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13 de outubro de 2011

-AMOR-PERDÃO - Joana de Ângelis




Livro: Amor Imbatível Amor - Joana de Ângelis psicografado por Divaldo Franco:





-AMOR-PERDÃO









Quando vige o amor nos sentimentos, não há lu­gar para o ressentimento. Não obstante, face à estrutu­ra psicológica do ser humano, a afetividade espontâ­nea sempre irrompe intentando crescimento, de modo a administrar as paisagens que constituem os objetivos existenciais. Não conseguindo atingir as metas, porque se depara com a agressividade inerente ao processo de desenvolvimento intelectomoral que ainda não se pôde instalar, sente-se combatida e impelida ao recuo. Tal ocorrência, nos indivíduos menos equipados de valo­res éticos, gera mal-estar e choques comportamentais que se podem transformar em transtornos aflitivos.

Quando isso sucede, o ser maltratado refugia-se na mágoa, ancorando-se no desejo de desforço ou de vin­gança.

A injustiça de qualquer natureza é sempre -uma agressão à ordem natural que deve viger em toda a parte, especialmente no homem que, por instinto, de­fende-se antes de ser agredido, arma-se temendo ser assaltado, fica à espreita em atitude defensiva...

Tudo quanto lhe constitui ameaça real ou imaginá­ria torna-se-lhe temerário e, por mecanismo de defesa, experimenta as reações fisiológicas específicas que de­correm das expectativas psicológicas.

A raiva, sob esse aspecto, é uma reação que resulta da descarga de adrenalina na corrente sangüínea, quan­do se está sob tensão, medo, ansiedade ou conflito de­fensivo.

O medo que, às vezes, a inspira, impulsiona àagressão, em cujo momento assume o comando das atitudes, assenhoreando-se da mente e da emoção.

A criatura humana, portanto, convive com esses estados emocionais que se alternam de acordo com as ocorrências, e que se podem transformar em transtor­nos desesper adores tais o ódio, o pânico, a mágoa en­fermiça.

A mágoa ou ressentimento, segundo os estudos da Dra. Robin Kasarjian, instala-se nos sentimentos em razão do Self encontrar-se envolto por sub-personali­dades, que são as qualidades morais inferiores, aque­las herdadas das experiências primárias do processo evolutivo, tais a inveja, o ciúme, a malquerença, a per­versidade, a insatisfação, o medo, a raiva, a ira, o ódio, etc.

Quando alguém emite uma onda inferior - sub-personalidade - a mesma sincroniza com uma faixa equivalente que se encontra naquele contra quem é di­recionada a vibração, estabelecendo-se um contato in­feliz, que provoca idêntica reação.

A partir daí estabelece-se a luta com enfrentamen­tos contínuos, que resultam em danos para ambos os litigantes, que passam a experimentar debilidade nas suas resistências da saúde física, emocional, psíquica, econômica, social... Naturalmente, porque a alteração do comportamento se reflete na sua existência huma­na .

Sentindo-se vilipendiado, ofendido, injustiçado, o outro, que se supõe vítima, acumula o morbo do res­sentimento e cultiva-o, como recurso justo para descar­regar o sofrimento que lhe está sendo imposto.

Essa atitude pode ser comparada à condução de "uma brasa para ser atirada no adversário que, apesar disso, enquanto não é lançada queima a mão daquele que a carrega".

O ressentimento, por isso mesmo, é desequilíbrio da emoção, que passa a atitude infeliz, profundamente infantil, qual a de querer vingar-se, embora sofrendo os danos demorados que mantém esse estado até quan­do surja a oportunidade.

O amor, porém, proporciona a transformação das subpersonalidades em superpersonalidades, o que im­pede a sintonia com os petardos inferiores que lhes se­jam disparados.

Em nossa forma de examinar a questão do ressen timento e da estrutura psicológica em torno do Self, acreditamos que, em se traçando uma horizontal, e par­tindo-se do fulcro em torno de um semicírculo para baixo, teríamos as subpersonalidades, e, naquele que está acima da linha reta, defrontamos as superpersona­lidades, mesmo que, nas pessoas violentas e mais ins­tintivas, em forma embrionária.

Toda vez que é gerada uma situação de antagonis­mo entre os indivíduos, as subpersonalidades se enfren­tam, distendendo ondas de violência que encontram guarida no campo equivalente da pessoa objetivada.

