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17 de julho de 2011

PROBLEMA TRAZ SUA SOLUÇÃO E O Livro de Thot - Da Torre ao Louco Final da Jornada.avi


PROBLEMA TRAZ SUA SOLUÇÃO





Todo problema traz a sua solução. Assim não fosse, nula seria a Lei da Dualidade que vigora desde as poeiras do nosso chão às mais distantes galáxias.

A sabedoria antiga nos dá conta dessa verdade com incontáveis exemplos, como aqueles que dizem respeito aos aspectos Bem e Mal; às polaridades Positiva e Negativa; aos sentimentos Amor e Ódio; e assim por diante. Um não existe sem o outro. Os dois lados dessa “moeda” são uma realidade na característica que lhe é própria, pois, a ausência de um simplesmente anularia a existência do outro.

Assim, tanto diante das Leis Naturais que ordenam o universo, como diante dos nossos problemas humanos, a Suprema Sabedoria aplica duas polaridades no mesmo fundamento, para o equilíbrio e a harmonia de tudo.

Precisamos constatar por nós mesmos as dualidades da natureza do universo, com seriedade de propósitos, se quisermos lograr algum êxito sobre as circunstâncias adversas. O que fazer? Deixarmos de observar e aprender ou reservarmos alguns minutos dos nossos dias a esse aprendizado?

Em nossa própria casa temos o mais evidente exemplo das polaridades que aparentemente são antagônicas e que, no entanto, se completam: a eletricidade com suas polaridades Positiva e Negativa em todos os cantos e aparelhos da nossa residência.

A partir desse ponto, vamos às nossas circunstâncias, pois todos nós temos sempre, ou eventualmente, problemas a resolver. Alguns poderão parecer tão insolúveis, que logo seremos tentados a desistir de toda essa “história de dualidade”. Mas não existe problema insolúvel. O que há são fatos que não podem ser mudados, e isto é coisa do nosso aprendizado como seres humanos.

Não podemos mudar nossa nacionalidade, nossa raça, nossa família, por exemplo. Contudo, apesar de não podermos mudar um fato podemos mudar nosso posicionamento diante dele. E assim, ao invés de reclamarmos por essa ou aquela situação, se quisermos evoluir precisamos analisar o porquê disso e daquilo, não sob o prisma do descontentamento supérfluo, mas sim sob a ótica do querer evoluir como alma. Porque o que nos parece imutável não é outra coisa senão um instrumento das Leis Naturais para nosso aprendizado em escala universal.

Todo problema traz a sua solução! Lembrando-nos de que um problema é uma circunstância, e mesmo que seja demorada, é situação efêmera. Pois, se não fosse passageira seria uma imposição, e o Universo não impõe qualquer coisa às Suas criaturas, uma vez que respeita Sua própria Lei de Livre Arbítrio e Sua Lei de Causa e Efeito.

Problemas são circunstâncias provisórias, a não ser que permitamos que em nós se perpetuem. É preciso que nos lembremos disto constantemente. E aqui, uma importante observação: se alguns fatos imutáveis assim não o fossem, as pessoas se afastariam deles sempre que se apresentassem como desagradáveis ou indesejados. E ao se distanciarem, estariam fugindo de algo que tinham a necessidade de aprender; como almas, na espiral evolucional do universo.

Mas quanto aos problemas circunstanciais, sim, podemos resolvê-los de acordo com o enunciado de que “todo problema traz sua solução”. É uma Lei Natural, e, portanto, verdade inquestionável – mas que depende do nosso esforço para compreendê-la e manejá-la a nosso favor.

A princípio, tudo isso pode parecer “filosofia motivacional”. Assim o fosse é já teria seus bons propósitos. Porém, essa exposição toca muito mais longe com sua verdade, uma vez que se trata de legislação universal. Contudo, essas leis não são anunciadas a nós como nos acostumamos a receber as coisas sob o rótulo de “leis prontas”. As leis naturais requerem que as aprendamos por observação e por vivência própria.

Sim, claro, podemos saber de sua existência e de seu funcionamento através de artigos e livros. Entretanto, jamais as compreenderemos profundamente se não as experenciarmos em nossas vidas, em nossas situações, conscientemente. Pois, uma vez que nos tornamos cientes dessas leis, que as aceitamos como parte dos Instrumentos de Instrução do Universo, saberemos como lidar com nossas circunstâncias com muito mais desenvoltura, o que envolve: com mais organização, sabedoria, prudência, aceitação e, principalmente, com dispositivos eficazes para soluções e transformações.

