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CRIATURINHAS DIVINAS !!!!! EU AMO VOCÊS....

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30 de setembro de 2010

SER ESPÍRITA



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SER ESPÍRITA.

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Ser espírita não é ser nenhum religioso; é ser cristão. Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé sincera. Não é ter uma religião especial; é deter uma grave responsabilidade. Não é superar o próximo; é superar a si mesmo. Não é construir templos de pedra; é transformar o coração em templo eterno.

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Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação; é compreendê-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição. Não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber; é comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e ajudar os outros a se melhorarem também.

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Ser espírita não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura; é transformar os livros, suas mensagens, em lições vivas para a própria mudança. Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.

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Ser espírita não é internar-se no Centro Espírita, fugindo do mundo para não ser tentado; é conviver com todas as situações lá fora, sem alterar-se como espírita, como cristão. O espírita consciente é espírita no templo, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença.

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Ser espírita não é ser diferente; é ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus. Não é mostrar-se que é bom; é provar a si próprio que se esforça para ser bom, porque ser bom deve ser um estado normal do homem consciente. Anormal é não ser bom.

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Ser espírita não é curar ninguém; é contribuir para que alguém trabalhe a sua própria cura. Não é tornar o doente um dependente dos supostos poderes dos outros; é ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e nos seus próprios poderes que estão na sua vontade sincera e perseverante.

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Ser espírita não é consolar-se em receber; é confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida, "é mais bem aventurado dar do que receber". Não é esperar que Deus desça até onde nós estamos; é subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e esforçando-se para melhorar sempre.

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Isto é ser espírita.

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Com as bênçãos de Jesus, nosso Mestre.

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Do Livro "Aprendendo a lidar com as crises" – Wanderley Pereira.

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Dedico esta apresentação a todos os meus amigos e companheiros de ideal. A todos da CASA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ E especialmente a minha querida mãe, que já partiu para outro plano. Na certeza de que ela está sob a proteção do nosso mestre Jesus.




SER ESPÍRITA

A ROSA AZUL



A ROSA AZUL


Num lugar não muito distante, vivia uma bela menina chamada Caroline. Ela tinha 14 anos e esperava com ansiedade a chegada de seus 15 anos, que estavam muito próximos.



Seus pais iam oferecer-lhe de presente um cruzeiro de 7 dias num luxuoso navio. Este era o motivo de tanta ansiedade, pois ela viajaria sem os seus pais acompanhando: já era uma moça - pensava.



Enfim chegou o grande dia! Muito emocionada, despediu-se de seus pais e embarcou no grande navio.



Depois de embarcar, resolveu dar um passeio pelo navio para explorá-lo. Foi quando encontrou o rapaz mais lindo que já havia visto em sua vida...



Ele perguntou:_Como você se chama?



Ela respondeu, meio gaguejando e com o coração aos saltos:_Ca-Caroline.



_Muito prazer, eu sou Charles, disse o rapaz.



Eles passaram a tarde conversando. Ao final do dia, Caroline foi para sua cabine descansar. Quando acordou, encontrou debaixo de sua porta uma rosa azul e um bilhete que dizia: "Para a garota mais linda que meus olhos já viram!" Emocionada, cheirou a rosa, guardou o bilhete e preparou-se para encontrar-se com Charles no salão principal. Passaram o dia todo juntos, rindo, conversando... Ela mal podia acreditar como eles tinham tantas afinidades! Ao final da noite, Charles acompanhou Caroline até seu camarote e despediu-se com um longo beijo...



Assim se passaram 6 dias, e em cada manhã Caroline encontrava um bilhete carinhoso e uma rosa azul.



Chegou o último dia do cruzeiro. Era a noite de gala do Capitão. Caroline estava muito emocionada e ao mesmo tempo triste, pois iria dançar a valsa com Charles, mas talvez esta seria a última vez que iria vê-lo...



A noite foi maravilhosa! Charles e Caroline dançaram a valsa com paixão... Formavam um casal tão lindo que todos ao redor os admiravam.



Quando o baile de gala terminou, Caroline e Charles subiram até o camarote. Segura de seu amor, Caroline decidiu que desta vez não iria se despedir só com um beijo e entregou-se à Charles de corpo e alma, entregando assim o tesouro mais precioso de sua vida: "Seu Amor".



