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3 de novembro de 2011

PALESTRA-DR. ALBERTO ALMEIDA,,,PERDÃO / E REFLEXÕES SOBRE A GRANDE TRANSIÇÃO PLANETÁRIA




REFLEXÕES SOBRE A GRANDE TRANSIÇÃO PLANETÁRIA



Queridos amigos, estas são reflexões imprescindíveis, que todos nós, espíritas, comprometidos com a divulgação e vivência dos ensinamentos do Espiritismo, necessitamos fazer, compreendendo que estamos sendo convocados, diretamente, para contribuir com o processo de regeneração da Humanidade.

Minha proposta aos queridos amigos é a de observarmos mais atentamente a mensagem-revelação do Espírito Órion., contida no livro Transição Planetária.

Ressaltarei desse capítulo, que é o terceiro, os pontos referentes à convocação que é feita pelo emissário que veio de uma das Pleiâdes (constelação do Touro), especialmente a nós, espíritas.

Incialmente apresento algumas considerações.



O livro Transição Planetária, a meu ver, é a obra mediúnica mais importante dos últimos tempos ao abordar o grandioso processo da renovação planetária, conforme está predito, e como isso se realizará, para que a Terra alcance o patamar da regeneração.

Jesus, no Sermão profético (Mt c.24 e 25; Mc c.13; Lc 21:5-36) fala do

“princípio das dores” e da“grande tribulação”.

Em O Livro dos Espíritos, em resposta à questão 1019 proposta por Allan Kardec, o Espírito São Luís elucida, com muita clareza, o que deverá ocorrer para que o bem reine na Terra. Também em A Gênese, cap. XVIII, Kardec aprofunda os esclarecimentos com relação à grande transformação moral e espiritual do planeta.

Na magnífica obra mediúnica Há dois mil anos, (FEB, 1939), Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, relata no cap. VI da segunda parte, intitulado “Alvoradas do reino do Senhor”, o discurso de Jesus (texto que divulguei há 3 anos para todos os nossos grupos), quando recepcionava um grupo de mártires sacrificados no circo romano. Segundo Emmanuel, o Mestre fez naquele momento sublime, “a exposição de suas profecias augustas”. Nessa importante profecia – recordemos que isto aconteceu há dois mil anos –encontramos detalhes de como se dará a transição, que ora está em curso.

No ano de 1948, a FEB lança o livro Caminho, verdade e vida, de Emmanuel/Chico Xavier, em cujo cap.140, intitulado “Para os montes”, o autor espiritual tece comentários sobre um dos versículos do Sermão profético, conforme Mt 24:16. O texto é notável pois traça um panorama - àquela época –do que estamos vivendo hoje.

Recentemente, a Mentora Joanna de Ângelis, através de Divaldo Franco, divulga a mensagem intitulada “A Grande transição”, (livro Jesus e Vida – LEAL, 2007) excelente esclarecimento sobre o tema que estou enfocando. Interessante assinalar que esta mensagem foi transmitida, penso eu, como preparação para o livro Transição Planetária , que é o objeto de nossas reflexões.

Todos os textos acima evidenciam que a importante contribuição do querido Benfeitor Manoel Philomeno de Miranda, está doutrinariamente fundamentadanas obras citadas.

A obra Transição Planetária, traz, portanto, minuciosos esclarecimentos acerca do processo da regeneração do planeta Terra. Sendo assim é imprescindível que todos os que estarão recebendo essas reflexões estejam em dia com a leitura desse livro. E quem já leu releia...

A seguir, observemos o trecho em que Órion esclarece a vinda de milhares de Espíritos da mesma Esfera ao qual pertence que, inicialmente, estarão se dirigindo às comunidades espirituais (que são denominadas entre nós de ‘colônias espirituais’) que estão próximas à Terra, expondo o grandioso programa ,“de forma que, unidos, formemos uma só caravana de laboriosos servidores, atendendo as determinações do Governador terrestre, o Mestre por excelência.”

“De todas essas comunidades(colônias espirituais) seguirão grupos espirituais preparados para a disseminação do programa, comunicando-se nas instituições espíritas sérias e convocando os seus membros à divulgação das diretrizes para os novos cometimentos.