Alguém poderá dizer que uma dívida, quando problema, não traz consigo o dinheiro para saldá-la. Acontece que a contraparte de uma dívida não é propriamente o dinheiro, mas sim a nosso dever de quitá-la, mesmo que tenhamos que nos submeter a algum “sacrifício” para isso, como nos desfazermos de algo que nos pertence, por exemplo. A princípio não vemos isso como a “solução que veio com o problema”. Entretanto, se temos alguma coisa para vender, e assim, saldarmos nossa dívida, nós temos sim, uma solução. E essa solução vem sob os artigos de outra Lei Natural, aquela que proclama o desprendimento material em nome do nosso equilíbrio financeiro e, por conseguinte, emocional.

Dissemos que “todo problema traz sua solução”. No exemplo de uma dívida-problema aprendemos que o outro lado da moeda não é dinheiro. Obviamente que dívida e dinheiro não são partes de um mesmo todo, não são polaridades distintas de uma mesma energia. Mas colocamos essa situação aqui porque é sempre a questão financeira que primeiro vem à mente das pessoas quando se fala em “todo problema traz sua solução”. Assim, após o aprendizado através da Lei do Desprendimento, quando nos desfazemos de algo que nos pertence para honrarmos uma dívida, ou para beneficiarmos alguém, fica a lição proporcionada por outra lei, a Lei de Causa e Efeito: “Para cada ação, uma reação”; e isso se aplica ao que gastamos além do que podemos saldar.

Dinheiro e ausência de dinheiro são faces de uma mesma moeda. Porém, dívida e dinheiro, não! A outra face da dívida será sempre o pagamento da mesma. Assim, vemos que precisamos estar atentos quanto à nossa correta compreensão do que sejam as exatas faces das dualidades para, a seguir, nos situarmos de modo apropriado às soluções de que necessitamos.

E aqui, novamente, surge alguém nos lembrando de que isso pode ter acontecido por conta de algum imprevisto. Obviamente que os imprevistos não avisam, e quando surgem pegam a maioria de nós desprevenidos. Por quê? Porque nunca reservamos aos imprevistos qualquer margem da nossa atenção. Faço isso agora, mas... e se acontecer algum imprevisto? Terei uma solução?

E justamente por não nos prevenirmos contra imprevistos, mesmo sem sabermos exatamente sobre seus aspectos e sobre sua intensidade (ou não seriam imprevistos), somos sempre surpreendidos mais do que deveríamos ser se reservássemos sempre uma parcela de prudência quanto a eles.

Uma doença é um problema. E esse problema traz consigo sua solução? Aqui a contraparte da doença é a saúde, obviamente. São dualidades distintas de um mesmo aspecto natural, ou lados diferentes de uma mesma moeda. A solução que a doença traz junto com ela não é uma “dose de saúde extra”, ou algum “remédio oculto”. Se prestarmos mais atenção aos avisos da natureza compreenderemos que a solução vem como aviso. Cuidamos daquela emergência e, a partir daí, cuidaremos do equilíbrio das propriedades do nosso corpo. Aprendemos que a harmonia entre nossas defesas naturais e o nosso cuidado constante é a primeira solução diante dessa contraparte indesejável a que chamamos de “doença”. E no caso de uma doença incurável, essa situação será “classificada” como fato imutável, uma consequência mais ampla da Lei de Causa e Efeito para alguém, envolvendo a jornada de aprendizado além de sua vida atual.

E assim poderemos ir, de caso em caso, observando que na maioria das vezes as circunstâncias adversas, nossos problemas, em essência são fatores de aprendizado. Tal assertiva não anula o fato de que “todo problema traz sua solução”. Muito pelo contrário, o reforça. Porque todo problema é consequência apenas de desequilíbrio, desarmonia, e descuido; ou então, como produto daquilo que plantamos lá atrás, em um dia qualquer de nossas vidas, uma semente amarga a qual não demos o mínimo de nosso zelo, e que agora nos surge como uma árvore de espinhos bem no meio do nosso caminho.

Os exemplos e as conclusões ultrapassam os limites deste artigo. No entanto, se quisermos realmente mudar algo em nossas vidas, podemos começar relendo estas palavras. Com atenção redobrada, dando esse crédito a nós mesmos, como um “brinde” que a natureza nos oferece, retirando-o de suas entranhas para explicá-lo ao ser humano como “ciência natural”, como Leis Naturais que precisam ser observadas para se viver melhor.