No outro dia, Caroline acordou mas não encontrou Charles ao seu lado e nem a rosa azul. Só encontrou um pequeno cofre de prata, todo entalhado em rosas, com um bilhetinho que dizia:"Foi uma noite maravilhosa! Por favor, só abra este cofre quando chegar em casa! Com amor, Charles."



Quando Caroline finalmente chegou em casa, abraçou seus pais e correu para o quarto ansiosa para abrir o cofre que Charles havia lhe dado.



Ao abrir o cofre, uma lágrima rolou de seu rosto...



Dentro havia uma rosa azul murcha e um bilhete que dizia:"Bem vinda ao mundo da AIDS".












AÇÕES E PALAVRAS





AÇÕES E PALAVRAS



Conta-se que ocorreu um incêndio em uma floresta. Todos os animais se afastaram velozmente fugindo do foco do incêndio.

Mas um pequeno Beija-Flor vinha em sentido contrário, trazendo no bico uma gota d’água. Os que fugiam lhe perguntaram para que serviria aquela gota d’água... Ele respondeu que era para ajudar a apagar o fogo. Os outros acharam graça, riram dele e tentaram mostrar ao Beija-Flor que aquilo era impossível, que ele não conseguiria apagar um incêndio de tamanha proporção com apenas um pingo d'água...

E ele exclamou: “Apenas estou fazendo a minha parte!”





Eu me sinto assim como o Beija-flor quando tento praticar o bem... Parece tão pouco diante da tremenda maldade, egoísmo, crueldade e descaso a que estamos acostumados todos os dias... Os outros riem, fazem pouco e até chamam de hipócritas a pessoas que tentam praticar a justiça neste  MUNDO
 CHEIO DE INJUSTIÇA E INCOMPREENSÃO.
 
Fico sempre me perguntando... Porquê um só ato de crueldade é tão ediondo e acaba espalhando o mal por vias insondáveis, enquanto que a prática do bem é sempre considerada de pouca importância, pequena? Por mais bem que se faça, nunca parece o suficiente... Pelo menos aos olhos dos outros, pois para o beneficiado, é sempre muito! Para a vítima também, pouco mal é sempre muito!





Mas, não importa... Para quem gosta de praticar o bem, o que importa é continuar fazendo a sua parte.

Vou continuar fazendo a minha parte mesmo assim. Uns vão continuar rindo, mas outros poderão, quem sabe, seguir o exemplo...



A SABEDORIA DO DESAPEGO




BHAGAVAD GITA -



A SABEDORIA DO DESAPEGO



NÃO IMPORTA O QUANTO AINDA TEMOS A APRENDER E REALIZAR, O IMPORTANTE É ESTARMOS NO CAMINHO.



"QUEM TUDO FAZ SEM APEGO AO RESULTADO DOS SEUS ATOS FAZ TUDO NO ESPÍRITO DE DEUS, E, COMO A FLOR DE LÓTUS, INCONTAMINADA PELO LAGO EM QUE VIVE, PERMANECE ISENTO DO MAL."



BHAGAVAD GITA



POR QUE VOCÊ SE PREOCUPA SEM MOTIVO?



DE QUEM VOCÊ TEM MEDO, SEM RAZÃO?

QUEM PODERIA MATÁ-LO?

A ALMA NÃO NASCE NEM MORRE.



SEJA O QUE FOR QUE ACONTECEU, FOI PARA O BEM;

O QUE QUER QUE ESTEJA ACONTECENDO,

ESTÁ ACONTECENDO PARA O BEM;

O QUE QUER QUE VIRÁ A ACONTECER,

TAMBÉM SERÁ SOMENTE PARA O BEM



NÃO SOFRA PELO PASSADO.



NÃO SE PREOCUPE PELO FUTURO.

É O PRESENTE QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA...

O QUE É QUE VOCÊ PERDEU, QUE O FAZ CHORAR?

O QUE SERÁ QUE VOCÊ TROUXE CONSIGO,

QUE ACHA QUE PERDEU?



O QUE SERÁ QUE VOCÊ CONSTRUIU,

QUE ACHA QUE FOI DESTRUÍDO?



VOCÊ NÃO TROUXE NADA,

SEJA O QUE FOR QUE VOCÊ TENHA,

VOCÊ RECEBEU DAQUI.

SEJA O QUE FOR QUE VOCÊ DEU,

VOCÊ DEU SOMENTE AQUI.

O QUE QUER QUE VOCÊ PEGOU,

VOCÊ PEGOU DE DEUS.

