possantes, como se fossem sustidas por novos elementos semelhantes ao “Hélium”, balouçavam-se, ao pé das nuvens, apresentando um vasto sentido de estabilidade e de harmonia, entre as forças aéreas.


Aos meus olhos, desenhavam-se panoramas que o meu Espírito imaginara apenas para os mundos ideais da mitologia grega, com os seus paraísos cariciosos.


Aturdido, interpelei o chefe da nossa caravana, que se conservava silencioso: “Se a Terra julga a influência de Marte como profundamente belicosa, como poderemos conciliar a definição dos astrólogos com os espetáculos que estamos presenciando?“


— “E porventura — respondeu-me o excelente mentor espiritual — chegaste a conhecer no planeta terrestre um homem ou uma idéia, que retirasse a humanidade de sua rotina, sem sofrimento e sem guerra? Para o nosso mundo, Marte é um irmão mais velho e mais experimentado na vida. Sua atuação no campo magnético de nossas energias cósmicas visam a auxiliar os homens terrenos para que possam despir os seus envoltórios de separatividade e de egoísmo.”


Mas, nesse instante, havíamos chegado a um belo cômoro atapetado de verdura florida.


Ante os meus olhos atônitos, rasgavam-se avenidas extensas e amplas, onde as construções eram fundamente análogas às da Terra.


Tive então ensejo de contemplar os habitantes do nosso vizinho, cuja organização física difere um tanto do arcabouço típico com que realizamos as nossas experiências terrestres.


Notei, igualmente, que os homens de Marte não apresentam as expressões psicológicas de inquietação em que se mergulham os nossos irmãos das grandes metrópoles terrenas.


Uma aura de profunda tranquilidade os envolve.


É que, esclareceu o mentor que nos acompanhava, os marcianos já solucionaram os problemas do meio e já passaram pelas experimentações da vida animal, em suas fases mais grosseiras. Não conhecem os fenômenos da guerra e qualquer flagelo social seria, entre eles, um acontecimento inacreditável. Evolveram sem as expiações coletivas, amarguradas e terríveis, com que são atormentados os povos insubmissos da Terra. As pátrias, ali, não recebem o tributo do sangue ou da morte de seus filhos, mas são departamentos econômicos e órgãos educativos, administrados por instituições justas e sábias.


Era tempo, contudo, de observarmos a cidade com as suas disposições interessantes.


O leitor não poderá dispensar o nome dessa cidade prodigiosa, e à falta de termos comparativos, chamemos-lhe Marciópolis.


Orientados pelo amigo que nos dirigia a singular excursão, atingimos extensa praça, onde se erguia um templo maravilhoso pela sua imponência, tocada de majestosa simplicidade, e onde, ao que fomos informados, se haviam reunido todos os credos religiosos.


De uma de suas eminências, vimos o nosso Sol, bastante diferenciado, entornando na paisagem as tintas do crepúsculo.


A vegetação de Marte, educada em parques gigantescos, sofria grandes modificações, em comparação com a da Terra. É de um colorido mais interessante e mais belo, apresentando uma expressão de tonalidade avermelhada em suas características gerais.


Na atmosfera, ao longe, vagavam nuvens imensas, levemente azuladas, que nos reclamaram a atenção, explicando-nos o mentor da caravana fraterna que se tratava de espessas aglomerações de vapor d'agua, criadas por máquinas poderosas da ciência marciana, a fim de que sejam supridas as deficiências do líquido nas regiões mais pobres e mais afastadas do largo sistema de canais, que ali coloca os grandes oceanos polares em contínua comunicação, uns com os outros.


Tais providências, explica o Espírito superior e benevolente, destinam-se a proteger a vida dos reinos mais fracos da natureza planetária; porque, em Marte, o problema da alimentação essencial, através das forças atmosféricas, já foi resolvido, sendo dispensável aos seus habitantes felizes a ingestão das vísceras cadavéricas dos seus irmãos inferiores, como acontece na Terra, superlotada de frigoríficos e de matadouros.


Todavia, ao apagar das luzes diurnas, o grande templo de Marciópolis enchia-se de povo. Observei que a nossa presença espiritual não era percebida, dai podermos examinar a multidão, à vontade, em seus mínimos movimentos.


