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18 de setembro de 2011

TIPOS DE MORTE E PERTUBAÇÕES



Morte e Perturbação











As dores físicas atuam como recurso terapêutico que, além de depurar o doente, prepara-o para a vida espiritual, pois, principalmente com o agravamento da doença, põe-se, muitas vezes, em contato maior com a religião, utilizando o recurso balsâmico da prece e meditação sobre sua própria vida/destino.





Doença curta ou fulminante



Com o falecimento em plena vitalidade, salvo se espiritualizado, o desencarnante poderá vir a ter problemas de desligamento e adaptação pois são muito fortes suas impressões e interesses relacionados à vida física.





Aborto Espontâneo



Provação para o reencarnante e/ou para os pais, sendo, o Espírito desligado facilmente, pois os laços que o prendem ao corpo físico são tênues.





Morte Infantil



O desencarne é bem mais tranquilo, mesmo em trágicas circunstâncias, posto que o espírito, nessa fase, permanece em estado de dormência e desperta lentamente para a realidade terrestre. Só na adolescência é que o reencarnante entra em plena posse de suas faculdades.







MORTES PROVOCADAS





Mortes Violentas



Aqueles que morrem de forma violenta , em circunstâncias alheias à sua vontade, registram em seu perispírito marcas e impressões relacionadas com o tipo de desencarne que sofreram. São, entretanto, passageiras e tenderão à desaparecer tão logo se reintegrem na vida espiritual.





Suicídio



Precipitado voluntariamente na espiritualidade, em pleno vigor físico, o suicida revive, ininterruptamente e por longo tempo, as dores e emoções dos últimos instantes, que se congelam ante seus olhos. Geralmente são confinados em regiões tenebrosas, onde passa por situações de extremo sofrimento até que se arrependa sinceramente do ato insano. O suicida exibe em sua organização perispiritual o ferimento correspondente à agressão cometida contra o corpo físico, podendo, inclusive, ficar ligado à este assistindo à sua própria decomposição.





Aborto Provocado



O Espírito sofre o trauma provocado pela morte violenta, embora amenizado por não estar ainda comprometido com o mundo material. Geralmente, ao ver frustrada a sua intenção de reencarnar, principalmente se imaturo moralmente, nasce-lhe o rancor contra o ato criminoso cometido pelos pais e, por vezes, torna-se seu perseguidor implacável.





Eutanásia



Como o fluido vital do moribundo ainda circula por seu corpo físico, a eutanásia dificulta o seu desligamento; o desencarnante fica preso ao corpo inerte, em plena inconsciência e incapacidade de reação, até que se complete o esgotamento do fluido vital de seu organismo pela falência dos órgãos, quando então, se inicia o desligamento. Muitas vezes, mesmo depois de desligado, o Espírito ainda se conserva apático, sonolento e desmemoriado, por ter tido abreviado criminosamente o desenlace.





Mortes Coletivas



Por estar relacionado a experiências evolutivas, o desencarne coletivo é previsto por entidades Benfeitoras Espirituais, que acolhem os desencarnantes imediatamente, muitas vezes em postos de socorro por eles montados através da vontade/pensamento, na própria região da catástrofe ou desastre. Mesmo assim, como são as figuras centrais da tragédia, os desencarnantes sofrem o processo de comoção coletiva de espectadores e familiares, enfrentando dificuldades de adaptação, que o levam, não raro, a reviver dolorosos pormenores do funesto acontecimento, causando perturbação mental e desespero. Geralmente, só retornam à normalidade da vida espiritual quando o caso cai no esquecimento público e familiar.







OBSERVAÇÕES GERAIS







É necessário lembrar que cada caso é único e diferente do outro e que a pertubação pós-morte vai depender do grau de materialização ou de desprendimento material do desencarnante. Quanto menos apegado aos valores materiais, mais rápido irá reingressar na Vida Espiritual.



A compreensão dos familiares não evocando-os ou às circunstâncias do desenlace, também irá contribuir para uma recuperação mais rápida.



A prece é sempre de valiosíssimo auxílio para o desencarnante, em qualquer circunstância.







Livro dos Espíritos:

Cap. III RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL


















































PSICOGRAFIA RECEBIDA ESSE MADRUGADA - POEMA ANTES DO POR DO SOL



ANTES DO POR DO SOL




ANTES DO POR DO SOL, SEI QUE TEREI QUE TRABALHAR A TERRA
MESMO QUE A CHARRUA PESE EM MINHAS MÃOS CALEJADAS,
É PRECISO CUIDAR DO QUE SEMEEI, PLANTEI, SEMPRE CUIDANDO
PARA QUE AS ERVAS DANINHAS NÃO SUFOQUEM MINHA PLANTAÇÃO.