Expositores dedicados e médiuns sinceros estarão sendo convocados a participarem de estudos e seminários, para que seja desencadeada uma ação internacional no planeta, convidando as pessoas sérias à contribuição psíquica e moral em favor do novo período.”

É importante que leiam todo o capítulo e que atentemos para as advertências que Órion transmite. Claro que os testemunhos acontecerão, como podemos imaginar.

Na parte final da mensagem ele afirma : “ O modelo a seguir permanece Jesus, e a nova onda de amor trará de retorno o apostolado, os dias inesquecíveis das perseguições e do martirológio que, na atualidade, terá características diversas, já que não se podem matar impunemente os corpos como no passado...”

Queridos amigos, agora já sabemos.

A sintonia com essa programação depende de cada um, desde que aceite participar. Mas penso que todos estamos, vibratoriamente e honrosamente,engajados nesse nobre propósito.

Como diz Joanna, aamorável Benfeitora de todos nós:

“Aclimatados à atmosfera do Evangelho, respiremos o ideal da crença...

E unidos uns aos outros, entre os encarnados e com os desencarnados, sigamos.

Jesus espera: avancemos!





Suely Caldas Schubert - 18/01/2011



SUPERANDO A CULPA ATRAVÉS DO AUTOPERDÃO - Alberto Almeida 1ª parte SUPERANDO A CULPA ATRAVÉS DO AUTOPERDÃO - Alberto Almeida 2ª parte

PALESTRA - PENAS E GOZOS TERRENOS




PALESTRA -   PENAS E GOZOS TERRENOS

INTRODUÇÃO

Qual a finalidade do sofrimento em nossa vida? Por que nos incomodamos tanto com os momentos infelizes? Por que uns nascem na opulência e outros na miséria? Por que o meu vizinho tem carro, apartamento, casa na praia, e eu nada tenho? Estas são algumas, das muitas questões, que podemos estar formulando para introduzir o nosso pensamento neste tema, de grande valor moral para a nossa alma enfermiça.

CONCEITOS

Pena do grego poiné pelo latim poena significa castigo, punição, sofrimento, padecimento, aflição.

Em Criminologia , a pena é o castigo infligido ao delinqüente como retribuição da infração que comete. Tem o tríplice aspecto de repressão, correção e prevenção. Assim, de acordo com o Direito Penal Brasileiro, a pena é punição imposta pelo Estado ao delinqüente ou contraventor, em processo judicial de instrução contraditória, por causa de crime ou contravenção que tenham cometido, com o fim de exemplá-los e evitar a prática de novas infrações.



Em Teologia , a pena está relacionada ao “pecado”, que traz consigo o “castigo”. Em geral, entende-se por pena devida ao pecado um mal físico imposto por Deus devido à culpa. Ensina a Teologia tradicional que o fim da pena está em que a bondade do universo pervertida e frustrada por culpa do homem, seja novamente restabelecida – nisso resplandece a justiça de Deus e a bondade da ordem moral. (Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura).

Gozar ter, desfrutar, possuir coisa agradável ou útil. Levar uma vida de prazeres. Gozo ato ou efeito de gozar; satisfação intelectual, moral ou física; prazer, contentamento, alegria; uso ou posse de alguma coisa que dá satisfação.

Terreno relativo a Terra, terrestre.

PAR DE TERMOS

O nosso pensamento funciona de modo dicotômico: sim-não, certo-errado, justo-injusto, bem-mal, saúde-doença, guerra paz etc. Geralmente, a palavra que vem primeiro assume papel relevante. Por exemplo, no par guerra-paz, a palavra guerra é mais forte do que a paz, visto que o esforço dos governos está em buscar essa paz.



Em se tratando do tema em questão, ou seja, das penas e gozos terrenos , podemos começar refletindo sobre o par prazer-dor . De antemão, podemos dizer que um não se transforma no outro, mas cada qual atualiza ou virtualiza o outro. Como explicar? A virtualização de uma dor aumenta o grau de intensidade de prazer. Por isso, sentimos prazer quando deixamos de sentir a dor. E vice-versa. Não há privação de dor nem de prazer, mas apenas atualizações intensivas ou extensivas. (Santos, 1965)

O QUE É FELICIDADE?