Sim! A Natureza tanto nos oferece problemas com soluções, e também como soluções. Mas estejamos certos de que os problemas circunstanciais são criados mais por nossas mãos do que pelas asas translúcidas da Vida. Voemos, pois, com ela e com suas leis. E muito menos tocaremos nos espinhos de cada pedaço de chão.

© Copyright 2011 – Carlos Morandi – Fundação Biblioteca Nacional

O Livro de Thot - Da Torre ao Louco Final da Jornada.avi




Texto pesquisado por Sergio Carvalho com inspiração da Federação Galáctica pára esta edição, a Hermes Trimegistro e a Federação Galáctica meu eterno Amor e Gratidão com Amor pela humanidade.

Imagens reeditadas por Sergio Carvalho

Produzido e adaptado por Sergio Carvalho

Musica- Mental Voyager -Inner Romance









16 de julho de 2011

ULTIMO CAPÍTULO DE UMA SÉRIE DE 50 DO LIVRO NOSSO LAR DE ANDRÉ LUIS E A VIDA EXTRATERRESTRE E A DOUTRINA ESPÍRITA - LUIZ RICARDO GEDDO




ULTIMO CAPÍTULO DE UMA SÉRIE DE 50 DO LIVRO NOSSO LAR DE ANDRÉ LUIS,

MUITO MAIS COMPLETO QUE O FILME, POIS NOS TRÁZ ENSINAMENTOS

DOUTRINÁRIOS, TÃO IMPORTANTES PARA NOSSA EVOLUÇÃO



Nosso Lar - Cap. 50 - Cidadão de "Nosso Lar" - Apresentação - ANDRÉ LUIZ RUIZ





Palestra: Luiz Ricardo Geddo - A Vida Extraterrestre e a Doutrina Espírita Luiz Ricardo Geddo, nasceu em 10 de janeiro de 1956 em São Paulo. É economista e tem um programa de rádio e tv ( TV Mundo Maior ) "Fenômeno UFO": Uma janela para o cosmos transmitido pela Rede Boa Nova de Rádio, (1450 AM) todos os sábados às 13 horas. O programa apresenta entrevistas e atende aos ouvintes que participam, fazendo perguntas sobre o fenômeno UFO e sobre Espiritismo. O apresentador também recebe fotos com negativo para análise. Luiz Ricardo pesquisa esses fenômenos há 34 anos. Seu interesse começou quando ele teve uma série de avistamentos na segunda metade dos anos 60, no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, presenciou a materialização e desmaterialização de uma nave de forma cilíndrica. Sua avó também testemunhou este fato. Conversando com professores de Ciências, ele não obteve resposta para suas dúvidas. Chegou a ver "luzes que faziam manobras no céu a grande altura e altíssima velocidade". Acabou descobrindo um livro do seu avô chamado "Os Discos Voadores", que explica em parte aquilo que ele havia visto. E a partir daí começou a se interessar mais, a procurar outras obras, tornando-se hoje um pesquisador. Palestra de Luiz Ricardo Geddo Tema: A Vida Extraterrestre e a Doutrina Espírita Local: Fraternidade São francisco de Assis

ORAÇÃO PERMANENTE - HUBERTO ROHDEN




TEXTOS DE

HUBERTO ROHDEN

ORAÇÃO PERMANENTE

Muitas pessoas precisam de fatores externos para encontrarem Deus dentro de si. Outras vivem um vasto período de análise intelectual sem se permitirem um momento se quer, de intuição espiritual. Nós não podemos chegar à verdadeira experiência de Deus somente por meio da análise mental. Isto é apenas uma preliminar que deve ser ultrapassada para poder se alcançar uma certeza espiritual. A análise mental é como um grande labirinto sem saída.










Muitas pessoas ficam presas a métodos. Os grandes mestres não estavam preocupados com grandes métodos espirituais. O maior dos terapeutas dizia somente para que se orasse sempre. Sempre quer dizer orar 24 horas por dia, durante 365 dias por ano.










As pessoas confundem oração com reza, pensam que oração e meditação é um tipo de ato externo. Os mestres não falam de atos, falam de atitude. O que é atitude? Atitude é o modo de ser, não é agir, não é fazer alguma coisa, é ter a consciência do Ser, a consciência da Presença de Deus. Isso não significa pensar em Deus. Não adianta nada ficar pensando em Deus por que isso é apenas um ato. As pessoas não sabem distinguir entre pensar e conscientizar.










Mas o que é conscientizar? Conscientização é um estado permanente da consciência.