O QUE QUER QUE VOCÊ DEU,

VOCÊ DEU A ELE.

VOCÊ CHEGOU DE MÃOS VAZIAS,

VOCÊ RETORNARÁ DE MÃOS VAZIAS.



O QUE É SEU HOJE, PERTENCEU A ALGUÉM ONTEM,



E PERTENCERÁ A ALGUÉM DEPOIS DE AMANHÃ.

VOCÊ ESTÁ DESFRUTANDO ERRONEAMENTE

DO PENSAMENTO DE QUE ISTO É SEU.



A CAUSA DE SEUS SOFRIMENTOS É ESTA FELICIDADE ILUSÓRIA.



MUDANÇA É A LEI DO UNIVERSO.



O QUE VOCÊ ACHA QUE É MORTE, É CERTAMENTE VIDA.



NUM MOMENTO VOCÊ PODE SER UM MILIONÁRIO

E NO OUTRO PODERÁ ESTAR AFUNDADO NA POBREZA.



SEU E MEU, GRANDE E PEQUENO,



APAGUE ESTAS IDÉIAS DE SUA MENTE.

POIS TUDO É SEU E VOCÊ PERTENCE AO TODO.

ESTE CORPO NÃO É SEU E NEM VOCÊ É DESTE CORPO.



O CORPO É FEITO DE FOGO, ÁGUA, TERRA E ÉTER

E UM DIA DESAPARECERÁ NESTES ELEMENTOS.



PORÉM A ALMA É ETERNA - ENTÃO, QUEM É VOCÊ?



DEDIQUE SEU SER A DEUS.



ELE É O ÚNICO EM QUEM PODEMOS CONFIAR.



AQUELES QUE TEM CONSCIÊNCIA DE SEU AMPARO

SÃO ETERNAMENTE LIVRES DE MEDO, PREOCUPAÇÕES E TRISTEZAS.



QUALQUER COISA QUE VOCÊ FAÇA, FAÇA-O DEDICADO A DEUS.

POIS ISTO LHE PROPORCIONARÁ, PARA SEMPRE,

A ENORME EXPERIÊNCIA DA ALEGRIA E LIBERDADE DE VIVER.

O AMANHÃ






O AMANHÃ


Se algum dia eu soubesse que nunca mais veria você...

Eu lhe daria um abraço mais forte.

Se eu soubesse que seria a última vez a ver você...

Eu lhe daria um beijo e o chamaria para dar mais um.

Se eu soubesse que seria a última vez a ouvir sua voz...

Eu gravaria cada movimento e cada palavra, para revê-lo todos os dias.

Se eu soubesse que seria a última vez que eu poderia parar mais uns dois minutos para dizer-lhe: “gosto de você”...

Eu diria, ao invés de deixar que presumisse.

Se eu soubesse que seria o último dia a compartilhar com você...

O aproveitaria muito mais intensamente em vez de deixá-lo simplesmente passar.

Sempre acreditamos que haverá amanhã para corrigir um descuido...

Para ter uma segunda chance de acertar.

Será que haverá uma chance para dizer: “posso fazer alguma coisa por você?”.

O amanhã não é garantido para ninguém. Seja para jovens ou mais velho, e hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos.

Então se estamos esperando pelo amanhã, por que não agimos hoje?

Assim, se o amanhã nunca chegar não teremos arrependimentos de termos aproveitado um momento para um sorriso, para um abraço, para um beijo, uma gentileza, porque estávamos muito ocupados para dar a alguém o que poderia ser o último desejo.

Abracemos hoje aqueles que amamos, sussurremos em seus ouvidos, dizendo-lhes o quanto nos são caros e que sempre os amamos.

Encontremos tempo pra dizer: “desculpe, obrigada, eu perdôo você”.

Sempre há tempo para amarmos.

E se não houver amanhã, também não haverá remorsos de hoje para carregarmos.

Pense nisso agora...





29 de setembro de 2010

OS ESSÊNIOS










OS ESSÊNIOS
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OS ESSÊNIOS



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Local onde foram encontrados os Pergaminhos do Mar Morto onde foram encontrados os Manuscritos do Mar Morto Ruínas do Monastério de Qumran



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Local onde foram encontrados os Pergaminhos do Mar Morto “Não pagarei homem algum com o mal. Persegui-lo-ei com a bondade, pois que o julgamento de todos os vivos cabe a Deus, e é Ele quem irá entregar ao homem seu prêmio.” (do” Hino ao Preceito da Comunidade”) - da Filosofia Essênia-



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Segundo os Manuais de Disciplina dos Essênios, dos Manuscritos do Mar Morto, eles eram originários do Egito, e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C., formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto. Suas colônias estendiam-se até o vale do Nilo. No meio da corrupção que imperava, eles conservavam a tradição dos profetas e o segredo da Pura Doutrina. Suportavam, com admirável estoicismo, os maiores sacrifícios para não violar o menor preceito religioso.