Todos os grandes centros deste planeta, esclareceu o nosso amigo e mentor espiritual, sentem-se incomodados pelas influências nocivas da Terra, o único orbe de aura infeliz, nas suas vizinhanças mais próximas, e, desde muitos anos, enviam mensagens ao globo terráqueo, através das ondas luminosas, as quais se confundem com os raios_cósmicos, cuja presença, no mundo, é registrada pela generalidade dos aparelhos radiofônicos.


Ainda há pouco tempo, o Instituto de Tecnologia da Califórnia inaugurou um vasto período de experimentações, para averiguar a procedência dessas mensagens, misteriosas para o homem da Terra, anotadas com mais violência pelos balões estratosféricos, conforme as demonstrações obtidas pelo Dr. Robert Millikan, nas suas experiências científicas. (Ver: misteriosa explosão)


A palestra esclarecedora seguia o seu curso interessante, mas os movimentos na praça acentuavam-se, sobremaneira.


No horizonte, surgia uma grande estrela de luz avermelhada, enquanto os dois satélites marciáticos resplandeciam.


Todos os olhares fitavam o céu, ansiosamente.


Aquela estrela era a Terra.


Uma comissão de cientistas iniciou, da tribuna maior do santuário, uma vasta série de estudos sobre o nosso mundo distante. Aparelhos luminosos foram afixados, na praça pública, ao passo que presenciávamos a exibição de mapas quase irrepreensíveis dos nossos continentes e dos nossos mares. Teorias notáveis com respeito à situação espiritual do planeta terrestre foram expendidas, entendendo-se perfeitamente as idéias dos estudiosos que as expunham, através da linguagem universal do pensamento.


A Terra enviava-nos a sua claridade, em reflexos trêmulos e tristes. Observamos, então, que os marcianos haviam colocado em seu templo poderosos telescópios.


Enquanto os melhores aparelhos da América possuem um diâmetro de duzentas polegadas, com a possibilidade de aumentar a imagem de Marte doze mil vezes, a astronomia marciana pode contemplar e estudar a Terra, aumentando-lhe a imagem mais de cem mil vezes, chegando ao extremo de examinar as vibrações de ordem psíquica, na sua atmosfera.


A nossa grande surpresa não parou ai, entre os mais avançados aspectos de evolução e de cultura.


Enquanto a luz avermelhada da Terra tocava a nossa visão espiritual, víamos que todas as multidões do templo se haviam aquietado, de leve... A Ciência unida à Fé apresentava um dos espetáculos mais belos para o nosso espírito.


Vimos, então, que ao influxo poderoso daquelas mentes irmanadas no mesmo nível evolutivo, pela sabedoria e pelo sentimento, formara-se sobre o santuário uma estrada luminosa, em cujos reflexos descera do Alto um mensageiro celeste.


Recebido com as intensas vibrações de júbilo divino e silencioso, a figura, quase angélica, começou a falar, depois de uma prece comovedora:


— “Irmãos, ainda é inútil toda tentativa de comunicação com a Terra rebelde e incompreensível! Debalde os astrônomos terrenos vos procuram ansiosos, nos abismos do Infinito!


Seus telescópios estão frios, suas máquinas, geladas. Faltam-lhes os ardores divinos da intuição sublime e pura, com as vibrações da fé que os levariam da ciência_transitória à sabedoria imortal. Fatigados na impenitência que lhes caracteriza as atividades inquietas e angustiosas, os homens terrestres precisam de iluminação pelo amor, a fim de que se afastem do círculo vicioso da destruição, na tecnocracia da guerra.





Irmãos, contemplemos a Terra e peçamos ao Senhor do Universo que as_modificações,_precisas_ao_seu_aperfeiçoamento, sejam menos dolorosas ao coração de suas coletividades! Oremos pelos nossos companheiros, iludidos nas expressões animais de uma vida inferior, de modo que a luz se faça em seus corações e em suas consciências, possibilitando as vibrações recíprocas de simpatia e comunicação, entre os dois mundos!...”






A multidão ouvia-lhe a palavra, atenta e comovida, e nós lhe escutávamos a exortação profunda, como se fôramos convocados, de longe, pela harmonia mágica da lira de Orfeu, quando o nosso mentor espiritual nos acorda, do êxtase, a nos bater levemente nos ombros, chamando-nos ao regresso.






Em todos os lugares, há os que mandam, e vivem os que obedecem. Na categoria dos últimos, voltamos às esferas_espirituais da Terra, como o homem ignorante que fizesse um vôo, sem escalas, através do mundo, confundido e deslumbrado, embora não lhe seja possível definir o mais leve traço de seu espantoso caminho.