Pensar é uma sucessão de atos transitórios. O pensamento é sucessivo e analítico.










A consciência nada tem haver com análise, com sucessividade. Ela é um estado simultâneo, permanente do nosso ser espiritual, do nosso Eu. Eu e consciência são a mesma coisa. Ego e inteligência são outra coisa. A inteligência pensa, a consciência conscientiza, de maneira que, orar sempre não é pensar, não é falar, é ter a consciência do seu Ser. Naturalmente que quem se identifica com o seu ego intelectual não pode conscientizar. Agora, aquele que já descobriu a sua alma, o se Eu espiritual, pode perfeitamente conscientizar a Presença de Deus.










O evangelho diz: "Eu e o Pai somos um, o Pai está em mim e eu estou no Pai". Isto é conscientizar a Presença de Deus.










Não podemos pensar em Deus durante as 24 horas do dia, somente se não fizermos mais nada fora disto, suspender todo o trabalho profissional e pensar em Deus, mas isso não é possível. Agora, conscientizar a Presença de Deus é perfeitamente compatível com qualquer trabalho. Podemos trabalhar em qualquer profissão, dentro de uma consciência da Presença de Deus.










Conscientização é uma coisa muito parecida com respirar. Se alguém dissesse: "Você tem que respirar sempre e nunca deixar de respirar, por que se você deixar de respirar você morrerá em cinco minutos!" Isso é natural e todo mundo o sabe! Mas se a pessoa dissesse: "Eu não posso respirar sempre por que tenho que trabalhar!" Mas que bobagem é essa? Ora, é a mesma bobagem que estão cometendo quanto a pratica espiritual... Dizer que não podem conscientizar a Presença de Deus por que tem que trabalhar numa fábrica ou tocar um tipo de negócio... A respiração impede o nosso trabalho? Em absoluto, pois ninguém se preocupa com a respiração, durante as suas atividades do dia. As pessoas vão dormir tranqüilamente e continuam a respirar.










A Oração Permanente de que fala o grande mestre, é uma respiração da alma e nada mais. Assim como o corpo respira constantemente para poder viver, assim a alma deve respirar constantemente para poder viver. Quem não respira espiritualmente, morre espiritualmente. Quem não tem a consciência da Presença de Deus, não vive espiritualmente, seu viver não tem qualidade.










Duas coisas são necessárias para podermos viver fisicamente: comer e respirar.










Podemos deixar de nos alimentar por vários dias, através de jejuns, e não morrer, mas não podemos ficar sem respirar. Em cinco minutos, a falta de oxigênio nos mata. O oxigênio do ar é vida para o nosso corpo. Das comidas, extraímos as calorias. As calorias não são tão necessárias quanto o oxigênio.










Os mestres exigem que oremos sempre e não nunca deixemos de orar. Na nossa linguagem, podemos traduzir esta exigência por:










"Tende sempre a consciência permanente da Presença de Deus" - mas nunca pensando em Deus como uma pessoa. Deus é a vida Universal do Cosmos. Esta Vida Universal nos alimenta quando vivemos dentro da consciência cósmica da Presença de Deus. Para isto, não se faz necessário pensar. É um estado de consciência.










Os grandes mestres não recomendam uma meditação intermitente, uma hora por dia, eles exigem uma meditação permanente, 24 horas por dia. Isso não no sentido de um ato, mas sim num sentido de um estado. Não no sentido de um processo analítico de pensamento, mas sim, no sentido de uma consciência simultânea e permanente.










Isto para os principiantes é difícil de compreender, mas, se você se habituar a este estado de consciência, não a uma ato de pensamento, você irá verificar que a oração permanente ou o estado permanente da Presença de Deus, não impede nenhum trabalho, pelo contrário, torna todos os trabalhos mais fáceis.










Quando alguém se habituou a viver na consciência da Presença de Deus, ele verifica que os seus trabalhos outrora antipáticos se tornam simpáticos, outrora odiados, se tornam até amados. Ele pouco a pouco descobre que o trabalhar não é dever compulsório, mas sim, um querer espontâneo. Quando alguém passa do maldito dever para o bendito querer, então está tudo resolvido, por que o grosso da humanidade só trabalha por um maldito dever. Elas dizem que infelizmente tem que trabalhar para poder viver e sustentar a si e a sua família. Quando o trabalho é um maldito dever é um trabalho antipático. Quando o trabalho se transforma num bendito querer então o trabalho fica com gosto.