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Vivendo em comunidades distantes, sempre procuravam encontrar na solidão do deserto, o lugar ideal para desenvolver a espiritualidade e estabelecer a vida comunitária, onde a partilha dos bens era a regra.



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Um pouco antes de um ataque romano destruir o Monastério de Qumran, junto ao Mar Morto, os essênios esconderam seus manuscritos em potes de cerâmica e os enterraram em cavernas, nas montanhas.



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Em abril de 1947 foi encontrado, nesta caverna, o primeiro documento.



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Estavam escondidos em 11 cavernas, centenas de pergaminhos que datam do terceiro século antes de Cristo, até o ano 68 depois de Cristo. Num total de quase mil encontrados, ficaram conhecidos como “Manuscritos do Mar Morto” e foram escritos em três idiomas diferentes: Hebreu, Aramaico e Grego.



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Muitos destes manuscritos estão guardados no Museu do Livro em Israel, e em Universidades nos Estados Unidos, França e Inglaterra. Eles incluíam manuais de disciplinas, hinários, comentários bíblicos, escritos apocalípticos, cópias do livro de Isaías e quase todos os livros do Antigo Testamento, exceto o de Ester.



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De acordo com os “Manuscritos do Mar Morto”, alguns costumes dos essênios e alguns textos antigos, nos dizem sobre o curandeirismo, a reencarnação, a divisão das colheitas, o povo no poder, o vegetarianismo e a relação pacífica dos homens com os animais. Foram preservados por quase dois mil anos e são considerados “o achado do século”



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A mais espantosa revelação dos pergaminhos, até agora publicada, é a de que possuíam, muitos anos antes de Cristo, práticas e terminologias consideradas exclusivas dos cristãos. Acreditavam na redenção e na imortalidade da alma. Tinham a prática do batismo, e compartilhavam um repasto litúrgico de pão e vinho, presidido por um sacerdote que era seu líder principal e chamado -Instrutor da Retidão (ou da Justiça)- um profeta-messiânico, abençoado com a revelação Divina.



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Procuravam servir a Deus, auxiliando o próximo, sem imolações no altar e sem cultuar imagens. Era uma seita aberta aos necessitados e desamparados, mantendo inúmeras atividades onde a acolhida, o tratamento de doentes e a instrução dos jovens eram os seus objetivos principais.



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Rompendo com o conceito da propriedade individual, acreditavam ser possível implantar na Terra, a verdadeira igualdade e fraternidade entre os homens. Em sua sociedade livre não havia escravos, porque consideravam a escravidão um ultraje à missão que Deus deu aos homens. Todos os membros da seita trabalhavam para si e nas tarefas comuns, se sustentando do que produziam, sempre desempenhando atividades profissionais que não envolvessem a destruição ou a violência.



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Possuíam moralidade exemplar através de costumes corretos e pacíficos. Dedicavam-se ao estudo espiritualista, à contemplação e à caridade, ao contrário do materialismo vigente na época.



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Para ser um deles, o pretendente era preparado desde a infância na vida comunitária de suas aldeias isoladas. Já adulto, o adepto, após cumprir várias etapas de aprendizado, recebia uma missão definida que ele deveria cumprir até o fim da sua vida.



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Em seus ensinos, seguindo o método das Escolas Iniciáticas, submetiam os discípulos a rituais de iniciação, e conforme adquiriam mais conhecimentos, passavam para graus mais avançados. Mostravam então, tanto na teoria como na prática, as leis superiores do Universo e da Vida, esquecidas na época. É sabido também que liam textos e estudavam outras doutrinas.



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Para medir o tempo utilizavam um calendário diferenciado, inspirado em um calendário egípcio baseado no Sol, diferente do utilizado na época pelos judeus que era constituído de 354 dias. Seu calendário continha 364 dias que eram divididos em 52 semanas, permitindo que cada estação do ano fosse dividida em 13 semanas e mais um dia, unindo cada uma delas. Consideravam seu calendário sintonizado com a “Lei da Grande Luz do Céu”. O primeiro dia do ano e o de cada estação sempre caiam no mesmo dia da semana -quarta feira- já que, de acordo com a Gênesis, foi no quarto dia que a Lua e o Sol foram criados.