Não houvesse esse registro negativo e a agressão se perderia, por faltar sintonia vibratória que facultas­se a captação psíquica.

O ressentimento, portanto, é efeito também da onda perturbadora que se fixa nos painéis da emotividade, ampliando o campo da subpersonalidade semelhante que se transforma em gerador de toxinas que termi­nam por perturbar e enfermar quem o acolhe.

Sob o direcionamento do amor, a subpersonalida­de tende a adquirir valores que a irão transformar em sentimentos elevados - superpersonalidades - anulan­do, lentamente, a sombra, o lado mau do indiv íduo, criando campo para o perdão.

É provável que, na primeira fase, o perdão não seja exatamente o olvidar da ofensa, apagando da memória a ocorrência desagradável e malfazeja. Isso virá com o tempo, na medida que novas conquistas éticas forem sendo armazenadas no inconsciente, sobrepondo-se às mazelas dominantes, por fim, anulando-lhes as vibra­ções deletérias que são disparadas contra o adversário, ao tempo em que desintegram as resistências daquele que as emite.

Não revidar o mal pelo mal é forma de amar, concedendo o direito de ser enfermo àquele que se transforma em agressor, que se compraz em afligir e perturbar.

Nessa condição - estágio primário do processo de desenvolvimento do pensamento e da emoção - é na­tural que o outro pense e aja de maneira equivocada.

O amor-perdão é um ato de gentileza que a pessoa se dispensa, não se permitindo entorpecer pelos vapo­res angustiantes do desequilíbrio ou desarticular-se emocionalmente sob a ação dos tóxicos do ód io ressen­tido.

O homem maduro psicologicamente é saudável, por isso, ama-se e perdoa-se quando se surpreende em erro, pois que percebe não ser especial ou alguém irre­torquível.

Compreendendo que o trabalho de elevação se dá mediante as experiências de erros e de acertos, proporcio­na-se tolerância, nunca porém sendo complacente com esses equívocos, a ponto de os não querer corrigir.

É atitude de sabedoria perdoar-se e perdoar, porqüanto a conquista dos valores éticos é conseqüência natural do equilíbrio emocional, patamar de seguran­ça para a aquisição da plenitude.

O amor é força irradiante que vence as distonias da violência vigente no primarismo humano, gerador das subpersonalidades.

Surge como expressão de simpatia que toma corpo na emoção, distendendo ondas de felicidade que en­volvem o ser psicológico e se torna força dominadora a conduzir os objetivos essenciais à vida digna.

Fonte proporcionadora do perdão, confunde-se com esse, porque as fronteir as aparentes não existem em realidade, desde que um somente tem vigência quando o outro se pode expressar.

Amor é saúde que se expande, tornando-se vitali­dade que sustenta os ideais, fomenta o progresso e de­senvolve os valores elevados que devem caracterizar a criatura humana.

Insito em todos os seres, é a luz da alma, momen­taneamente em sombra, aguardando oportunidade de esplender e expandir-se.

O amor completa o ser, auxiliando-o na auto-supe­ração de problemas que perdem o significado ante a sua grandeza.

Enquanto viger nos sentimentos, não haverá lugar para os resíduos enfermiços das sub-personalidades, que se transformarão em claridade psicológica, avan­çando para os níveis superiores do sentimento, quan­do a auto-realização conseguirá perdoar a tudo e a to­dos, forma única de viver em plenitude.









Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco





12 de outubro de 2011

ESTAMOS PERTO DO APOCALIPSE ?



ESTAMOS PERTO DO APOCALIPSE ?



0 "FINAL DOS TEMPOS" SERÁ 0 MEIO QUE PERMITIRA 0 EXPURGO DE ESPÍRITOS PRIMITIVOS E 0 SURGIMENTO DE UMA CIVILIZAÇÃO MAIS EVOLUÍDA NA TERRA.



Ariston Teles







O futuro pode ser colocado em linhas gerais, mas não é possível prejulgar com relação ao setor da interferência divina. 0 que você pode nos dizer a respeito dessas colocações sobre previsões?



Ariston Teles — Concordo com o que está exposto, entretanto, não se pode deixar de reconhecer a veracidade do fenômeno profético. Existiram e existem pessoas que tem a capacidade de sintonizar as ondas do futuro, antevêem fatos como se simplesmente eles estives­sem vendo algo do presente.