ANTES DO POR DO SOL, SEI QUE DEVO PROPORCIONAR CALOR AOS
CORPOS DESNUDOS, ENREGELADOS NAS CALÇADAS NUAS DAS RUAS,
PORQUE SEREI RESPONSÁVEL SE MEUS IRMÃOS MORREREM DE FRIO,
PELO DESCASO, PELO DESINTERESSE, PELO DESPREZO.

ANTES DO POR DO SOL, SEI QUE TENHO QUE DIVIDIR O PÃO COM
TANTOS NECESSITADOS. NÃO IMPORTA SE AMANHÃ ME FALTARÁ A
PARCELA QUE DOEI. DEUS EM SUA INFINITA BONDADE, PROVÊ A
NECESSIDADE DOS MAIS DESVALIDOS, ESTENDENDO SUAS MÃOS.

ANTES DO POR DO SOL, SEI QUE COMO MUITOS, TEREI QUE PASSAR
POR VÁRIAS PROVAÇÕES. UMA DAS PIORES QUE CRAVA FUNDO NO
PEITO É A INGRATIDÃO. E SE ME DOI A INDIFERENÇA PELA BEM QUE
FIZ É PORQUE PRECISO APRENDER A HUMILDADE, O PERDÃO.

ANTES DO POR DO SOL, SEI QUE PASSAREI POR ALGUMAS ENFERMIDADES
TANTO PROGRAMADAS NO PRETÉRITO, COMO EM MINHA VIDA PRESENTE, EM CONSEQUÊNCIA DOS MALES QUE CAUSEI A MIM MESMA, POR ATITUDES
IMPENSADAS, QUE ME AJUDARÃO A COMPREENDER E HARMONIZAR -ME
FAZENDO-ME LEMBRAR QUE MEU CORPO É O ALTAR DA MINHA ALMA.



ANTES DO SOL SE POR, QUERO OLHAR SORRINDO PARA O CÉU AZUL ESPELHANDO SUA IMAGEM NUM BELO LAGO, RESPONDENDO QUE
SOMOS IMAGENS DE NÓS MESMOS. NESTE MOMENTO MÁGICO QUERO ACOMPANHAR O SOL SE PONDO ATRÁS DAS MONTANHAS VERDEJANTES,
DEIXANDO NO HORIZONTE RASTROS DE UM COLORIDO EXUBERANTE,
SUGERINDO QUE EXISTE UM PARAISO ONDE MORAM A ALEGRIA E A PAZ.

E QUANDO, FIALMENTE, O SOL DER LUGAR A NOITE, ESPERO ESTAR
PREPARADA, LEVANDO COMIGO ALGUNS FRUTOS BONS PORQUE
NÃO QUERO DECEPCIONAR MEUS VERDADEIROS AMIGOS DO OUTRO LADO
QUE SEMPRE ENXUGARAM MINHAS LÁGRIMAS, QUE ME INSPIRARAM
A SEGUIR MINHA JORNADA NOS CAMINHOS SEM ESPINHOS.

E QUANDO ACORDAR, ESPERO TER O MERCIMENTO DE SER RECEBIDA
PELAS MÃOS GENEROSAS E ILUMINADAS DOS MEUS ANTES QUE TANTO
AMEI, QUE ME ESPERAM,BANHANDO DA CLARIDADE DOS RAIOS DO SOL
QUE SE POS DO OUTRO LADO, ONDE O AMOR E A PAZ SERÃO NOSSOS
AMIGOS. ASSIM JUNTOS CANTAREMOS O HINO DE LOUVOR A ALEGRIA.

MUITA PAZ!!!!!