Todos os grandes iniciados trabalhavam muito; nenhum deles foi preguiçoso. Nenhum deles arranjou aposentadoria permanente para não trabalhar mais. Todos trabalhavam, mas, os verdadeiros iniciados trabalhavam por um bendito querer e não por um maldito dever.










Um dos mais modernos iniciados, Joel S. Goldsmith, que escreveu o maravilhoso livro A Arte de Curar pelo espírito, diz: "na primeira metade de minha vida, eu trabalhava para viver. Na segunda metade da minha vida, eu vivo para trabalhar". Note bem como ele inverteu o programa: primeiro ele trabalhava para viver - o maldito dever de trabalhar... Com o suor do teu rosto, ganharás o teu pão. Isto é dos não iniciados. Ele dizia que trabalhava para viver, mas que depois que entrou na iniciação espiritual, passou a viver para trabalhar. Todos nós, sem exceção, podemos chegar a este ponto. Isto vai depender do estado de consciência da pessoa, pois o trabalho é o mesmo. O que pode ser diferente é o motivo pelo qual se trabalha: ou por dever ou por querer. Dever é desagradável, querer é agradável. O dever nos faz escravos, o querer nos liberta, nos torna servidores.










Quem faz o que deve é escravo. Quem não faz o que deve é um mal escravo.










Quem faz por querer, faz com alegria, boa vontade, entusiasmo e amor e por isso, é livre e feliz.










A Oração permanente não impossibilita o trabalho profissional, muito pelo contrário, qualifica-o, torna-o gostoso e agradável. A Baghavad Gita recomenda: Trabalhar intensamente, mas renuncie a cada instante aos frutos do teu trabalho... não trabalhar por causa do resultado, mas por causa da autorealização. No Evangelho diz o nazareno: "Quando tiverdes feito tudo o que devíeis fazer, dizeis: agora somos servos inúteis, cumprimos a nossa obrigação, nenhuma recompensa merecemos por isso!" Não é trabalhar por recompensa, seja recompensa terrestre ou celeste, mas sim, por amor a sua autorealização, ao aperfeiçoamento do seu espírito, da sua alma - isto é um trabalho bendito!










Todos os grandes mestres recomendam aos seus discípulos que tenham duas asas para voar. Você já viu algum avião voar com uma só asa? Nenhum inseto voa com uma asa... Uma asa só, por mais bela e forte que seja, não serve. As duas asas que os grandes mestres recomendam são:










1. Orai sempre e nunca deixeis de orar.


2. Quem não renunciar a tudo que tem, não pode ser meu discípulo.










A primeira asa é muito simpática, mas a segunda, para os não iniciados, é muito antipática. Por que entendem que renunciar como uma coisa muito dolorosa. Eles logo compreendem por coisas materiais como dinheiro, casa, automóvel e outras coisas mais. Isso não é muito importante. Muito mais necessário é renunciar a si mesmo, que é muito mais importante do que renunciar a objetos.










Mas, o que vem a ser renunciar a si mesmo?










Quem não conhece a natureza humana não pode compreender estas palavras. Para esta pessoa, renunciar a si mesmo parece com suicidar-se. Mas isto não resolve nada, só piora a situação. Enquanto a pessoa se identifica com o seu ego, não renunciou a seu ego. Somente quando descobre que não é o seu ego físico-mental-emocional, o seu invólucro humano, que isto ele tem, mas que isso ele não é, que ele é o seu espírito, a sua alma, a luz do mundo, a pérola preciosa...Então, ele renunciou.










Renunciar é o descobrimento da verdade sobre si mesmo!










Quem não entrou no autoconhecimento, não renunciou! Renunciou a que?










Aqui não se trata de renunciar a objetos externos, impessoais, trata-se de renunciar a um objeto pessoal, interno, chamado ego. Dentro de nós existe uma ilusão de nos identificarmos com o nosso ego humano e é justamente a isso que devemos renunciar. Mas como renunciar a esta ilusão?










Uma ilusão só pode ser combatida pela verdade. Ilusão é escuridão, verdade é luz! É possível combater a escuridão a não ser pela luz? A ilusão de que eu sou o meu ego é uma treva, a verdade de que eu sou a minha alma é uma luz. Só podemos combater a ilusão de que somos um ego, pela ação da luz do autoconhecimento. Luz é presença, treva é ausência. Onde há 100% de presença há o de ausência.










O que os mestres recomendam é puro autoconhecimento e isto, cada um deve fazer.










