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3 de novembro de 2011

PALESTRA - PENAS E GOZOS TERRENOS




PALESTRA -   PENAS E GOZOS TERRENOS

INTRODUÇÃO

Qual a finalidade do sofrimento em nossa vida? Por que nos incomodamos tanto com os momentos infelizes? Por que uns nascem na opulência e outros na miséria? Por que o meu vizinho tem carro, apartamento, casa na praia, e eu nada tenho? Estas são algumas, das muitas questões, que podemos estar formulando para introduzir o nosso pensamento neste tema, de grande valor moral para a nossa alma enfermiça.

CONCEITOS

Pena do grego poiné pelo latim poena significa castigo, punição, sofrimento, padecimento, aflição.

Em Criminologia , a pena é o castigo infligido ao delinqüente como retribuição da infração que comete. Tem o tríplice aspecto de repressão, correção e prevenção. Assim, de acordo com o Direito Penal Brasileiro, a pena é punição imposta pelo Estado ao delinqüente ou contraventor, em processo judicial de instrução contraditória, por causa de crime ou contravenção que tenham cometido, com o fim de exemplá-los e evitar a prática de novas infrações.



Em Teologia , a pena está relacionada ao “pecado”, que traz consigo o “castigo”. Em geral, entende-se por pena devida ao pecado um mal físico imposto por Deus devido à culpa. Ensina a Teologia tradicional que o fim da pena está em que a bondade do universo pervertida e frustrada por culpa do homem, seja novamente restabelecida – nisso resplandece a justiça de Deus e a bondade da ordem moral. (Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura).

Gozar ter, desfrutar, possuir coisa agradável ou útil. Levar uma vida de prazeres. Gozo ato ou efeito de gozar; satisfação intelectual, moral ou física; prazer, contentamento, alegria; uso ou posse de alguma coisa que dá satisfação.

Terreno relativo a Terra, terrestre.

PAR DE TERMOS

O nosso pensamento funciona de modo dicotômico: sim-não, certo-errado, justo-injusto, bem-mal, saúde-doença, guerra paz etc. Geralmente, a palavra que vem primeiro assume papel relevante. Por exemplo, no par guerra-paz, a palavra guerra é mais forte do que a paz, visto que o esforço dos governos está em buscar essa paz.



Em se tratando do tema em questão, ou seja, das penas e gozos terrenos , podemos começar refletindo sobre o par prazer-dor . De antemão, podemos dizer que um não se transforma no outro, mas cada qual atualiza ou virtualiza o outro. Como explicar? A virtualização de uma dor aumenta o grau de intensidade de prazer. Por isso, sentimos prazer quando deixamos de sentir a dor. E vice-versa. Não há privação de dor nem de prazer, mas apenas atualizações intensivas ou extensivas. (Santos, 1965)

O QUE É FELICIDADE?



Sentir prazer é ser feliz? O que é a felicidade? Podemos ser felizes no meio de pessoas que não têm o necessário para o sustento físico?

Felicidade: saciedade das necessidades materiais e a consciência trânquila.

O que é FELICIDADE

Nas línguas ocidentais, a palavra “felicidade” tem a ver com a palavra “sorte”. Na cultura antiga, a felicidade não era algo que você esperava da vida, porque o mundo era incerto. Então, se você estava feliz, tinha sorte. Mas isso mudou com Sócrates. Ele dizia: sabemos que todos querem a felicidade, então a questão é como consegui-la”, explica o professor Darrin McMahon.

O homem pode gozar na Terra uma felicidade completa?

Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação, mas dele depende aliviar os seus males e ser tão feliz quando se pode ser na Terra.

Por que o homem é artífice de sua própria infelicidade?

Porque se ele praticasse Lei de Deus, ou seja, a lei de justiça, amor e caridade poderia poupar muitos males e gozar de uma felicidade tão grande quanto o comporta a sua existência num plano grosseiro.

Kardec nos diz:

O homem bem compenetrado do seu destino futuro não vê na existência corpórea mais do que uma rápida passagem. É como uma parada momentânea numa hospedaria precária. Ele se consola facilmente de alguns aborrecimentos passageiros, numa viagem que deve conduzi-lo a uma situação tanto melhor quanto mais atenciosamente tenha feito os seus preparativos para ela.

Somos punidos nesta vida pelas infrações que cometemos às leis da existência corpórea, pelos próprios males decorrentes dessas infrações e pelos nossos próprios excessos. Se remontarmos pouco a pouco à origem do que chamamos infelicidades terrenas, veremos a estas, na sua maioria, como a conseqüência de um primeiro desvio do caminho certo. Em virtude desse desvio inicial entramos num mau caminho, e, de conseqüência em conseqüência, caímos afinal na desgraça.



Qual é a pessoa mais rica? O mais rico é aquele que tem menos necessidades.

Por que o justo é infeliz? Se o justo é infeliz é porque passa por uma prova que lhe será levada em conta, desde que a souber suportar com coragem.