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Objetos usados por eles



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Este tipo de forno era usado para “queimar” os utensílios de cerâmica, feitos por eles mesmos, nas “oficinas de olaria”.



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Acordavam antes do nascer do sol. Permaneciam em silencio e faziam suas preces até o momento em que um mestre dividia as tarefas entre eles de acordo com a aptidão de cada um. Trabalhavam durante 5 horas em atividades como o cultivo de vegetais ou o estudo das Escrituras.



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As refeições eram frugais, com legumes, azeitonas, figos, tâmaras e, principalmente, um tipo muito rústico de pão, feito com muito pouco fermento. Possuíam pomares e hortos irrigados pela água da chuva, que era recolhida e armazenada em enormes cisternas.



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Banhavam-se duas vezes ao dia, sempre antes das refeições, acreditando que purificavam o corpo e a alma. O ritual consistia em relatar todas as faltas e então, submergir. Essa prática influenciou o batismo e a confissão dos cristãos. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, pelo físico e higiene pessoal.



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Terminadas as tarefas, banhavam-se em água fria e vestiam túnicas brancas. Comiam uma refeição em absoluto silêncio só quebrado pelas orações recitadas pelo sacerdote, no início e no fim. Retiravam então a túnica branca, considerada sagrada,e retornavam ao trabalho até o pôr-do-sol. Tomavam outro banho e jantavam com a mesma cerimônia.



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O silêncio era prezado por eles. Sabiam guardá-lo, evitando discussões em público e assuntos sobre religião. Para um Essênio, a voz possuía um grande poder e, com diferentes entonações, era capaz até de curar um doente.



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Tinham para com o solo uma relação de respeito. Um dos rituais comuns deles consistia em cavar um buraco de cerca de 30 centímetros de profundidade em um lugar isolado dentro do qual se enterravam para relaxar e meditar.



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Eram excelentes médicos também e tornaram-se famosos pelo conhecimento e uso das ervas, entregando-se abertamente ao exercício da medicina ocultista.



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Foram fundadores dos abrigos denominados "beth-saida", que tinham como tarefa cuidar de doentes e desabrigados em épocas de epidemia e fome. Os beth-saida anteciparam em séculos os hospitais, instituição que tem seu nome derivado de hospitaleiros, denominação de um ramo essênio voltado para a prestação de socorro às pessoas doentes.



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Por suas vestes brancas, pela capacidade de predizer o futuro e pela leitura do destino através da linguagem dos astros, tornaram-se “figuras magnéticas”, conhecidas em sua época, como “aqueles que são do caminho”.



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A postura messiânica de Jesus era muito próxima à dos essênios. Alguns estudiosos afirmam que foi entre os Essênios, que Jesus passou o período entre seus 13 e 30 anos, embora não tenha sido encontrado algum escrito que comprove.



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Na Espiritualidade, todos da Fraternidade dos Essênios, com sua sabedoria milenar e energia pura, muito ajudam a cada um de nós .... e ao nosso Planeta Terra, para que se transforme, no futuro, em um Planeta de Regeneração...





PEDIDO DOS ANIMAIS - LINDOOO !!


 


PEDIDO DOS ANIMAIS - LINDOOO !!






PRECE DA GRATIDÃO - AMÁLIA RODRIGUES - PSICOGRAFIA DE DIVALDO P. FRANCO




PRECE DA GRATIDÃO - AMÁLIA RODRIGUES - PSICOGRAFIA DE DIVALDO P. FRANCO















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PRECE DE GRATIDÃO Música Ave Maria, de Gounoud Nana Mouskouri PRECE DE GRATIDÃO Autora: Amélia Rodrigues Psicografia: Divaldo Franco

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Senhor, muito obrigado, pelo que me deste, pelo que me dás! pelo ar, pelo pão, pela paz!

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Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza. Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil!

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Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão!

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Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais.

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Diante de minha capacidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir!

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Muito obrigado Senhor, pela minha voz! Mas também pela voz que canta, que ensina, que consola. Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração! Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão!

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Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham. Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos. Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, cuida ou lava louça numa pia.

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Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura. Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio.

