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13 de dezembro de 2011

O PROGRESSO NA VIDA DA HUMANIDADE























O PROGRESSO NA VIDA DA  HUMANINDADE
Boa Vontade Mundial


Estamos começando a acompanhar a nossa primeira tentativa de exploração, como espécie, das dimensões espirituais interiores

“... o verdadeiro problema está no campo da consciência... a luta é entre a forma e a vida dentro da forma, e entre o progresso, levando à libertação do espírito humano, e a atividade reacionária, levando à prisão da consciência humana e à restrição de sua liberdade de expressão.” (Alice Bailey)



“Se o desejo de satisfazer os desejos é fundamental para a vida do homem, o desejo de servir é igualmente essencial para a alma.” (Alice Bailey)



“O progresso é a lei da vida. O homem não é homem ainda.” (Robert Browning, “Paracelso”)



“Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e comprometidos possa mudar o mundo. Na realidade, é o único que tem conseguido.” (Margaret Mead)



A história de toda a vida é de avanços, de transformações, de nutrir o potencial latente para trazê-lo à manifestação e o incessante surgimento do novo. Este é o ponto de vista espiritual. Aplica-se a todo ser humano, à humanidade como um todo, a um planeta, a um sistema solar, e, até onde podemos perceber, ao universo manifestado na sua totalidade.

Na vastidão desta imagem universal somos confrontados com o fato extraordinário de que uma forma de vida que chamamos humanidade, com uma consciência autorreflexiva desenvolvida, surgiu em um planeta aparentemente insignificante de uma pequena parte do universo, já capaz de compreender o conceito de quase todo o infinito Cosmos material do qual ele - nós - somos uma minúscula parte.

Maravilhosamente agora, estamos começando a acompanhar a nossa primeira tentativa de exploração, como espécie, das dimensões espirituais interiores. Em resposta ao caleidoscópio da experiência humana, desenvolvemos a capacidade de refletir, de fazer perguntas, de saber mais sobre os diferentes motivos que governam nossas vidas e de meditar sobre os ideais e as qualidades que aspiramos. Esta condição de reflexão marca o estágio de evolução, quando o primeiro vislumbre da luz da alma que habita interiormente é detectado.

Manifesta-se no reconhecimento de que há valores melhores pelos quais viver (ver este assunto), do que aqueles colocados em primeiro lugar pelo interesse próprio. O desejo de satisfazer as necessidades dos outros desafia os velhos hábitos egoístas, e um crescente sentimento de responsabilidade pelo bem-estar dos outros se torna um motivo cada vez mais insistente de ação.

 Em outras palavras, a pessoa torna-se progressivamente um doador e cada vez menos um tomador. No nível coletivo podemos ver esse padrão incorporado pelas pessoas de boa vontade em qualquer nação respondendo aos valores mais elevados e desafiando as condições, muitas vezes a um grande custo pessoal.

Para cada ser humano, esta história significou a criação de uma longa e minuciosa forma através da qual a realidade interna da alma pode expressar-se; uma jornada de existências que a maioria de nós ainda está longe de terminar. No nível mais amplo, a história registrada da experiência humana - as culturas, as religiões, os impérios que foram construídos e posteriormente desapareceram - pode ser considerada de uma forma similar, como tentativas sequenciais para construir melhores formas. Naturalmente e, obviamente, houve muitas falhas, assim como êxitos no caminho.

Na maior parte da História a verdade disto tem sido compreendida somente por muito poucos. Mas, a todo o tempo o objetivo de "tornar-se Homem", para parafrasear Robert Browning, foi imaginado por esses poucos, mediando e filtrando através da mitologia e da religião institucional, e apresentando à humanidade de qualquer período específico uma forma que poderia ser aproveitada e numa medida de rotina.