Será fundada uma nova religião como nunca houve, a qual reformará a Igreja de Deus. Só o futuro é que poderá elucidar os homens acerca de tão alta missão de Portugal no mundo”. Na época em que São Francisco de Paula fez esta afirmação, o Brasil ainda não havia sido descoberto. Poderia ele estar se referindo ao nosso país e ao Espiritismo?



Ariston Teles — Não é fácil, a esta altura dos aconteci­mentos, admitir que a Igreja Católica retome sua missão verdadeiramente cristã junto a humanidade. Tudo tem seu momento e acreditamos que o ciclo histórico da Igreja Católica está se encerrando. Temos hoje um grande ciclo de curta duração, marcado pela presença e pela expansão das igrejas evangélicas, que exploram a crise existencial pela qual passa a humanidade. Porém, após essa crise generalizada, os povos estarão emadurecidos para entender e vivenciar a revelação universal dos espíritos. 0 novo ciclo pertencerá, portanto, ao Espiritismo, mesmo porque se trata de urna doutrina não sectária, fundamentada na ciência.



A ultima data marcada na pirâmide de Queops é 2001. Isso indica que será o começo de uma nova era, profetizada pelos egípcios?



Ariston Teles — A profecia dos egípcios, ou melhor, dos capelinos, escrita no calendário de pedras da pirâmide de Queops, é das mais sérias e significativas. Estamos vivendo hoje na antevéspera de um abismo realmente colocado por aqueles homens no ano de 2001. Sugiro a leitura do livro profecias, de Pietro Ubaldi.



“Eu vim ao mundo em nome de meu Pai e vós não me recebestes. Um outro virá em seu próprio nome e vós o recebereis”. Ao dizer isto, Jesus se referia a um suposto “anticristo apocalíptico”?



Ariston Teles - É possível que Cristo, com estas palavras, tivesse feito referenda à imagem do anticristo. Aliás, consideramos corno anticristo a força ou a manifestação do mal que se espalha atualmente pelo mundo. Se houvéssemos respeitado a mensagem de Jesus, o apocalipse seria evitado. Mas este é um grande batismo de dor, necessário para a reeducação da humanidade.



Como a doutrina espírita explica o “final dos tempos” e as parábolas do apocalipse?



Ariston Teles — Não temos possibilidades de interpretar conclusivamente as visões do evangelista João. Entretanto, existe um consenso segundo o qual o médium de Patmos previu grandes acontecimentos na história da humanidade, fatos estes que teriam seu desfecho no final do século XX.



No livro Grandes Mensagens, Pietro Ubaldi transcreve esta mensagem: “‘Se vos falasse com minha voz potente, não me entenderias. Meu olhar contempla a Ter­ra quando ainda não a habitava e também a vê morta no futuro distante, a navegar no espaço como um ataúde de todas as vossas grandezas. Vejo vosso sol moribundo, depois morto e, em seguida, chamado a uma nova vida”. Considerando a lei da evolução, mesmo que a bíblia afirme que “‘os mansos herdarão a Terra”, é possível que o final dos tempos ocorra para os terráqueos. Coma você analisa essa questão?



Ariston Teles - O final dos tempos significa o término de um ciclo histórico planetário, não quer dizer que o planeta será extinto. Já estamos vivendo dentro desse fenômeno cósmico, a Terra está sendo higienizada. Os maus elementos serão levados para mundos mais atrasados e permanecerão na Terra os espíritos mansos e pacíficos. E preciso entender que o planeta obedece a um planejamento cósmico. 0 próprio Kardec previu que a Terra seria promovida à categoria de “mundo de regeneração” e estamos na iminência dessa mutação. Por­tanto, o chamado apocalipse é um fenômeno coletivo necessário ao processo da evolução global.



Existe alguma instrução da espiritualidade sobre os fenômenos que ouvimos dizer que estão para acontecer neste inicio de milênio?



Ariston Teles — Ramatis, Pietro Ubaldi, Bittencourt Sampaio, Emmanuel, Joanna de Angelis e Bezerra de Menezes, entre outros, falam claramente sobre a gravidade do momento atual. Eles preferem usar uma linguagem parcimoniosa, evitando nos amedrontar, mas não escondem a realidade. Dizem que nós devemos permanecer na aura luminosa do evangelho de Jesus, pois ele é a tábua de nossa salvação.



A Igreja Católica vem se sustentando ha quase dois mil anos. Você acredita que ela poderá se adaptar aos no­vos ventos do Espiritismo e abraçar esta nova mensagem como sendo sua, para ficar novamente por cima?