Sentir prazer é ser feliz? O que é a felicidade? Podemos ser felizes no meio de pessoas que não têm o necessário para o sustento físico?

Felicidade: saciedade das necessidades materiais e a consciência trânquila.

O que é FELICIDADE

Nas línguas ocidentais, a palavra “felicidade” tem a ver com a palavra “sorte”. Na cultura antiga, a felicidade não era algo que você esperava da vida, porque o mundo era incerto. Então, se você estava feliz, tinha sorte. Mas isso mudou com Sócrates. Ele dizia: sabemos que todos querem a felicidade, então a questão é como consegui-la”, explica o professor Darrin McMahon.

O homem pode gozar na Terra uma felicidade completa?

Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação, mas dele depende aliviar os seus males e ser tão feliz quando se pode ser na Terra.

Por que o homem é artífice de sua própria infelicidade?

Porque se ele praticasse Lei de Deus, ou seja, a lei de justiça, amor e caridade poderia poupar muitos males e gozar de uma felicidade tão grande quanto o comporta a sua existência num plano grosseiro.

Kardec nos diz:

O homem bem compenetrado do seu destino futuro não vê na existência corpórea mais do que uma rápida passagem. É como uma parada momentânea numa hospedaria precária. Ele se consola facilmente de alguns aborrecimentos passageiros, numa viagem que deve conduzi-lo a uma situação tanto melhor quanto mais atenciosamente tenha feito os seus preparativos para ela.

Somos punidos nesta vida pelas infrações que cometemos às leis da existência corpórea, pelos próprios males decorrentes dessas infrações e pelos nossos próprios excessos. Se remontarmos pouco a pouco à origem do que chamamos infelicidades terrenas, veremos a estas, na sua maioria, como a conseqüência de um primeiro desvio do caminho certo. Em virtude desse desvio inicial entramos num mau caminho, e, de conseqüência em conseqüência, caímos afinal na desgraça.



Qual é a pessoa mais rica? O mais rico é aquele que tem menos necessidades.

Por que o justo é infeliz? Se o justo é infeliz é porque passa por uma prova que lhe será levada em conta, desde que a souber suportar com coragem.

Por que as classes sofredoras são em maior número? Porque o Planeta Terra é ainda de provas e expiações. Quando o homem a tiver transformado em morada do bem e dos bons Espíritos, não mais será infeliz neste mundo, visto que todos procuraram praticar a lei do amor e da fraternidade. Ninguém sentira mais ciúme e inveja e todos se ajudarão reciprocamente.

Existem males que não dependem da maneira de agir e que ferem o homem mais justo. Não há algum meio de se preservar deles?

O atingido deve resignar-se e sofrer sem queixas , se deseja progredir. Entretanto, encontra sempre uma consolação na sua própria consciência, que lhe dá a esperança de um futuro melhor quando ele faz o necessário para obtê-lo.

Kardec, nos diz:

Invejais os prazeres dos que vos parecem os felizes do mundo. Mas sabeis, por acaso, o que lhes está reservado? Se não gozam senão para si mesmos, são egoístas e terão de sofrer o reverso. Lamentai-os, antes de invejá-los. Deus às vezes permite que o mau prospere, mas essa felicidade não é para se invejar, porque a pagará com lágrimas amargas. Se o justo é infeliz é porque passa por uma prova que lhe será levada em conta, desde que a saiba suportar com coragem. Lembrai-vos das palavras de Jesus: "Bem-aventurados os que sofrem porque serão consolados".

Kardec...

Inveja e ciúme! Felizes os que não conhecem esses dois vermes vorazes. Com a inveja e o ciúme não há calma, não há repouso possível. Para aquele que sofre desses males, os objetos da sua cobiça, do seu ódio e do seu despeito se erguem diante dele como fantasmas que não o deixam em paz e o perseguem até no sono. O invejoso e o ciumento vivem num estado de febre contínua. É essa uma situação desejável? Não compreendeis que, com essas paixões, o homem cria para si mesmo suplícios voluntários e que a Terra se transforma para ele num verdadeiro inferno?