O Progresso Passado



Um olhar para trás ao longo dos relativamente poucos milhares de anos de história registrada dá uma imagem dupla da intensidade do esforço humano em direção a algum tipo de melhoria ou liberdade, em paralelo com a marcha inevitável para o colapso e para o esquecimento. Isto é maravilhosamente expresso no poema de Shelley, Ozymandias, com sua descrição da estátua quebrada no deserto - tudo o que resta de um governante orgulhoso e seu império brilhante. Em seu fascinante livro

Uma Breve História do Progresso, Ronald Wright faz um amplo levantamento de muitas das civilizações e culturas que surgiram, existiram e, finalmente, desapareceram no esquecimento. Não obstante todas as civilizações serem únicas, ele, no entanto, destaca padrões recorrentes em sua emergência e desenvolvimento e nas circunstâncias que levam ao seu desaparecimento final.

Uma das ideias interessantes que ele explora é a "armadilha do progresso". Toda civilização começa com uma "dádiva de capital" do meio ambiente. Enquanto uma civilização vive dentro de seus meios - em outras palavras, do investimento proveniente do capital e não do próprio capital, então ela pode - e em alguns casos acontece - continuar indefinidamente, pois está vivendo em harmonia com o mundo natural. Mas assim que começa a viver acima das suas possibilidades e começa a consumir o seu capital, como é o padrão usual, então o seu desaparecimento é inevitável.

Um exemplo perfeito disso é a civilização da Ilha de Páscoa, no Pacífico, onde as pessoas em algum momento entre os séculos XV e XVI foram vítimas de seu próprio sucesso. Uma população em expansão exerce pressão crescente sobre o ambiente natural da ilha.

Mais e mais das árvores originalmente abundantes foram derrubadas para fornecer madeira para habitação, canoas e, sobretudo, para o transporte e montagem das estátuas, ou Moai, pelas quais a ilha é tão famosa. Análise das camadas anuais dos lagos em crateras da ilha mostra que não houve mais depósitos de pólen de árvores após o início do século XV. Em outras palavras, em algum momento, os então habitantes da ilha cortaram a última árvore.

Como os recursos se tornaram escassos, vários clãs da ilha começaram a lutar por aquilo que foi abandonado, e no momento em que os exploradores europeus chegaram, em meados do século XVIII, a população tinha diminuído de 10.000 para 2.000 pessoas.

Outro exemplo que Wright cita é a Atenas do Século VI AC onde, em contraste com a falta de previsão dos habitantes da Ilha da Páscoa, houve uma tomada de consciência de um possível problema futuro pela derrubada das florestas. Pelo menos dois governantes - Sólon e Pisístrato posteriormente - trataram de resolver esses problemas potenciais: primeiro proibindo o cultivo nas vertentes montanhosas; depois oferecendo subvenções para estabelecer pomares de olivas que poderiam estabilizar o solo.

Ronald Wright observa com ironia que “tal como os esforços em nossos dias, financiamento e vontade política foram inadequados para a tarefa”.

A um simples olhar, esses exemplos oferecem um padrão de vida do qual a humanidade não pode escapar. Inevitavelmente eles nos fazem perguntar se estamos, de maneira coletiva, num curso precipitado que acabará em desastre para nossa atual humanidade

não pode escapar. Inevitavelmente eles nos fazem perguntar se estamos, de maneira coletiva, num curso precipitado que acabará em desastre para nossa atual humanidade, que está exaurindo a sua dádiva de capital num ritmo alarmante. Mas, para uma visão interna, esses e muitos outros exemplos são mais bem vistos como experimentos, onde os motivos que levaram ao sucesso ou ao fracasso são reconhecidos e entendidos e as lições aprendidas gradualmente contribuem para o desenvolvimento de um caráter mais responsável e amoroso, num nível tanto individual como da coletividade.

Talvez fosse útil se focássemos no progresso humano como um processo dual. Há em primeiro lugar um componente materialista. É aquilo com o qual estamos todos muito familiarizados, especialmente no Ocidente, onde o progresso material tem sido uma de suas notáveis realizações. De fato, desde o Renascimento Europeu, a engenhosidade humana e a vontade de saber, em conjunto, precipitou entre muitas outras coisas de tirar o fôlego uma expansão de descoberta científica e tecnológica, de invenção e realização. Isso não pode ser negado.