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E meus pés que me levam a caminhar, sem reclamar. Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados...e eu posso bailar!!... Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação, eles também bailarão.

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Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar! Pois é tão maravilhoso ter um lar... Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for! O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor!

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O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira...De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão!

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Mas se eu ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para desabafar..., não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei.

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Abraço de Gratidão Prof. Luiz Antonio Silva www.pharol-rh.com.br Porque eu tenho a Ti! Então muito obrigado porque eu nasci! E pelo teu amor, teu sacrifício, tua paixão por nós, muito obrigado Senhor!

Vídeo detalha medicina dos ETs - DRA. MONICA MEDEIROS


























Vídeo detalha medicina dos ETs - DRA. MONICA MEDEIROS



PARA VER O VÍDEO, CLIQUE NO LINK







http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/video-detalha-medicina-dos-ets/




OU ACIMA







Vídeo obtido pelo Jornal da Tarde mostra a médica Mônica de Medeiros, de 53 anos, explicando o funcionamento e os benefícios do que ela chama de medicina extraterrestre.







Na edição desta quinta-feira, 16, a reportagem mostrou o grande interesse de pessoas pela Casa do Consolador, na Vila Mariana, zona sul, em busca de atendimento médico por extraterrestres – sempre às segundas-feiras. A entidade, que presta atendimento gratuito, foi fundada por Mônica há 18 anos e conta com o trabalho de voluntários.







A profissional é alvo de sindicância no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) por ter afirmado que atendeu pessoas que foram abduzidas. Ela garante que seus atendimentos foram como médium, e não médica, e faz questão de enfatizar que não mistura suas crenças pessoais com a profissão.







No vídeo da palestra – que foi dada em Cambuquira, Minas Gerais, há três anos – a médica diz que o atendimento com ETs passou a ser feito em 1º de janeiro de 2004. A responsável por esse trabalho seria um ser da Constelação de Plêiades, que atende por Shellyana.







Mônica de Medeiros diz no vídeo que a medicina extraterrestre cura mais rapidamente

MESTRE JESUS E A REENCARNAÇÃO







Mestre Jesus e a Reencarnação





Quando Jesus ia passando, viu um homem cego de nascença. E os discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou para este homem nascer cego, ele ou os seus pais? (João 9:1-2)



Os estudiosos da Bíblia têm de admitir que os verdadeiros autores do Novo Testamento são desconhecidos para a maioria. A coleção de textos que o compõe é só uma pequena parcela dos inúmeros manuscritos em circulação antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.) arbitrariamente decidir quais escritos sagrados seriam incluídos. De maneira bastante semelhante ao Antigo Testamento, os quatro Evangelhos simplesmente são uma coletânea “autorizada” das palavras de um homem chamado Jesus, sobre quem, historicamente, pouco sabemos.





Se é verdade, como sugere Josefo, que os essênios acreditavam na reencarnação, eram pastores e carpinteiros, dedicados a servir ao Pai invisível, usavam cabelos compridos, vestindo-se com uma simples túnica tecida circularmente sem costuras e um manto escarlate, temos aí então uma descrição tradicionalmente aceita de Jesus.






Evidentemente que se tanto João Batista quanto Jesus foram membros desta seita, como acreditam vários estudiosos, eles deveriam conhecer os ensinamentos judaicos e orientais sobre reencarnação.






Com isso em mente, examinemos os diversos diálogos atribuídos ao Mestre sob outro ponto de vista:






Para começar, quando os discípulos de Jesus perguntaram sobre o homem que nasceu cego, não estavam longe das indagações dos antigos irmãos cabalistas.






É lógico que só quem já acredita na possibilidade de uma vida anterior é capaz de perguntar se uma criança nascida cega pecou nesta vida. Logo, ou ela cometeu algum pecado numa existência anterior ou nasceu cega por alguma transgressão dos pais, ou ambas.






Infelizmente a resposta de Jesus, pelo menos como aparece nos Evangelhos, não se refere ao renascimento. Ele simplesmente afirma que não foi nenhum dos casos. A criança nasceu cega, disse o Mestre, para que as obras de Deus fossem manifestadas nela.