UM GRANDE AMIGO DO PLANO ESPIRITUAL

PSICOGRAFIA RECEBIDA ÀS 02:30 HS (EM MEU APTO.)
LORENA, 19 DE SETEMBRO DE 2011

SUELY DOS ANJOS
























































16 de setembro de 2011

3 PALESTRAS ESPS. O CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA/TRAGÉDIAS COLETIVAS A LUZ DO ESP.

O Código da Inteligência - Palestra de Augusto Cury Tragédias coletivas a luz da doutrina espírita - Valeria Nobre Leal Oliva Como Conquistar Paz Coragem e Esperanca Nazareno Feitosa Espiritismo Familia Filhos Espiritismo e Evolução Nazareno Feitosa Jales

COMO ENTENDER A SEGUNDA MORTE À LUZ DO ESPIRITISMO



Como Entender a Segunda Morte à Luz do Espiritismo



Um homem é basicamente, um ser tríplice, constituído de espírito, perispírito e corpo físico. A maioria já entende isso, sem dificuldade. A morte do perispírito, ou, segunda morte. ocorre quando o espírito, em sua caminhada para Deus, passa a reencarnar em mundos nos quais necessita de um intermediário mais sutil. Este tipo de morte pode acontecer também no caso da formação de ovóides, quando uma idéia obsessiva de ódio ou vingança, por exemplo, destrói momentaneamente o corpo espiritual. Somente o espírito é imortal e eterno.



Até quando o corpo espiritual acompanha o espírito no caminho rumo à perfeição? O corpo espiritual é também um envoltório perecível. Em O Livro dos Espíritos, há os seguintes esclarecimentos:



Questão 186 ? Haverá mundos onde o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o perispírito??



Resposta - Há e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse o estado dos Espíritos puros.



Ainda na questão 186 .Parece resultar daí que, entre o estado correspondente às últimas encarnações e o de Espírito puro, não há linha divisória perfeitamente demarcada; não



Resposta - Semelhante demarcação não existe. A diferença entre um e outro estado se vai apagando pouco a pouco e acaba por ser imperceptível, tal qual se dá com a noite às primeiras claridades do alvorecer.



Na questão 187, Allan Kardec pergunta se a substância do perispírito é a mesma em todos os mundos. Os espíritos informa que não: É mais ou menos etérea. Passando de um mundo a outro, o Espírito se reveste da matéria própria desse outro, operando-se, porém, essa mudança com a rapidez do relâmpago.



Comentando o mesmo tema, na questão 257, Kardec esclarece: Sabemos que quanto mais eles se purificam, tanto mais etérea se torna a essência do perispírito, donde se segue que a influência material diminui à medida que o Espírito progride, isto é, à medida que o próprio perispírito se torna menos grosseiro.



A conclusão é simples: quanto mais evoluímos, mais sutil torna-se o perispírito. No estágio de espíritos puros, tal roupagem fica tão tênue que os espírito inferiores, como nós, a consideram inexistentes.



Durante a permanência em planetas como a Terra, o espírito repete várias vezes, quantas forem necessárias, a experiência de reencarnação. No desencarne, deixa no mundo físico o duplo etéreo e o corpo físico. Ao regressar ao mundo espiritual, desembarca com o chamado corpo de relação, agregando matéria mais sutil.



No processo inverso, durante a encarnação, o espírito carrega consigo as marcas perispirituais que o ajudarão a construir, no ventre materno, o duplo etéreo e o corpo físico, veículos perecíveis que utiliza, enquanto encontra-se no plano físico.



Nos dois casos, a roupagem de que se serve o espírito obedece sempre à lei de afinidade. À medida que evolui moralmente, com o pensamento mais equilibrado, o espírito emite ondas de maior freqüência. Em decorrência, a densidade do perispírito se transforma, pela perda de moléculas mais densas, porque estas passam a não ter mais afinidade com a freqüência vibratória do espírito.



Uma comparação grosseira serve para facilitar o entendimento. Imagine um pedreiro teimoso, que queira colocar massa sem preparar adequadamente a parede. Será, inevitavelmente, mal sucedido, por falta de aderência dos materiais.



Vai chegar o momento, na viagem rumo à perfeição, em que o corpo perispiritual deixará de atender às necessidades do espírito.



No livro Libertação, André Luiz espanta-se quando se depara com entidades espirituais, as quais chamou de ovóides. O fenômeno permitiu o seguinte diálogo com o instrutor Gúbio:



Nunca havia observado, antes, tal fenômeno. Em nossa colônia de residência, ainda mesmo em se tratando de criaturas perturbadas e sofredoras, o campo de emanações era sempre normal. E quando em serviço, ao lado de almas em desequilíbrio, na Esfera da Crosta, nunca vira aquela irregularidade, pelo menos quanto me fora, até ali, permitido observar.



Inquieto, recorri ao Instrutor, rogando-lhe ajuda.



André , respondeu ele, circunspecto, evidenciando a gravidade do assunto: compreendo-te o espanto. Vê-se, de pronto, que és novo em serviços de auxílio. Já ouviste falar, de certo, numa segunda morte?