FONTES DE INFELICIDADE

PERDA DE ENTES QUERIDOS

Se a terra é uma prisão que serve a alma para purgar os seus débitos, expiar o seu passado, o Espírito que vai primeiro liberta-se desse aguilhão? Por que querê-lo ao nosso lado? Porque privá-lo de sua felicidade no mundo espiritual, para sofrer mais tempo aqui conosco. Quem foi liberta-se do Planeta e das suas provações.

Se suportarmos com coragem, se soubermos impor silêncio às nossas lamentações, haveremos de nos felicitar quando estivermos fora desta prisão terrestre, como o paciente que sofre se felicita ao se ver curado, por haver suportado com resignação um tratamento doloroso.

FONTES DE INFELICIDADE

DECEPÇÕES E INGRATIDÕES

Quando estivermos envoltos com esse tipo de sofrimento, lembremo-nos de que a ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde corações insensíveis como ele próprio o foi. A ingratidão é uma prova para a persistência em fazer o bem. Na contrabalança do sofrimento existe a afeição daqueles que nos amam, a de encontrar corações que simpatizam com o nosso. Essa ventura é recusada ao egoísta.

FONTES DE INFELICIDADE

UNIÕES ANTIPÁTICAS

Diz respeito às afeições do corpo e da alma. Podemos vê-la como uma prova, uma punição. Nesse mister, lembremo-nos de que o Espírito é quem ama, e não o corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade. É importante, para o nosso próprio bem, evitarmos o preconceito, que é um conceito criado antecipadamente, principalmente no relacionamento humano. Quantos não são as amizades duradouras, que se iniciaram com uma antipatia?

FONTES DE INFELICIDADE

PREOCUPAÇÃO COM A MORTE

Por que tememos a morte?

Por nossa ignorância acerca do desconhecido e por idéias errôneas acerca do Céu, do Inferno e Paraíso, sendo mais certo de que se vai para ao Inferno. Aqueles que pensam por si mesmos, fogem dessas idéias dogmáticas, e acabam tornando-se ateus e materialistas, não acreditando em mais nada além dessa vida terrena.

A morte, pelo contrário, não inspira nenhum temor ao justo, porque a fé lhe dá a certeza do futuro, a esperança lhe acena com uma vida melhor e a caridade cuja lei praticou, lhe dá a segurança de não temer os que lá estão.

FONTES DE INFELICIDADE

SUICÍDIO

De onde vem o desgosto pela vida? Efeito da ociosidade, da falta de fé e geralmente da sociedade. É contrário à Lei de Deus, pois ninguém tem o direito de dispor da própria vida. É o único ato que obsta o nosso livre arbítrio. Convém, para bem pensar sobre este assunto, ponderar sobre os atenuantes e os agravantes desse ato humano.

CONCLUSÃO

Uma reflexão, depois de analisarmos as diversas formas de infelicidade, nos remete a ver com outros olhos aquilo que é motivo de nosso sofrimento. Como o acaso não existe, a coragem de suportar a nossa sina faz-nos penetrar mais profundamente nas verdades eternas, que são as leis de Deus inscritas em nossa consciência.

Até a próxima!! “ A fatalidade do Espírito é ser Feliz, quando e como chegaremos Lá, depende de cada um de nós” Joanna D’angelis



Penas E Gozos Terrenos

Nova Missão dos Espíritas




Nova Missão dos Espíritas

Alkíndar de Oliveira

[Cap. 8 do livro Aprimoramento Espírita - Editora Truffa - www.editoratruffa.com.br]



“Ide e pregai a palavra divina. É chegada a hora em que deveis sacrificar, em favor da sua divulgação, hábitos, trabalhos, ocupações fúteis. Ide e pregai: os Espíritos elevados estão convosco.” — Erasto (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 20 – Os trabalhadores da última hora – Missão dos espíritas)

As palavras do Espírito protetor Erasto não só ressaltam a importância do espírita consciente em divulgar o Espiritismo como nos faz refletir sobre um outro ângulo da necessária divulgação. Leva-nos, as palavras de Erasto, a indagar:

“Será que esse ‘Ide e pregai’ significa pregar as palavras divinas nas Casas Espíritas, apenas?” “Será que Erasto não estava indicando-nos uma amplitude maior, imaginando a importância de pregarmos as palavras divinas não somente nas Casas Espíritas?”