O conhecido pesquisados bíblico James Pryse, em sua obra clássica (edição esgotada) Reincarnation in lhe New Testament, comenta:






“Considerando o assunto reencarnação pelos autores desses textos, é importante observar que, embora essa crença fosse praticamente universal na época de Jesus e uma doutrina essencial em todas as assim chamadas religiões pagãs, ela não é negada, discutida ou questionada em parte alguma do Novo Testamento. Quando o assunto vem à baila, como ocorre com freqüência, o fato da reencarnação é ou tacitamente aceito ou inequivocamente confirmado, como no caso de Elijah.”






Os judeus sempre esperaram a reencarnação de todos os seus grandes profetas. Acreditava-se que Moisés fora Abel, o filho de Adão; que Adão viera numa segunda vez como Davi e era aguardado que retornasse como o, há muito esperado, Messias.






Entretanto, antes da vinda do Messias, outro seria enviado como mensageiro, segundo a profecia encontrada em Malaquias 4:5, “Eis que vos envio o profeta Elijah, antes que venha o dia do Senhor”.






Como Elijah já havia morrido muito tempo antes, é evidente que essa profecia só poderia à chegada de alguém que nascera como Elijah em outra época e lugar, que no idioma grego era chamado de “Elias”.






Diante do exposto, observemos o relato de Mateus 17:10-13:






“E seus discípulos o interrogaram dizendo: Por que os escribas dizem que Elias deve vir primeiro?






“E Jesus respondeu: ele há de vir para restabelecer todas as coisas.






“Mas eu vos digo que Elias já veio e não o reconheceram, mas fizeram com ele o que quiseram. Do mesmo modo, também o Filho do Homem está para sofrer da parte deles.






“Então os discípulos compreenderam que Jesus tinha lhes falado a respeito de João Batista.”






Estas palavras de Jesus só fazem algum sentido se entendermos que João Batista foi Elias, ou Elijah, em uma vida anterior. Como o Mestre fala (no passado) que já fizeram o que queriam com João e que Seu destino seria o mesmo, esta conversa obviamente aconteceu depois que João já havia sido decapitado.






Temos de ter em mente que os diálogos de Jesus foram arbitrariamente organizados nos Evangelhos pelo autor ou autores que deles se lembravam, muitos anos após terem efetivamente ocorrido. A seqüência de eventos apresentada em um dos Evangelhos pode, portanto, ser diferente em outro.






Por analogia, até mesmo dentro de um Evangelho podem ser encontradas discrepâncias de detalhes em uma determinada história, assim como ocorre com as pessoas que, vendo um acidente acontecer, podem, dependendo das posições e dos pontos de vista, sugerir causas diferentes.






Ao descrevermos outra passagem de Jesus e seus discípulos, que também deve ter ocorrido após a morte de João Batista, encontramos:






“Quando Jesus chegou à região de Cesaréia de Felipe, perguntou aos discípulos: ‘O que dizem por ai que eu, o Filho do Homem, sou?’






“Responderam: ‘Uns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros, enfim, que é Jeremias ou algum dos profetas.’






“Então lhes perguntou: ‘E vós mesmos, quem dizeis que eu sou?’






Simão Pedro interveio e respondeu: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.’






“Jesus retomou a palavra e declarou: ‘És feliz, Simão Barjona, pois não foram a carne e o sangue que te revelaram isso, mas meu Pai que está nos céus!’ (Mateus 16:1316.)






Esta conversa é muito interessante, pois apresenta vários elementos claramente sugestivos de que a doutrina da reencarnação era conhecida pelo público da época e principalmente pelos discípulos de Jesus.






Quando fez a pergunta “O que dizem por aí que eu, o Filho do Homem, sou?”, Jesus obviamente estava tentando descobrir quais eram os boatos locais a seu respeito. A resposta de Pedro foi clara e profunda. Incluía as absurdas possibilidades de Jesus ser a reencarnação de João Batista, morto recentemente, e do Messias ser a reencarnação de um dos profetas, uma crença antiga.






Pedro não teria motivos para incluir todas essas possibilidades se não fossem tema de conversas na cidade.






Observemos o novo nome - Barjona - que Jesus deu a Pedro. Em sírio, o prefixo Bar é traduzido como “o filho de”. Então, chamando Pedro de “o filho de Jonas” que, claro, ele não era -, Jesus diz aos outros discípulos que não apenas ele, mas também Pedro “viveram antes” como o profeta Jonas.






A tradução da mesma escritura por James Pryse, empregando outras fontes além do grego, assinala este ponto de maneira mais dramática: “Você é imortal, Simão, filho de Jonas! porque a carne e o sangue não lhe revelam (este segredo), mas meu Pai que está nos céus.”