A humanidade tem uma dívida enorme para com os servidores nestas áreas que elevaram a expectativa e os padrões de vida humana, e desenvolveram enormemente o conhecimento científico e a habilidade. Na atualidade, por exemplo, temos a capacidade de alimentar e cuidar adequadamente de cada pessoa no mundo. O fato de não o fazermos não é um problema de recursos ou de capacidade técnica, pelo menos no momento, mas um problema de falta de visão e vontade política suficiente - ambas qualidades do coração.

Isso nos leva a considerar a segunda dimensão paralela do progresso humano, que abraça o lado espiritual da vida e cobre o refinamento emocional, o desenvolvimento da inclusividade ao invés do pensar separativo, o despertar ético, e um crescente sentimento de responsabilidade universal, que podem ser, todos, descritos como expansões de consciência.
 
É essa segunda dimensão que é crucial. Que progressos podemos identificar aqui? Porque é óbvio que se nós não avançamos tanto espiritual como materialmente, então todos os outros progressos são uma espada de dois gumes. Para todos os seus enormes benefícios, o progresso material tem também muitas vezes significado, e continua a significar, que simplesmente somos capazes de desenvolver formas mais manipuladoras para construir impérios, a explorar destrutivamente o meio ambiente e inventar formas mais terríveis de matar uns aos outros.
 
No nosso tempo, especialmente, o progresso material está criando uma “nêmesis” da humanidade na forma de nossa crescente ameaça à integridade de toda a biosfera do planeta. Nas mentes de alguns, isto põe em causa o progresso futuro e até mesmo a continuidade da raça humana.

9 de dezembro de 2011

Transição Planetária - Dr. Bezerra de Menezes - 14 de julho 2011


Transição Planetária - Dr. Bezerra de Menezes

 Esclarecimentos e Orientações trazidos pelos benfeitores espirituais

Convocação - Bezerra de Menezes

... Nós fomos chamados por Jesus para tornar o mundo melhor.





Não foi por acaso que na hora última a voz do Divino Pastor chegou até nós.





Não nos encontramos no mundo assinalados apenas pelos delitos e os erros pretéritos, somos os Servos do Senhor em processo de aperfeiçoamento para melhor servi-lo.





Nem a jactância dos presunçosos, nem a subestima dos que preferem a acomodação.





Servir, meus filhos, com a instrumentalidade de que disponhamos é o nosso dever.





Observamos que a seara cresce, mas os trabalhadores não se multiplicam geometricamente como seria de desejar, porque estamos aferrados aos hábitos doentios, que no momento da evolução antropológica, serviram-nos de base para a transformação do instinto em emoção edificante .





A maneira mais segura de preservar os valores do Evangelho de Jesus em nós é através da vinculação mental com o Nosso Condutor.









Saiamos da acomodação justificada de maneira incorreta para a ação.





Abandonemos as reações perturbadoras e aprendamos as ações edificantes.





Sempre dizemos que necessitamos de Jesus, sem cuja Misericórdia estaríamos como náufragos perdidos na grande travessia da evolução, mas tenhamos em mente que Jesus necessita de nós, porque enquanto falamos a Ele pela oração Ele nos responde pela inspiração.





Ele age pelos nossos sentimentos através das nossas mãos. Sejam as mãos que ajudam, abençoadas em grau mais expressivo do que os lábios que murmuram preces contemplativas.





A nossa postura no mundo neste momento é de misericórdia.





Que nos importem os comentários deprimentes a nosso respeito, se valorizamos o mundo, respeitando os seus cânones e paradigmas? Não nos preocupemos com que o mundo pensa e fala de nós através de outros corações.





No belo ensinamento de Jesus na casa de Lázaro, enquanto Maria o ouve e Marta se afadiga temos uma lição extraordinária – não é necessário ficar numa contemplação de natureza egoística, mas é necessário aprender para poder servir.





A atitude de Marta é ansiosa, era a preocupação com o exterior. A atitude de Maria era iluminativa, a que parte dos tesouros sublimes da coragem e do amor, através da sabedoria, para poder melhor servir.





O serviço é o nosso campo de iluminação.