Cada um precisa responder satisfatoriamente a pergunta: Quem sou eu? Quando o homem chega a conclusão de que é o espírito de Deus em forma individual, então, está liberto de toda ilusão.










Deus é Espírito Universal.










Eu sou o espírito de Deus em formal individual.


Eu sou uma emanação espiritual da Divindade Universal.










Então, a segunda asa é a renúncia. Quando se fala em renúncia, quase todo mundo se choca e pensa que se trata de uma renuncia a nível material externo. Pensam que renunciar é jogar tudo fora, perder tudo, ficar com nada... Isso não é verdade, pois a renúncia não se refere a coisas materiais, mas sim, mentais. A nossa falsa mentalidade ego é que deve ser renunciada.










Se alguém renunciar a ilusão da sua mentalidade errada, então ele é completamente livre.










Só então ele é um discípulo dos grandes mestres.










Se alguém renunciou a sua identificação com o seu ego e depois olhar para os seus bens materiais lá fora, será que ele tem dificuldades em renunciar a estes bens? Não tem nenhuma dificuldades! A dificuldade é a renuncia interna e não a renuncia externa, pois isto é uma conseqüência de um transbordamento que pode ser constatado na vida de todos os grandes homens da história. Os inexperientes pensam que seja difícil a renuncia aos bens materiais. Os iniciados sabem que a renuncia aos bens materiais é uma simples brincadeira. É coisa tão fácil como beber um copo d'água, pois o que é realmente difícil é renunciar ao seu ego mental, não ao seu ego material.










No nosso século Mahatma Gandhi e Albert Shuawaseir fizeram a grande renuncia material colocando todos os seus bens materiais a serviço da humanidade.










As coisas materiais nunca foram nossas, isso é pura ilusão. Nosso foi o nosso ego mental e esse é muito nosso, pois é um objeto pessoal. Os bens externos são bens impessoais. Renunciar as coisas impessoais não é muito difícil, agora, recusar as coisas pessoais, aí sim é difícil! Quem passou pela maior aventura da renuncia pessoal, faz brincando a renuncia material por que isto é apenas uma conseqüência!










Então, todos os grandes mestres exigem que voemos com as duas asas, que são a asa da oração e a asa da renúncia. O engraçado é que muitos estão dispostos a criar a primeira asa da oração, mas quando se deparam com a segunda asa da renúncia, então retrocedem temerosos e tentam voar apenas com uma das asas. O resultado é que não conseguem voar!










Mas aquele que se habituou a oração, a consciência, não acha difícil a renuncia mental por que se ele já está convencido de que ele é a alma, de que ele é o espírito, ele também com a maior facilidade renuncia a ilusão de que ele seja o ego, por que se ele é o Eu, ele não pode ser o ego. Uma coisa é a conseqüência da outra, de maneira que propriamente não são duas coisas; parecem ser duas coisas, oração permanente e renuncia total, mas no fundo são uma coisa só. Por que aquele que já fez a oração permanente, também já fez a renuncia do seu ego, por que a oração permanente é incompatível com a identificação com o ego. O ego de fato não é o Eu.










Logo as duas asas quase se identificam... Oração permanente e renuncia total, no fundo são duas asas, mas logo chegamos a conclusão de que podemos voar com uma asa só, contanto que as duas asas sejam identificadas apenas numa. Então, tudo virá como que um "helicóptero" no final, por que o helicóptero não tem duas asas. O avião precisa de duas asas para voar, mas o helicóptero não tem nenhuma asa e por isso ele pode subir em linha vertical. O avião precisa de uma enorme linha horizontal para subir. Quem descobriu que oração é renúncia e que renuncia é oração identificou as duas asas do avião numa só e pode subir na vertical como um helicóptero.










Esta é a grande verdade descoberta pelos grandes mestres.










Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!










Quem não tem asas tem que rastejar. Então, o principal está em criarmos asas para podermos voar.










Uma minhoca não voa e se ela vê uma águia voando nas alturas, acha uma bobagem. Quem é minhoca, não pode compreender a liberdade de ser águia, prefere continuar rastejando, comendo húmus por debaixo da terra da sua ignorância. Mas, quem já não é minhoca e já tem consciência espiritual de águia, não se contenta com uma vida debaixo da terra, quer alçar vôo à luz do sol. Isso é uma questão de desenvolver a consciência. A nossa evolução vai a espaços mínimos em espaços máximos. Precisamos muito tempo para dar um passo na evolução ascensional. Rastejar na horizontal é fácil por que isso não exige esforço nenhum. Deixar-se cair para baixo ainda é mais fácil. Involução é para baixo, estagnação é na horizontal e evolução é na vertical. Temos apenas estas três possibilidades.