Sim , acentuei , tenho acompanhado vários amigos à tarefa reencarnacionista, quando, atraídos por imperativos de evolução e redenção, tornam ao corpo de carne (1). De outras vezes, raras aliás, tive notícias de amigos que perderam o veículo perispiritual, conquistando planos mais altos (2). A esses missionários, distinguidos por elevados títulos na vida superior, não me foi possível seguir de perto.



Gúbio sorriu e considerou:



Sabes, assim, que o vaso perispirítico é também transformável (1) e perecível (2), embora estruturado em tipo de matéria mais rarefeita.



Sim... acrescentei, reticencioso, em minha sede de saber.



Vistei companheiros prosseguiu o orientador, que se desfizeram dele, rumo a esferas sublimes, cuja grandeza por enquanto não nos é dado sondar (2), e observaste irmãos que se submeteram a operações redutivas e desintegradoras dos elementos perispiríticos para renascerem na carne terrestre.(1).



Nas partes assinaladas com o número (1), confirma-se a transformação que o corpo espiritual sofre nas entradas e saídas da vida física.



Nas seqüências marcadas com (2), o orientador Gúbio trata da segunda morte, que é a perda do veículo perispiritual, para reencarnação em mundos mais evoluídos.



Terceira situação de morte, é a dos ovóides (destruição temporária do corpo espiritual), que provocou o diálogo de Gúbio com André Luiz. Neste caso, as características do perispírito permanecem em estado latente, como a semente que guarda em si as potencialidades da árvore. Ocorre desagregação de matéria, com inevitável redução do corpo de relação, explicável pela plasticidade e maleabilidade do perispírito.



COMPULSÓRIO ? O mergulho na carne, quase sempre compulsórios, nesses casos, permite ao espírito reconstruir a forma do corpo espiritual.



Gúbio também se refere ao abandono do corpo espiritual, quando o espírito se eleva, rumo a esferas superiores.



Assim, o corpo espiritual tem duração temporária e é perecível como o corpo físico.



Recomendo, como complemento, a leitura do livro Evolução em Dois Mundos, de André Luiz, na parte que trata do corpo espiritual depois da morte.



O espírito segue a caminhada com o corpo mental, o qual vai-se depurando até a pureza máxima da matéria que conhecemos, ou seja, o fluido cósmico universal.





Paulo Nagae





(Retirado da Revista Estudos Espíritas ) Janeiro/1999 Edições Léon Denis)





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O Pensamento Qualifica e Dirige o Fluido Cósmico

15 de setembro de 2011

DESGOSTO DA VIDA E



DESGOSTO DA VIDA?

UMA REFLEXÃO SOBRE O SUICÍDIO

Refletindo sobre a questão 945 de "O Livro dos Espíritos" que pensar do suicídio que tem por causa o desgosto da vida? Os Espíritos responderam: "Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes seria uma carga!"



Sabemos que o suicida, além de sofrer no mundo espiritual as dolorosas conseqüências de seu gesto impensado de revolta diante das leis da vida, ainda renascerá com todas as seqüelas físicas daí resultantes, e terá que arrostar novamente a mesma situação provacional que a sua flácida fé e distanciamento de Deus não lhe permitiu o êxito existencial.



É preciso ter calma para viver, até porque não há tormentos e problemas que durem para sempre. Recordemos que Jesus nos assegurou que "O Pai não dá fardos mais pesados que os ombros".



O suicídio é a mais desastrada maneira de fugir das provas ou expiações pelas quais devemos passar. É uma porta falsa em que o indivíduo, julgando libertar-se de seus males, precipita-se em situação muito pior. Arrojado violentamente para o Além-túmulo, em plena vitalidade física, revive, intermitentemente, por muito tempo, os acicates de consciência e sensações dos derradeiros instantes, e fica submerso em regiões de penumbras onde seus tormentos serão importantes, para o sacrossanto aprendizado, flexibilizando-o e credenciando-o a respeitar a vida com mais empenho.



A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio, como contrário às leis da Natureza. Todas asseveram, em primeiro, que ninguém tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado demonstrar,pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta somente por constituir infração de uma lei moral, consideração de pouco peso para certos indivíduos, mas também um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica, antes o contrário é o que se dá, como no-lo ensinam, não a teoria, porém os fatos que ele nos põe sob as vistas."