É importante que conscientizemo-nos que é missão dos espíritas divulgar as palavras consoladoras não somente para os espíritas, mas para todas as pessoas. Não teremos dúvida quanto a essa dedução se atentarmos à seguinte frase contida no texto “Missão dos espíritas”: “Certamente falareis com pessoas que não quererão ouvir a palavra de Deus (…)”. Se o Espírito Erasto disse que falaríamos a quem não quer ouvir a palavra de Deus, então não estava referindo-se aos freqüentadores da Casa Espírita. A boa lógica leva-nos a concluir que nossa missão vai além do que hoje estamos fazendo. Precisamos começar uma verdadeira cruzada a favor da divulgação de nossa Doutrina. O culto ao bezerro de ouro precisa ser combatido com todas as forças.

Cruzada?

Combater o culto ao bezerro de ouro?

Ao leitor que se assustou com as palavras “cruzada” e “combater o culto ao bezerro de ouro”, atenção: essas palavras não são do autor deste texto. Elas estão em O Evangelho segundo o Espiritismo, nosso guia de vida. Essas palavras são de Erasto, que disse:

“(…) parti em cruzada contra a injustiça e a maldade. Ide e aniquilai esse culto ao bezerro de ouro, que se expande dia após dia. Ide, Deus voz conduz!”

Talvez o leitor pense: “Será que essas novas atitudes não implicariam em pisarmos em terreno perigoso?”

Caro leitor, Jesus e Kardec, não pisaram em terrenos perigosos? Se Jesus e Kardec foram audaciosos, pisando em terreno “minado”, sendo maltratados, criticados e ultrajados, por que nós espíritas devemos, tranqüilos, continuar sendo levados ao sabor do vento calmo?

Há um grande risco no ar!:

Somos humanos. Isso significa dizer, somos falhos.

E, de repente, ansiosos por seguirmos a sugestão de Erasto, ansiosos por sermos audaciosos, como foram Jesus e Kardec, podemos errar. Podemos colocar os pés pelas mãos. A nossa palavra, não obstante revestida da boa vontade, pode criar polêmicas inúteis. Pode desrespeitar as demais instituições, pode projetar uma imagem negativa do que é ser espírita, e do que é o Espiritismo. Por tudo isso, é importante que saibamos que, para fazer parte do grupo que divulgue o Espiritismo além das quatro paredes do Centro Espírita, é preciso que o espírita-divulgador tenha algumas especiais qualidades, dentre elas:

a. seja um profundo conhecedor da Doutrina Espírita;

b. seja espírita praticante;

c. não faça proselitismo;

d. respeite e valorize todas as instituições religiosas;

e. não entre em polêmicas inúteis;

f. faça prevalecer, nas eventuais discussões, o direito de escolha religiosa;

g. aja sempre com brandura e bom senso.

Sabemos que encontrar pessoas que reúnam todas as qualidades acima não é impossível, mas, também, não é fácil. A tendência natural é que acatem essa missão, os espíritas que mais abraçam as palavras do que os atos. E o ideal seria que estivessem à frente dessa cruzada, aqueles espíritas que mais valorizam os atos do que as palavras. E geralmente, obviamente com exceções, falta a esses por demais sensatos e grandiosos espíritas uma qualidade extremamente necessária no mundo de hoje: falta audácia.

Temos aí um dilema! Os que, por direito adquirido (por serem espíritas exemplares), podem cumprir essa missão, tendem a não cumpri-la. Os que ainda não adquiriram o direito de cumprir essa missão querem cumpri-la.