Ariston Teles - É uma boa pergunta. Acredito que os novos católicos estarão preparados para assimilar as verdades cientificas do Espiritismo. Ao incorporar os ensinamentos da espiritualidade superior, a Igreja Católica deixará sua velha estrutura, será algo de novo.



O livro O Fim do Mundo, de Camille Flamarion, fala sobre uma ameaça celeste, choques com cometas etc. Você concorda com as versões que constam na obra?



Ariston Teles — Camille Flamarion era cientista e tam­bem poeta e ficcionista. Nem tudo o que ele escreveu neste livro deve ser tornado corno se fossem colocações cientificas, pois muita coisa pode ser fruto de sua imaginação literária.



O final dos tempos deve ser entendido como o término da expiação terrestre e um passo para a evolução planetária ?



Ariston Teles — Exatamente. O planeta está em vias de alterar o rumo de sua história, quando nascerá uma nova e verdadeira civilização em meio aos escombros do apocalipse. As pessoas que hoje vivem na “onda de Deus” sobreviverão e serão os prováveis cidadãos do terceiro milênio.



Em sua opinião, a Terra seria uma segunda Capela?



Ariston Teles— Sim, nosso apocalipse é semelhante ao que aconteceu naquele mundo. A maior prova de tudo o que foi previsto está nos fatos da atualidade. As manifestações do mal estão chegando ao extremo. Por exemplo: 45 milhões de abortos criminosos são praticados anualmente no mundo; 250 milhões de armas estão nas mãos da população americana; os grandes países responsáveis pela poluição do planeta não querem acordo, preferem continuar multiplicando produtos para abastecer e saturar a humanidade, fazendo crescer o buraco na camada de ozônio sob os ímpetos da ganância e do materialismo; nunca houve tanta produção de alimentos ao mesmo tempo em que também nunca houve tanta miséria; em Medellín, na Colômbia, são assassinadas 70 pessoas em cada final de semana e em São Paulo são registrados 50 homicídios no mesmo período. E por ai vai. Problemas dessa dimensão se espalham por toda parte, sem perspectivas.



Para onde irão esses espíritos que serão renegados da Terra? A matéria desse suposto planeta seria muito mais densa que a da Terra?



Ariston Teles — Sabe-se que estes espíritos atrasados serão atraídos por um planeta de passagem pelo espaço próximo à Terra, o chamado “planeta intruso”. Quanto à densidade desse planeta, a forma material ou a constituição dos mundos corresponderá ao seu respectivo nível de evolução.



Nostradamus fez uma quadrinha onde rezava: “Quando Jorge a Deus crucificar e Marcos o ressuscitar, São João tão logo levará e o um do mundo virá”. Você acre­dita nas profecias dele quanto ao fim do mundo na forma como ele a via?



Ariston Teles — Nostradamus, que nasceu na Franca em 1503, era medico, médium e astrólogo. Suas centúrias foram escritas de maneira pouco inteligível, pois ele viveu na época da inquisição e os médiuns que falassem claramente de suas experiências eram levados à fogueira. Por isso, não é tão fácil interpretar as previsões deste grande profeta. Todavia, os próprios espíritos falam de Nostradamus com absoluto respeito.



Ao longo de uma existência terrena de mais ou menos 80 anos, é possível perceber a mudança de ciclo, o “final dos tempos”?



Ariston Teles — Todos podemos perceber o final do ciclo a que nos referimos. Concomitantemente, um novo ciclo está se abrindo. Neste exato momento, podemos verificar o grande conflito entre o velho e o novo, como, por exemplo, a existência de milhares de crianças que possuem naturalmente uma nova consciência. Elas são integrantes desse futuro que já começou.



O apocalipse acontecerá de forma abrupta ou o que passa hoje com a humanidade já faz parte dele?



Ariston Teles — Na verdade, já estamos dentro do apocalipse, resta apenas alguma coisa de maior impacto, que possa sacudir a consciência da humanidade. Entretanto, a onda avassaladora dessa mutação ai está, ternos hoje uma necessidade urgente de manter o coração e a mente na dimensão luminosa da fraternidade. Jesus tinha razão quando disse que “aquele que perseverar ate o fim será salvo”.



STEVE JOB - UM MESTRE QUE PERDEMOS, MAIOR QUE ISAAC NEWTON E EINSTEIN E VÍDEO DELE



STEVE JOB - UM MESTRE QUE PERDEMOS, MAIOR QUE ISAAC NEWTON E EINSTEIN



VOCÊ TEM QUE ENCONTRAR O QUE VOCÊ AMA







Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.