O QUE DIZEM CIENTISTAS DA NASA

Cientistas da NASA anunciaram possíveis evidências de vida em Marte, ao examinarem fragmentos de um meteorito, o ALH84001, oriundo daquele planeta, e que foi encontrado na Antártida. O meteorito foi fraturado e achou-se resíduos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, que são substâncias orgânicas, assim como glóbulos de carbonato. Esses glóbulos são muito semelhantes, em textura, tamanho e composição, aos precipitados inorgânicos provocados por bactérias na Terra. A equipe de cientistas, liderados pelor David S. McKay e Everett K. Gibson, do Centro Espacial da NASA "Lyndon B. Johnson", em Houston, Texas, inclui investigadores altamente respeitados da Universidade da Georgia, da Universidade Stanford, e da Universidade McGill, do Canadá. A conclusão deles (cautelosa, de início), é de que a melhor explicação para esses glóbulos é a formação biogênica, ou seja, a partir da atividade de organismos vivos. Como o meteorito ALH84001 é muito antigo (dois bilhões de anos), a hipótese é de que a vida teria florescido em Marte em condições mais favoráveis do que a atual, com água e atmosfera, o que concorda com a evidência geológica.











http://www.sabbatini.com/renato/correio/ciencia/corr9699.htm

















































































































































































































Contradições acerca da vida no planeta Marte




Contradições acerca da vida no planeta Marte

José Marcelo Gonçalves Coelho



Desde as épocas mais remotas o Universo tem nos acenado com a possibilidade, cada vez mais admissível, de existência de vida extraterrena; e, ao elevarmos a fronte em direção ao firmamento, uma profunda intuição nos dá a certeza de que Deus não ergueria bilhões de corpos celestes apenas para nossa contemplação.



A partir de 18 de abril 1857, data da primeira publicação de O Livro dos Espíritos, passamos a ter o respaldo das Inteligências Celestiais, que vinham para atestar a pluralidade dos mundos habitados—um dos postulados da Doutrina Espírita—revivendo, na verdade, o próprio Cristo, que já nos havia asseverado: “Na casa de meu Pai há muitas moradas (...)” (João 14:2).



Uma dessas moradas, o planeta Marte, tem sido alvo das mais variadas especulações, que vão desde as historietas e filmes infantis, povoados de imagens hilariantes e fantasiosas, que tanto fertilizam a nossa imaginação, até as mais profundas ilações de cunho esotérico ou cientifico.



Sob a ótica espírita, a temática sob análise atinge conotações ainda mais profundas, em virtude da observância do tríplice aspecto — Ciência, Filosofia e Religião. Visando à elucidação dos fatos, examinemos, preliminarmente, a nota de Kardec, atrelada à questão 188 da primeira obra basilar, que ora transcrevemos, em parte:



“De acordo com o ensinamento dos Espíritos, de todos os globos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é onde os habitantes são menos avançados, tanto física como moralmente. Marte lhe seria ainda inferior (...)” (grifo nosso).



Certamente valeu-se o codificador, inclusive, da comunicação dos Espíritos Mozart e Bernard Pallissy, que se diziam encarnados em Júpiter, em mensagem canalizada pelo médium e teatrólogo francês Victorien Sardou. Segundo eles, Marte seria o planeta mais inferior do Sistema Solar, de precárias condições de vida, habitado por criaturas sub-humanas.



Alguns anos após, mais precisamente em 1935, viria a lume a obra Cartas de Uma Morta, uma coletânea de mensagens psicografadas pelas mãos de Francisco Cândido Xavier, na qual o Espírito Maria João de Deus, sua querida mãe, entre outros temas, nos descrevia com riqueza de detalhes a vida marciana. Atentemos para o trecho que se segue:



“Todavia, o que mais me admirou não foram as expressões físicas deste planeta, tão adiantado em comparação com o vosso. Nele a sociedade está constituída de tal forma, que as guerras ou os flagelos seriam fenômenos jamais previstos ou suspeitados. A vibração de paz e de harmonia que ali se experimenta irradia aos corações felicidades nunca sonhadas na Terra. A mais profunda espiritualidade caracteriza essa humanidade, rica de amor fraterno e respeito ao Criador”.