Uma observação: a afirmação de que os espíritas exemplares tendem a não cumprir essa missão, talvez leve a interpretações de que esses não trabalham a favor do Espiritismo. Não é isso. Todos sabemos que cada vez mais os espíritas estão atuando a favor do Espiritismo, que cada vez mais surgem compêndios e livros esclarecedores, que cada vez mais a união e a unificação têm sido metas de muitas Casas Espíritas. Fácil fica entender a afirmação que “os espíritas exemplares tendem a não cumprir essa missão”, se o leitor não esquecer que esse texto faz referência a um outro ângulo da divulgação, que é a missão de levar o Espiritismo para fora da Casa Espírita. Caro leitor, esse texto que você está lendo deixa de ter sentido caso você já tenha visto em sua cidade, por intermédio de cartazes, e também nos principais jornais, bem como no rádio e na televisão, a divulgação de uma palestra espírita, dirigida aos não-espíritas, cujo tema seja (por exemplo): “Conheça o Espiritismo e acabe com seu preconceito”. Aí vem a pergunta: é comum ocorrerem palestras espíritas dirigidas aos não-espíritas de sua cidade? A resposta, quase que geral, é “não”. Se assim é, estamos bem fazendo nossa parte em relação ao “Ide e Pregai”?

Não podemos postergar essa nossa missão de levar o Espiritismo além das quatro paredes do Centro Espírita.

O desafio aí está!

Joanna de Ângelis, de forma explícita, também reforça a necessidade de levarmos, a outros cantos, a essência da Doutrina Espírita. Nas páginas 175 e 176 do livro psicografado por Divaldo Franco, Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda (Leal), Joanna de Ângelis diz: “cabem neste momento graves compromissos que não podem nem devem ser postergados”. Essa tão querida educadora espiritual passa-nos os quatro procedimentos que cabem aos espíritas e que, repetindo, “não podem nem devem ser postergados”:

I. proclamar a Era Nova;

II. demonstrar a existência do mundo causal (causa e efeito);

III. demonstrar a anterioridade do Espírito ao corpo; e

IV. demonstrar os incomparáveis recursos saudáveis defluentes da conduta correta, dos pensamentos edificantes, da ação do bem ininterrupto.

Joanna de Ângelis esclarece que os procedimentos acima devem ser demonstrados “pela lógica e pelo bom senso, assim como através da mediunidade dignificada”. Alerta-nos ainda que esses procedimentos devem ser executados pelos “espíritas conscientes das suas responsabilidades – aqueles mesmo que se equivocaram e agora recomeçam em condições melhores”. E ainda complementa: devemos agir “sem qualquer desconsideração pelos diferentes credos religiosos e filosofias existentes.”

Como espíritas, não nos esqueçamos: de nossa missão, segundo Erasto, e dos nossos graves compromissos, segundo Joanna de Ângelis.

Mãos à obra! Sejamos espíritas audaciosos: sem proselitismo e sem desrespeitar as demais instituições religiosas, levemos, além de nossas quatro paredes, as palavras consoladoras de nossa amada Doutri



1 de novembro de 2011

EM MEMÓRIA AO MEU FILHO DESENCARNADO HÁ 5 MESES

EM MEMÓRIA AO MEU FILHO DESENCARNADO HÁ 5 MESES





Este é meu querido filho Elison, que partiu para a Pátria



espiritual há cinco meses, u seja, 28/05/2011... Não.... não IREI ao cemitério, porque meu



filho não está lá.



Encontra-se no Plano Espiritual. Ficarei em orações por ele... já



comprei um lindo cartão para ele,



afinal ele fará 48 anos dia 18 da Novembro.



Comprarei flores também. Tenho certeza que ele



virá até aqui e terá certeza que é muito amado



e nunca será esquecido



TE AMO ETERNAMENTE, MEU FILHO

Sua mãe,

Suely


FINADOS NA VISÃO ESPÍRITA



FINADOS NA VISÃO ESPÍRITA
O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas - somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito. Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.





COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS?



Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.



PODEMOS CHORAR?

Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.






ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?



Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.



Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar. Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.