Por que as classes sofredoras são em maior número? Porque o Planeta Terra é ainda de provas e expiações. Quando o homem a tiver transformado em morada do bem e dos bons Espíritos, não mais será infeliz neste mundo, visto que todos procuraram praticar a lei do amor e da fraternidade. Ninguém sentira mais ciúme e inveja e todos se ajudarão reciprocamente.

Existem males que não dependem da maneira de agir e que ferem o homem mais justo. Não há algum meio de se preservar deles?

O atingido deve resignar-se e sofrer sem queixas , se deseja progredir. Entretanto, encontra sempre uma consolação na sua própria consciência, que lhe dá a esperança de um futuro melhor quando ele faz o necessário para obtê-lo.

Kardec, nos diz:

Invejais os prazeres dos que vos parecem os felizes do mundo. Mas sabeis, por acaso, o que lhes está reservado? Se não gozam senão para si mesmos, são egoístas e terão de sofrer o reverso. Lamentai-os, antes de invejá-los. Deus às vezes permite que o mau prospere, mas essa felicidade não é para se invejar, porque a pagará com lágrimas amargas. Se o justo é infeliz é porque passa por uma prova que lhe será levada em conta, desde que a saiba suportar com coragem. Lembrai-vos das palavras de Jesus: "Bem-aventurados os que sofrem porque serão consolados".

Kardec...

Inveja e ciúme! Felizes os que não conhecem esses dois vermes vorazes. Com a inveja e o ciúme não há calma, não há repouso possível. Para aquele que sofre desses males, os objetos da sua cobiça, do seu ódio e do seu despeito se erguem diante dele como fantasmas que não o deixam em paz e o perseguem até no sono. O invejoso e o ciumento vivem num estado de febre contínua. É essa uma situação desejável? Não compreendeis que, com essas paixões, o homem cria para si mesmo suplícios voluntários e que a Terra se transforma para ele num verdadeiro inferno?

FONTES DE INFELICIDADE

PERDA DE ENTES QUERIDOS

Se a terra é uma prisão que serve a alma para purgar os seus débitos, expiar o seu passado, o Espírito que vai primeiro liberta-se desse aguilhão? Por que querê-lo ao nosso lado? Porque privá-lo de sua felicidade no mundo espiritual, para sofrer mais tempo aqui conosco. Quem foi liberta-se do Planeta e das suas provações.

Se suportarmos com coragem, se soubermos impor silêncio às nossas lamentações, haveremos de nos felicitar quando estivermos fora desta prisão terrestre, como o paciente que sofre se felicita ao se ver curado, por haver suportado com resignação um tratamento doloroso.

FONTES DE INFELICIDADE

DECEPÇÕES E INGRATIDÕES

Quando estivermos envoltos com esse tipo de sofrimento, lembremo-nos de que a ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde corações insensíveis como ele próprio o foi. A ingratidão é uma prova para a persistência em fazer o bem. Na contrabalança do sofrimento existe a afeição daqueles que nos amam, a de encontrar corações que simpatizam com o nosso. Essa ventura é recusada ao egoísta.

FONTES DE INFELICIDADE

UNIÕES ANTIPÁTICAS

Diz respeito às afeições do corpo e da alma. Podemos vê-la como uma prova, uma punição. Nesse mister, lembremo-nos de que o Espírito é quem ama, e não o corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade. É importante, para o nosso próprio bem, evitarmos o preconceito, que é um conceito criado antecipadamente, principalmente no relacionamento humano. Quantos não são as amizades duradouras, que se iniciaram com uma antipatia?

FONTES DE INFELICIDADE

PREOCUPAÇÃO COM A MORTE

Por que tememos a morte?

Por nossa ignorância acerca do desconhecido e por idéias errôneas acerca do Céu, do Inferno e Paraíso, sendo mais certo de que se vai para ao Inferno. Aqueles que pensam por si mesmos, fogem dessas idéias dogmáticas, e acabam tornando-se ateus e materialistas, não acreditando em mais nada além dessa vida terrena.

A morte, pelo contrário, não inspira nenhum temor ao justo, porque a fé lhe dá a certeza do futuro, a esperança lhe acena com uma vida melhor e a caridade cuja lei praticou, lhe dá a segurança de não temer os que lá estão.

FONTES DE INFELICIDADE

SUICÍDIO

De onde vem o desgosto pela vida? Efeito da ociosidade, da falta de fé e geralmente da sociedade. É contrário à Lei de Deus, pois ninguém tem o direito de dispor da própria vida. É o único ato que obsta o nosso livre arbítrio. Convém, para bem pensar sobre este assunto, ponderar sobre os atenuantes e os agravantes desse ato humano.

CONCLUSÃO

Uma reflexão, depois de analisarmos as diversas formas de infelicidade, nos remete a ver com outros olhos aquilo que é motivo de nosso sofrimento. Como o acaso não existe, a coragem de suportar a nossa sina faz-nos penetrar mais profundamente nas verdades eternas, que são as leis de Deus inscritas em nossa consciência.

Até a próxima!! “ A fatalidade do Espírito é ser Feliz, quando e como chegaremos Lá, depende de cada um de nós” Joanna D’angelis



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