Nós outros, os companheiros da Vida Espiritual, acompanhamos as lágrimas que são vertidas pelos sentimentos de todos aqueles que nos suplicam ajuda e, interferimos com a nossa pequenez, junto ao Mestre Incomparável para que Ele leve ao Pai as nossas necessidades, mas bendigamos a dor sem qualquer laivomasoquista; agradeçamos a dor que nos desperta para a Verdade, e que nos dilui as ilusões; que faz naufragar as aventuras de consequências graves antes que aconteçam.





Estamos portanto convocados para a construção da Sociedade Nova, na qual o bem pairará soberano, como já ocorre, acima de todas e quaisquer vicissitudes.





Filhos da Alma, tende bom ânimo.





Não recalcitreis contra o aguilhão nem vos permitais a deserção lamentável ou a parada perturbadora na escalada difícil da sublimação.





Jesus espera-nos, avancemos!





Suplicando a Ele, o Amigo Incomparável de todos nós, envolvemos os afetuosos corações em dúlcidas vibrações de paz.







Na condição de servidor humílimo e paternal de sempre,



Bezerra



Muita paz



(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 14 de julho de 2011.)


SUELY CALDAS E CARLOS BERNARDO - PALESTRAS

O Livro dos Médiuns e a prática mediúnica - Suely Caldas Schubert Seminário "O Livro dos Médiuns e a prática mediúnica" com Suely Caldas Schubert em homenagem aos 150 anos de O Livro dos Médiuns. Realizado em 12 de junho de 2011 na União Espírita Mineira Alamar, Carlos Bernardo, a Obsessão e seus Mistérios Com Carlos Bernardo Loureiro, Alamar fez um dos programas com grande participação do público, com perguntas, através de telefone, fax e email da história do Espiritismo via Satélite. O tema foi "A obsessão e seus mistérios", que é título de um livro, de autoria do próprio Carlos Bernardo, que deve ser lido. Recomendo às pessoas, a formarem os seus conceitos sobre o notável pesquisador, Carlos Bernardo, pelos seus livros e suas gravações em vídeo e áudio, e não necessariamente por algum seguidor fanático que certamente ficou, posto que fanatismo é algo que ele nunca admitiu.

2 de dezembro de 2011

3 PALESTRAS - DR. HERNANI GUIMARÃES, ANDRÉ TRIGUEIRINHO E RAUL - REENCARNARNAÇÃO

3 PALESTRAS - DIVALDO, ANDRÉ TRIGUEIRINHO E HAROLDO DUTRA


PALESTRA ALAMAR REGIS - REENCARNAÇÃO - COM DR. HERNANI ANDRADE GUIMARÃES Histórico e inesquecível O Homem e o Meio Ambiente - O desequilíbrio ecológico na visão espírita - André Trigueiro O Homem e o Meio Ambiente - O desequilíbrio ecológico na visão espírita, ouvir a natureza e respeitar o poder das leis naturais - Cataclismos, predições e tragédias - A educação das novas gerações. Conferencista:André Trigueiro. Palestra do V SIMESPE, que foi realizado de 30 de julho a 1º de agosto de 2010, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco. Palestra Justiça da Reencarnação - Raul Teixeira

FUI MÃE MÁ



FUI MÃE MÁ

“Meus filhos,

- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar o que tiraram do supermercado e pedir desculpas ao dono…

- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso

- Essas eram as mais difíceis batalhas de todas…

- Mas Estou contente, venci…Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos e eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

- “Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo…

- Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

- Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.

- Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

- Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar nossos 16 anos para chegar um pouco mais tarde, e mesmo assim aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

- Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência….

- - Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

- FOI TUDO POR CAUSA DELA!”

- Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como minha mãe foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!”

Dr. Carlos Hecktheuer



Pense nisso…



Você pai, você mãe, não sejam omissos na educação de seus filhos porque as surpresas que o mundo reserva são cruéis e traiçoeiras…

Você filho, você filha, não ignore os bons conselhos… porque o mesmo mundo que te chama com uma força muito grande é o mundo que destrói e abandona…



O Senhor nos diz em Provérbios 23:13 “Não retires da criança a disciplina…”

Não tenha medo de dizer não, não tenha medo de acompanhar o seu filho nos lugares por onde ele quer ir, não tenha medo de perguntar, de questionar, de se aproximar…

Porque a maior dor que um pai e uma mãe pode ter em seu coração é a dor da omissão…

O Senhor diz também ao jovem: Tudo nos é permitido, mas nem tudo nos é licito, nem tudo é bom, nem tudo constrói, nem tudo edifica…

Não despreze o bom conselho, por mais chato e antiquado pareça ser.