Compilação de Rayana




21 de outubro de 2011

PALESTRA -ESCURECIMENTO GLOBAL X AQUECIMENTO GLOBAL

MARGARETE ÁQUILA ESCURECIMENTO GLOBAL X AQUECIMENTO GLOBAL


http://www.youtube.com/watch?v=CT7zASfMC6E

Quando a Rosa Fala ao Coração)





(Quando a Rosa Fala ao Coração)



Irmão de senda espiritual,

Por favor, olhe para dentro de ti mesmo,

E veja o sol em teu próprio coração.



Redescobre o teu verdadeiro caminho, para além dos caminhos...

E hasteie a bandeira do discernimento em tua jornada,

Para que ela tremule sob a ação do vento da esperança.



Preste atenção em Tua Alma, pois tu vives n’Ela – e por Ela.

E a tua verdadeira origem é a Luz.

E a música dos astros retumba em ti, sempre...



Tu vieste das plagas estelares.

Portanto, tu és um cidadão do universo.

Mas, no momento, estás tocando a pele viva da Terra.



Tu és filho do Grande Arquiteto Do Universo!

E carregas a eternidade em teu coração.

Ah, as estrelas são tuas irmãs.



Não te esqueças de Tua Alma, jamais!

Olhe dentro de ti mesmo – em tua essência.

E reconhece o Poder de Teu Pai Celestial.



O mesmo Poder que engendrou o infinito...

E que é o Amor mais lindo de todos.

E que habita em teu coração.



Irmão estelar, jamais renegue tua origem.

Porque, sem a Luz, tu não és nada!

E, sem Amor, tu te tornas miserável.



Às vezes, o teu ego te engana e te seduz...

Então, tu tergiversas na senda e se perde no abraço do orgulho.

E Tua Alma acaba sofrendo nos meandros de tuas ilusões.



E quando tu te perdes, machucas aos outros – e também a ti mesmo.

E, no entanto, tu poderias haurir forças nas asas da prece.

Para energizar teus passos na senda...



Ah, nos momentos de prova, escute Tua Alma.

Então, tu perceberás uma linda rosa florescendo em teu coração.

E tu te sentirás abraçado por um Grande Amor.



Irmão de senda, nada está fora de teu Ser.

E quando tu reconheces Tua Alma, te sentes em casa...

Porque tua origem é a Luz.



Ah, jamais te esqueças de Tua Alma – por nada nesse mundo.

E nem renegues ao Teu Pai Celestial – que te deu o sopro vital.

Ah, rende-te ao Amor que habita em teu coração.



Diante das dores do mundo, recolhe-te em prece, e cale o teu ego.

E pede a Tua Alma que vibre pelo Bem de todos.

E, em silêncio, abrace o mundo com energias serenas e amistosas.



Ah, meu irmão, deixe a rosa florescer em teu coração.

Pelo Bem de Tua Alma... Na Força de um grande amor.

Porque a tua verdadeira senda é no Coração do Todo.



Então, caminhe... Com toda Tua Alma, sempre honrando a Luz.

Com a tua flor aberta, pelo Bem de todos...

Em Nome do Grande Arquiteto Do Universo, Fonte Imanente de todos.



Que Deus abençoe a tua jornada.



Paz e Luz.



- Os Iniciados –

(Recebido por Wagner Borges – São Paulo, 18 de março de 2011.)



- Nota:

Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.

Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.

Esse texto faz parte do prefácio do livro “Eu, Pilatos” – de Mauricio Santini -, lançado pela Editora ProLíbera. A obra é o resultado de suas experiências metafísicas vividas ao longo de anos. São clarividências, clariaudiências, projeções astrais, e percepções extrassensoriais, entre outras, que viajam num dos acontecimentos mais importantes do planeta, a passagem de Jesus de Nazaré pela Terra.





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NAS ASAS DA NOVA ERA

ÁUDIO BOOK - ROMANCES - DRAMATIZAÇÃO

"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
Minisérie Nosso Lar, uma adaptação para radionovela.
Produção LBV, direitos autorais FEB.
Capítulos
Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
Capítulos
Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
Capítulos

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