Não há como falar do assunto sem evocarmos o sociólogo Emile Durkheim, que afirma existirem homens capazes de resistir a desgraças horríveis enquanto outros se suicidam depois de aborrecimentos ligeiros. Seria importante investigar a causa desta resistência diversa e o que contribui para essa estrutura maior ou menor.Interessante anotar que é nas épocas em que a vida é menos dura que as pessoas a abandonam com mais facilidade.



Considerada a doença do século, responsável por muitos dos suicídios, a depressão tem preocupado os especialistas. Os psiquiatras estimam que de cada grupo de 100 pessoas, 15 tem a probabilidade de desenvolver a depressão. E um distúrbio que ocorre por causa da alteração de substâncias como a serotonina e a noroadrenalina. O quadro depressivo é gerado por mudanças na produção e utilização dos neurotransmissores cerebrais (noradrenalina, interferona, serotonina e dopamina). Quando sua produção ou forma de produção se altera pode gerar a depressão e daí para o suicídio é uma porta escancarada.



E o suicida é, antes de tudo, o deprimido, e a depressão é a doença da modernidade. O suicida não quer matar a si próprio mas alguma coisa que carrega dentro de si e que sinteticamente pode ser nominado de sentimento de culpa e vontade de querer matar alguém com quem se identifica. Como as restrições morais o impedem, ele acaba se autodestruindo. Assim "o suicida mata uma outra pessoa que vive dentro dele e que o incomoda profundamente".



A obsessão poderia ser definida como um constrangimento que um indivíduo, suicida em potencial ou não, sente, graças à presença perturbadora de um ser espiritual. Vale a pena ler a descrição feita por Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns." (cap. 23, 44º, ed. FEB, RJ, 1981)



Diversas são as obras que comentam o assunto, assim temos como exemplo "O Martírio dos Suicidas", de Almerindo Martins de Castro, e "Memórias de um Suicida", de Yvonne A. Pereira. Por outro lado não podemos esquecer que Allan Kardec, no livro "O Céu e o Inferno" ou "A Justiça divina segundo o Espiritismo", deixa enorme contribuição em exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual e, especificamente, no capítulo V da Segunda parte, onde aborda a questão dos suicidas.



É verdade que após a desencarnação, não há tribunal nem Juízes para condenar o espírito, ainda que seja o mais culpado. Fica ele simplesmente diante da própria consciência, nu perante a si mesmo e todos os demais, pois nada pode ser escondido no mundo espiritual, tendo o indivíduo de enfrentar suas próprias criações mentais.





Jorge Hessen - Distrito Federal



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INDICAÇÃO DA VIDA





“Uma receita que nos cure os sofrimentos da mágua,uma indicação para esquecer o mal”

– muitos pedem.



Urge, no entanto, reconhecer que o bem é tão vital e espontâneo em nossa estrada comum, que nos habituamos frequentemente a recolhê-lo sem, ao menos, pensar em estudo ou gratidão.



Exemplo: o amparo incessante e gratuito do sol e do ar que nos alimenta.



De modo geral, não nos lembramos de que vivemos imersos no oceano infinito da Infinita Bondade de Deus, e, em muitas ocasiões, ao invés de seguir os movimentos certos das correntes do Amor Universal em que existimos e respiramos, lutamos contra elas, a dilapidar em vão as nossas próprias farsas, no só intuito de solenizar diminutos detritos de lodo que passam por nós, a caminho de esquecimento e desintegração.



Se te encontras sob o real propósito de subtrair o coração à influência do mal, promete a ti mesmo enumerar as bênçãos que te rodeiam e aquelas outras que te ocorrem na experiência cotidiana:

o abrigo doméstico, - a saúde relativa, o remédio que te suplementa as energias, o pão, a veste, a água pura, o trabalho digno, os recursos que te sustentam a execução dos compromissos assumidos sem problemas de consciência, o estudo tanto quanto queiras os valores da amizade, as possibilidades de compreender e de auxiliar, o tesouro da oração, o apoio constante à renovação íntima, as palavras encorajadoras de alguém...



Faze cada manhã uma lista dos bens que Deus já colocou à tua disposição e observarás que o mal é nuvem passageira no céu de tuas idéias e emoções;

então te desvencilharás, rapidamente, de todos os laços que ainda te prendam, porventura, à sombra de ontem para encontrares hoje o melhor tempo de sentir o bem,

conhecer o bem, crer no bem e praticar o bem, na romagem evolutiva em que todos nos achamos, buscando, passo a passo, a vida perfeita para a felicidade maior.

*********

Livro: ALMA E CORAÇÃO

Emmanuel

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Será um grande prazer recebê-lo (a) em minha Cominidade

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