Em Eclesiastes 11:9 “Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas Deus te trará a juízo”.



Pense nisso!

Deus não nos fez para a infelicidade, Ele nos ama com laços de amor, de compreensão, de liberdade. Somos livres para escolher o caminho a ser tomado e somos inteligentes o suficiente para entender que tudo o que plantamos, colhemos.

Pense nisso…

Viva a vida com liberdade e sabedoria, com alegria e prudência…

Deixe o amor de Deus conduzir a sua vida e seja feliz!!!







28 de novembro de 2011

Haroldo Dutra Dias, Seminário: O novo testamento, parte 1 E 2





 
Haroldo Dutra Dias, Seminário: O novo testamento, parte 1


 


Haroldo Dutra Dias, Seminário: O novo testamento, parte 2

A Arma Infalível







A Arma Infalível





Certo dia, um homem revoltado criou um poderoso e longo pensamento de ódio, colocou-o numa carta rude e malcriada e mandou-o para o chefe da oficina de que fora despedido.





O pensamento foi vazado em forma de ameaças cruéis.

E quando o diretor do serviço deu as frases ingratas que o expressava, acolheu-o, desprevenidamente, no próprio coração, e tornou-se furioso sem saber porque.



Encontrou, quase de imediato, o subchefe da oficina e, a pretexto de enxergar uma pequena peça quebrada, desfechou sobre ele a bomba mental que trazia consigo.





Foi a vez do subchefe tornar-se neurastênico, sem dar o motivo. Abrigou a projeção maléfica no sentimento, permaneceu amuado várias horas e, no instante do almoço, ao invés de alimentar-se, descarregou na esposa o perigoso dardo intangível.





Tão-só por ver um sapato imperfeitamente engraxado, proferiu dezenas de palavras feias; sentiu-se aliviado e a mulher passou a asilar no peito a odienta vibração, em forma de cólera inexplicável. Repentinamente transtornada pelo raio que a feriara e que, até ali, ninguém soubera remover, encaminhou-se para a empregada que se incumbia do serviço de calçados e desabafou.





Com palavras indesejáveis inoculou-lhe no coração o estilete invisível.

Agora, era uma pobre menina quem detinha o tóxico mental. Não podendo despejá-lo nos pratos e xícaras ao alcance de suas mãos, em vista do enorme débito em dinheiro que seria compelida a aceitar, acercou-se de velho cão, dorminhoco e paciente, e transferiu-lhe o veneno imponderável, num pontapé de largas proporções.





O animal ganiu e disparou, tocado pela energia mortífera, e, para livrar-se desta, mordeu a primeira pessoa que encontrou na via pública.

Era senhora de um proprietário vizinho que, ferida na coxa, se enfureceu instantaneamente, possuída pela força maléfica. Em gritaria desesperada, foi conduzida a certa farmácia; entretanto, deu-se pressa em transferir ao enfermeiro que a socorria a vibração amaldiçoada. Crivou-se de xingamentos e esbofeteou-lhe o rosto.





O rapaz muito prestativo, de calmo que era, converteu-se em fera verdadeira. Revidou os golpes recebidos com observações ásperas e saiu, alucinado, para a residência, onde a velha e devotada mãezinha o esperava para a refeição da tarde. Chegou e descarregou sobre ela toda a ira de que era portador.

- Estou farto! - bradou a senhora - é culpada dos aborrecimentos que me perseguem!

Não suporto mais esta vida infeliz! Fuja de minha frente! ...

Pronunciou terríveis. Blasfemou. Gritou colérico, qual louco.





A velhinha, porém, longe de agastar-se, tomou-lhe as mãos e disse-lhe com naturalidade e brandura:

- Venha cá, meu filho! Você está cansado e doente! Sei a extensão de seus sacrifícios por mim e reconheço que tem razão para lamentar-se.

No entanto, tenhamos bom ânimo!