A primeira história é sobre ligar os pontos.



Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.



Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”



Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.



Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.



Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.



Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.



Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.



Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.



De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.



Minha segunda história é sobre amor e perda.



Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.



E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.



Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].



Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.



A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.



E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.



Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.



Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.



Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.



Minha terceira história é sobre morte.



Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.



Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.



Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.



Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.



Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.



Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.



Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.



Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.



O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.



Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.



Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.



E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.



Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.



Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.



Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:



“Continue com fome, continue bobo.”



Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.



Obrigado.









VÍDEO COMPLETO LEGENDADO DE STEVE JOB NA UNIVERSIDADE DE STANFORD

1 de outubro de 2011

A RELIGIOSIDADE CÓSMICA E O PORQUÊ DO PERDÃO




A RELIGIOSIDADE CÓSMICA





Nelson Moraes











Quase sempre, diante de certos acontecimentos e descobertas científicas, a humanidade fica perplexa frente a capacidade que o ser humano revela ao realizar feitos, até então, considerados como algo que só Deus poderia realizar.

O estabelecimento do Genoma pela ciência, proporcionou realizações que passaram a ser questionadas e até combatidas pelos religiosos. Diante das manifestações desses radicais da fé sem raciocínio, leva-nos a entender, que o deus que professam quer que seus filhos continuem medíocres e não avancem em sua direção, defendem a fé, mas combatem as obras da fé.



Os homens que fazem avançar o progresso humano através da ciência, também são homens de fé que estão em busca de Deus pelos caminhos científicos, acredito que os mais sinceros em suas buscas, e que não extrapolam do bom senso e da ética, irão encontrá-Lo primeiro que os religiosos fanáticos e hipócritas, pois estão interagindo com Deus ao se entregarem às pesquisas da natureza humana, cósmica e planetária, alargando os horizontes do conhecimento.



Quantos benefícios trouxeram para a humanidade essas maravilhosas inteligências que passaram insones noites intermináveis, concentrados em suas teses e experimentações, as quais resultaram nas grandes descobertas que dilataram o bem estar e aumentaram as perspectivas de sobrevivência do ser humano, ante as epidemias e doenças que durante séculos ceifaram milhões de vidas.



Neste século, e nos séculos porvindouros, a ciência se tornará a grande parceira do Espiritismo, não apenas pelos conceitos científicos que a doutrina expressa, mas principalmente pelos conceitos morais e espirituais que farão suscitar no cenário científico a era da consciência espiritual, desvinculando definitivamente a ciência do materialismo e dos inconfessáveis interesses mundanos.



As experiências genéticas que hoje assombram as mentes distraídas da realidade, assinalam um novo caminho para o encontro do homem com Deus, antes relegado apenas às religiões, cuja maioria fracassou criando obstáculos dogmáticos entre o Criador e a criatura.



A observação do cosmos através de avançada tecnologia, à cada dia revela aos olhos da Ciência uma realidade até então desapercebida, a movimentação das poeiras cósmicas revelando uma ação inteligente interagindo no Universo; a constatação da presença de um gigante aparentemente de constituição rochosa, contrariando a hipótese de que todos os gigantes seriam gasosos, fizeram os astrofísicos mergulharem em estudos mais aprofundados sobre a constituição do Universo.



É inegável que marchamos para o desenvolvimento de uma religiosidade cósmica resultante do encontro da ciência com a fé, o qual trará à lume a natureza espiritual do ser humano e o reconhecimento do Grande Autor das maravilhas do Universo.



 

O PORQUÊ DO PERDÃO







Com os inegáveis avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o seu semelhante.


Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.


A tecnologia encurtou distâncias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.


É essa a ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existem criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima ativa.


Os violentos, os desonestos, os corruptos, e os criminosos de toda sorte são as vítimas ativas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos. Vítimas da própria ignorância, serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro. Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.


Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.


Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!


Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicômios estarão sempre lotados.


Não quero, sob esse argumento, isentar da culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela mídia, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da idéia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.


Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinqüenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém-nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guante infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.


Apesar disso, não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis divinas. É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado".


As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela idéia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.


Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela violência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.


Se, diante de tais fatos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consangüíneos ou por um parentesco indireto, submetendo-nos, por força das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.


No decorrer dos fatos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos da nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.























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Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
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