Mais tarde, novamente através da mediunidade segura de Chico Xavier, em crônica datada de 25 de julho de 1939, integrante da obra intitulada Novas Mensagens,o Espírito Humberto de Campos nos trazia informações complementares, corroborando o relato acima; vejamos:



“Tive, então, o ensejo de contemplar os habitantes do nosso vizinho, cuja organização física difere um tanto do arcabouço típico com que realizamos as nossas experiências terrestres. Notei, igualmente, que os homens de Marte não apresentam as expressões psicológicas da inquietação em que se mergulham os nossos irmãos das grandes metrópoles terrenas. Uma aura de profunda tranqüilidade os envolve. É que, esclareceu o mentor que nos acompanhava, os marcianos já solucionaram os problemas do meio e já passaram pelas experimentações da vida animal, em suas fases mais grosseiras. Não conhecem os fenômenos da guerra e qualquer flagelo social seria, entre eles, um acontecimento inacreditável”.



Conforme se depreende facilmente, as duas últimas mensagens aqui reproduzidas, de fonte mediúnica comprovadamente fidedigna, opõem-se frontalmente às instruções recebidas por Victorien Sardou, considerado pelo Professor Rivail como “um desses fervorosos e esclarecidos adeptos” (Revista Espírita, ano I, nº 08, agosto/1858).



Entretanto, de posse de seu peculiar bom senso, Kardec jamais conferiu às orientações dos Espíritos o caráter de verdades absolutas, consciente de que o tempo traria novas revelações ou descobertas científicas que haveriam de modificá-las ou ratificá-las, pois que, à época, a Doutrina Espírita apenas acabara de desabrochar. E isto, pelo visto, parece ter ocorrido; tanto por parte das comunicações espirituais, conforme constatado, como da Ciência Acadêmica, à qual se submetem os princípios fundamentais do Espiritismo, pois assim se estatuiu:



“Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará” (Kardec, A Gênese, capítulo I, item 55).



E, certamente, as investidas espaciais nos têm dado relevante contribuição, principalmente através dos engenhos norte-americanos denominados Mariner 9, Viking (1e2), Mars Pathfinder e, mais recentemente, da sonda não tripulada Pathfinder, fruto do investimento de milhões de dólares, que, tendo pousado em solo marciano no dia 4 de julho de 1997, liberou, dois dias após, o veículo teleguiado denominado Sojourner. Durante meses diversas imagens nos foram transmitidas, entretanto, em momento algum foram encontrados quaisquer indícios de vida orgânica, nem, tampouco, de “criaturas sub-humanas”.



Ante o exposto, uma dúvida naturalmente se estabelecerá: Se nos é defeso, enquanto encarnados, visualizar aspectos da civilização marciana, mesmo de posse dos mais hodiernos recursos da tecnologia astronômica, a que espécie de vida, afinal, se referiram os Espíritos Humberto de Campos e Maria João de Deus em suas revelações?



Recorramos, primeiramente, à questão 181, de O Livro dos Espíritos, na qual o mestre de Lion indaga:



Os seres que habitam os diferentes mundos têm corpos semelhantes aos nossos?



A que os Espíritos respondem:



“Sem dúvida possuem corpo, porque é preciso que o Espírito esteja revestido de matéria para agir sobre a matéria. Porém, esse corpo é mais ou menos material, de acordo com o grau de pureza a que chegaram os Espíritos. E é isso que diferencia os mundos que devem percorrer; porque há muitas moradas na casa de nosso Pai e, portanto, muitos graus (...)”.



E mais adiante, à questão 186, Kardec questionaria:



“Há mundos em que o Espírito, deixando de habitar um corpo material, tem apenas como envoltório o perispírito?



...tendo obtido o seguinte esclarecimento:



-Sim, há. Nesses mundos até mesmo esse envoltório, o perispírito, torna-se tão etéreo que para vós é como se não existisse. É o estado dos Espíritos puros (grifei).



Percebemos, destarte, que os Espíritos que ora habitam o planeta Marte, ainda que não se encontrem num patamar evolutivo de absoluta pureza, certamente se fazem revestir de um corpo de matéria tão quintessenciada que nossa limitada percepção visual não consegue atingir.



Ademais, aguardemos, por orientação futurista do próprio codificador, os avanços científicos que, gradualmente, confirmarão todos os fundamentos espíritas, pois que, contradições, quando se apresentam, são mais na superfície do que no fundo, o que atesta a essência irrefutavelmente divina do Espiritismo, apanágio que, em última análise, constitui seu inabalável alicerce.









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"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
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O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
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Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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