Lembremo-nos de Jesus! ... Tudo passa na Terra. Não nos esqueçamos do amor que o Mestre nos regou...

Abraçou-o, comovida, e afagou-lhe os cabelos!





O filho demorou-se a contemplar-lhe os olhos serenos e reconheceu que havia no carinho materno tanto perdão e tanto entendimento que começou a chorar, pedindo-lhe desculpas.

Houve então entre os dois uma explosão de íntimas alegrias. Jantaram felizes e oraram em sinal de reconhecimento a Deus.

A projeção destrutiva do ódio morrera, afinal, ali, dentro do lar humilde, diante da força infalível e sublime do amor.



Néio Lúcio





24 de novembro de 2011

TESTAMENTO DE JESUS

TESTAMENTO DE JESUS

Eu, Jesus de Nazaré,

vendo próxima a minha hora, e,

estando na posse das minhas plenas faculdades,

para assinar este documento, desejo repartir

os meus bens entre as pessoas que me são mais próximas
 
Mas, sendo entregue como cordeiro,

para a salvação da humanidade,

creio ser conveniente, repartir entre todos.

E assim, deixo-lhes:

Todas as minhas coisas, que, desde o meu nascimento, estiveram presentes na minha vida e a marcaram de um modo significativo:

A Estrela:

Aos que estão desorientados e necessitam ver claro

para continuar em frente, e a todo aquele que desejar ser guiado e,ou, servir de guia.

*O lugar da Manjedoura:  
 
Aos que não têm nada,

nem sequer um sítio para se albergar

ou um fogo onde acalentar-se,

e, poder falar com um amigo.

Minhas Sandálias



São suas as sandálias e daqueles

que desejarem empreender um caminho em

que estejam sempre dispostos

a caminhar comigo.

A Bacia



onde lhes lavei os pés,

para quem quiser servir, para quem

desejar ser pequeno diante dos homens,

pois será grande aos olhos de Meu Pai.

O Prato


onde vou partir o pão.

É para os que viverem em fraternidade,

para os que estiverem dispostos a amar,

acima de tudo e a todos.

*O Cálice



Deixo-o aos que estiverem sedentos

de um mundo melhor e de uma sociedade

mais justa.

A Cruz




é para todo aquele que estiver disposto

a carregá-la

Minha Túnica:

A todo aquele que estiver NU e com frio.

Também quero deixar como legado à humanidade inteira, as atitudes que guiaram a minha vida:

Que elas sejam sua estrela guia.

Minha Palavra:



E o ensinamento que Me confiou o meu Pai,

a todo aquele que a Escutar e a puser em prática.
 
A Alegria

A todos os que desejarem partilhá-la.




A Humildade

É para quem estiver disposto a trabalhar

pela expansão do Reino dos Céus.

Meu Ombro




A todo aquele que necessite de um amigo

em quem possa reclinar a cabeça, e ao abatido

pelo cansaço do caminho, para que possa descansar e ganhar forças para continuar

a caminhada.
 
 
Meu Perdão


É para todos. Para os que dia após dia,

pecado após pecado, saibam voltar ao Pai.

“Naturalmente, sinto especial predileção

pelos mais débeis”.

Tudo isto e ainda mais, quero deixar-lhes mas,

sobretudo, é a minha vida o que lhes ofereço.



"Sou Eu mesmo, que fico convosco para continuar

a caminhar ao vosso lado, partilhando preocupações e problemas,

as vossas alegrias e gozos”.




"Sim , Eu sou a vida , mas vós, podeis transmiti-la.

Nada mais. Mas, mantenham-se unidos, e,

amem-se de verdade.

Eu vos amei até ao extremo, e, vos levo no meu coração.



“Jesus ”.



Compartilha esta mensagem, a quantos contatos tiveres.

Assim, estará dando oportunidade à outros, de saberem que nunca estivemos sós, nos momentos difíceis, e,

que em Cristo há nova vida.



(Desconheço a Autoria)

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ÁUDIO BOOK - ROMANCES - DRAMATIZAÇÃO

"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
Minisérie Nosso Lar, uma adaptação para radionovela.
Produção LBV, direitos autorais FEB.
Capítulos
Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
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Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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