No Evangelho de João encontramos outra declaração do Mestre sugerindo que já vivera antes. Quando lhe perguntaram se era o grande Abraão ou algum outro profeta falecido, respondeu:






“Abraão, vosso pai, alegrou-se intensamente com o pensamento de ver meu dia. Ele o viu e ficou alegre.” Os judeus lhe disseram: “Ainda não tens 50 anos e já viste Abraão?” Jesus respondeu: “Eu vos afirmo e esta é a verdade: antes que Abaão nascesse, Eu sou.” (João 8:56-58)






É lógico que somente após ter vivido na época de Abraão é que Jesus poderia dizer que Abraão ficou alegre com sua chegada; entretanto, para enfatizar mais sua preexistencia, Ele acrescenta que não viveu somente no tempo de Abraão, mas também antes dele.






Uma última escritura que precisa ser discutida é encontrada no Apocalipse de João 3:12: “Farei do vencedor uma coluna no templo do meu Deus, de onde nunca sairá, e escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, aquela que desce dos céus, vinda do meu Deus e também o meu nome novo.”






Temos aí a expressão de uma idéia que aparece inúmeras vezes em várias escrituras orientais: uma vez que se compreende a unidade com o cosmos, o renascimento se transforma em escolha, em vez de necessidade.






Não é preciso dizer que após a morte do Mestre os debates entre os antigos papas da Igreja sobre o que constituía a ortodoxia continuaram. Como muitos dos primeiros bispos eram convertidos das assim chamadas religiões pagãs, eles traziam consigo suas crenças originais, muitas das quais incluindo o conceito do renascimento.






Em 553 d.C. o imperador Justiniano, líder de todo o Império Oriental, declarou guerra a Orígenes (185-254 d.C.) e suas crenças, inclusive a do renascimento como extensão natural à crença na preexistência da alma.






Resolvido a destruir de uma vez por todas o que considerava heresia, Justiniano anunciou a sessão não oficial do Quinto Concilio Ecumênico, mais tarde chamado de Segundo Concilio de Constantinopla, excomungando Orígenes por suas doutrinas.






Embora estivesse em Roma naquela época, o papa Vigílio seqüestrado e mantido prisioneiro de Justiniano por oito anos, recusou-se a participar deste concilio quando Justiniano não assegurou o mesmo quórum de bispos representantes do leste e do oeste.






Uma vez convocado, o concilio só incluiu 165 bispos da cristandade em sua reunião final, dos quais 159 eram da Igreja oriental, garantindo a Justiniano todos os votos de que precisava.






Quem defendesse a “ prodigiosa preexistência das almas” ou “dissesse que Cristo tinha corpos diferentes e vários nomes” era declarado proscrito, o que significava “um castigo eclesiástico formal envolvendo excomunhão.”






Em conseqüência, com exceção de umas poucas seitas heréticas como a dos cátaros e a dos albigenses, que herdaram várias crenças gnósticas sobre o renascimento, o conceito aparentemente desapareceu da cristandade por aproximadamente 14 séculos.






Pode-se atualmente ser um cristão e ainda acreditar na reencarnação? A resposta, definitivamente, é sim, diz Hans Stefun Santessan:






“Se você acredita em reencarnação, considera o homem uma entidade espiritual imortal, nascido muitas vezes em corpos físicos no decorrer de sua longa jornada evolutiva para a perfeição. Na verdade, não existe conflito com os ensinamentos originais da Igreja!






“Lembremo-nos... de que os Evangelhos que conhecemos não são os que os Pais da Igreja sabiam, ensinavam e estavam prontos a defender com suas vidas. Nossas versões ortortodoxas” do Antigo e Novo Testamento, ignorando por instantes os erros e omissões (além dos pecados) de autoridades posteriores, remontam o sexto século.” (Reincarnation, pág. 105.)






Para concluir, as palavras de James M. Pryse, que talvez sejam as que melhor definam tudo:






“Já foi mostrado que a reencarnação, não somente no caso de um homem determinado, mas como lei da vida que se aplica a todos os homens, é ensinada de maneira diferente no Novo Testamento. Discutir este ponto é negar o que os autores daquela coletânea de textos queriam dizer em linguagem inconfundível. Rejeitar a reencarnação é impugnar seus ensinamentos.”





Do livro "Reencarnação",

publicado no Brasil pela Editora Nova Era.

Tradução: Roberto Arqus









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