Involução é regresso. Estagnação, rotina. Evolução, para cima. A única difícil é a evolução. A estagnação é inércia, é ficar sempre no mesmo plano, empurrando a vida com a barriga... Meus pais viveram assim, meus avós viveram assim, eu vou viver assim e os meus filhos e netos também vão viver assim. Isso é estagnação e quase todo mundo gosta da estagnação, ou se preferir, normóse. O que os outros fizeram, eu vou fazer também! Deixa como está para ver com vai ficar isso! O ego adora uma estagnação, pois a mesma não exige esforço, é comodismo, é inércia horizontal, é ir adiante, mas nunca ir para cima! Para cima já é esforço. Mais fácil ainda é regredir, ir para baixo, involução ainda é mais fácil do que a estagnação... E muitos gostam disso!










Quem pensa está na horizontal.










Quem não pensa vai abaixo da horizontal.










Quem conscientiza vai para cima, vai para as alturas.










Quem pensa fica só na horizontal, fica sempre na mesmice de milênios atrás. Não sai da rotina. O grosso da humanidade prefere o rotineiro. Para eles, o principal é continuar na normóse da horizontalidade.










Toda evolução exige esforço e o ego não gosta de esforço, por que ele é amigo da lei da inércia e do menor esforço.










Quem nunca saiu da consciência do ego, não vai sair da horizontalidade, se satisfaz com tudo aquilo que os seus antepassados fizeram e que ele espera que os filhos também o façam. Pronto! Isto continua na horizontal.










Existem uns poucos, uma pequena elite que se animam a sair da horizontal para a vertical. Eu digo para a vertical, mas isso não é possível em pulo só. Ninguém pode dar um pulo de 0 para 90º. Entre o 0 da horizontal e o 90 da vertical está o nosso grande problema. Temos que fazer um trabalho de desenvolvimento ascensional de 0 a 90. Durante todos este processo, antes do homem chegar no 90 da verticalidade, corre ele, o perigo de recair no processo evolutivo. Somente quando o homem atinge os 90º é que está livre de qualquer recaída no terreno do desenvolvimento espiritual, por que uma linha rigorosamente vertical, a prumo, nunca pode cair. Quando se constrói um edifício, os construtores tomam o maior cuidado para que o mesmo esteja bem a prumo. Quem não está em verticalidade está em perigo de cair para o 0 da horizontalidade. Isto é uma lei da mecânica e da física. A viagem entre o 0 da horizontal e o 90 da vertical é o nosso problema. Ninguém está seguro entre o 0 e o 89, por que neste espaço, sempre podemos cair. Mas o mais interessante, é que quanto mais nos distanciamos do 0 e mais nos aproximamos do 90, menor é a tendência de recair. Quando estamos no meio da jornada, nos 45 %, não temos tanta tendência de recair. Quando chegamos ao 90, acabou-se o perigo de recair, pois isto é o que chamamos de autorealização.










Iniciação é do 0 para o 1. De 1 a 89 ainda estamos na crença de Deus e por isso ainda somos propensos a recaídas. Do crer a pessoa pode cair para o descrer. Quem chegou à experiência espiritual do seu Eu Divino está definitivamente garantido. Do saber a pessoa nunca mais pode cair para o não-saber. A autorealização não vem de fora, ela vem da conscientização da nossa realidade espiritual. Quem se conscientizou como sendo o Espírito de Deus, não pode saber mais se identificar com o seu pequenino ego humano.










A pessoa pode ter a crença que for, pode crer quanto quiser, mas por nenhuma crença poderá estar segura, por que do crer existe a possibilidade de um regresso para o descrer. A pessoa só pode estar absolutamente segura a partir da experiência pessoal de Deus, quando experimenta em si mesma: "Eu e o pais somos um". Somente um ângulo reto pode retificar a nossa vida. Retificação é autorealização.










Será que podemos chegar a retificação na vida presente? Sim, podemos! Não foram muitos que conseguiram esta retificação, do tipo Paulo de Tarso, Mahatma Gandhi, Francisco de Assis, Albert Shuaisteser e outros. Os grandes retificados, os grandes místicos são aqueles que tiveram a experiência pessoal de Deus, não a crença de Deus, mas a experiência de Deus e através dela, chegaram à absoluta certeza de que nunca mais poderiam recair ao padrão anterior de pensamento, sentimento e ações.










Da experiência não a regresso para a inexperiência.










Da crença há regresso para a descrença. Por isso, a crença não garante a nossa autorealização.










A crença é um caminho para a experiência, mas muitas vezes, não se chega até lá. Quem para na crença não pode se sentir muito seguro. A crença pode ser como uma boa vontade, mas não é muito sabedoria. É preciso muito mais que boa vontade - boa vontade ainda é crença. É preciso sabedoria, que é fruto direto da experiência. Somente aquele que chegou a experiência vertical de Deus, pode ter a absoluta certeza de que não vai mais recair.










A meditação é o instrumento pelo qual buscamos por 100% da consciência da realidade espiritual que somos. É por meio da meditação que podemos não mais nos iludir com dúvidas ou incertezas. É pela verdadeira meditação, que podemos chegar à certeza da nossa identidade essencial com o Espírito de Deus.

Texto Parafraseado da palestra do Prof. Huberto Rohden, gravada por J.B. Castro.

(Fonte: http://www.cuidardoser.com.br)






























15 de julho de 2011

PRÁTICA ESPIRITUAL



PRÁTICA ESPIRITUAL

Deixo-vos hoje, algumas indicações sobre possíveis práticas espirituais, embora, e como já disse anteriormente, apenas devem acolher aquelas que o vosso Coração deseje integrar, no Seu Interior. Quero apenas referir que a prática Espiritual, não tem que ser religiosa, nem tradicionalista, devemos escolher apenas qualquer actividade ou ritual, que nos faça chegar ao mais profundo do nosso SER, ou seja à nossa Essência Espiritual, mesmo que seja por breves momentos.




Muitas pessoas procuram o contacto com a Mãe Natureza, para viverem esse momento, de Entrega, de Paz e Interiorização, embora muitas vezes, nem se apercebam disso, mas sentem o apelo, porque a Natureza, pulsa ao ritmo da Força da Vida. Assim através da Contemplação da beleza natural que nos rodeia, conseguimos grandes momentos de Cura Espiritual. Outras pessoas procuram praticar uma actividade física em ambiente natural, inspirando Vida, purificando o seu corpo, dedicam-se a essa actividade de Corpo e Alma deixando-se ir numa corrente energética de Paz, abrindo-se-lhes assim o caminho mais fácil para o relaxamento, e poderem assim de de seguida, de uma forma tranquila, entrarem em Meditação.



Posso ainda mencionar, uma outra forma de prática Espiritual, feita através da Expressão Criativa, muitas pessoas conseguem encontrar uma profunda ligação com elas próprias, através da escrita, do canto, da dança, da pintura, enfim através de actividades Criativas, que lhes preeenchem a ALMA com Amor e Paz. Outros criam ainda, pequenos momentos diários, para praticarem a sua Espiritualidade, recorrendo à Meditação, à Oração, cuidando das suas plantas, tratando do corpo, relaxando-o através de um banho aromático mais demorado, ao som de uma música suave e tranquilizante.



Enfim, podemos verificar, que tudo o que fazemos, pode ser uma Prática Espiritual, se colocarmos nela, toda a nossa atenção e Amor, tornando-nos Presentes e Conectados com o nosso Interior, tornando a experiência de cada momento, pacificadora e alegre. E por último refiro novamente a Prática Espiritual através da Meditação, talvez aquela mais apreciada pela grande maioria, e é atrvés do acto meditativo que cada indivíduo, diariamente se procura sintonizar com o seu Guia Interior, aprendendo a confiar nele em cada momento da Vida. Assim em acto meditativo, podemos tomar consciência dos nossos pensamentos, sentimentos e sensações corporais, permitindo-nos chegar de uma forma muito profunda à nossa Essência Espiritual,ao contacto com a Fonte de Tudo o que É.



UMA PRÁTICA ESPIRITUAL REGULAR É A CURA E O ALIMENTO PARA O NOSSO SER.
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14 de julho de 2011

2 PALESTRAS C/ DRa. ANETE GUIMARÃES - RMOÇÕES E FORÇAS INTERIORES DA MUDANÇA

2 PALESTRAS C/ DRa. ANETE GUIMARÃES - RMOÇÕES E FORÇAS INTERIORES DA MUDANÇA Dra. Palestra Emoções com Anete Guimarães Dra. Anete Gumarães Forças interiores da mudança

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"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
Minisérie Nosso Lar, uma adaptação para radionovela.
Produção LBV, direitos autorais FEB.
Capítulos
Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
Capítulos
Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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