SEGUIDORES

BEM-VINDOS

CAMINHANDO PARA A LUZ

MUITA PAZ !!!!!

Clique aqui e escolha o seu no Site TonyGifsJavas.com.Br

RÁDIO BOA NOVA. CLIQUE NA IMÁGEM

RÁDIO ESOTÉRICA FM

RÁDIO FM ESÓTERICA


RÁDIO MUNDO MAIOR , O ESPIRITISMO COM VOCÊ

http://www.radiomundomaior.com.br/player.html





CARIDADE

Páginas

CRIATURINHAS DIVINAS !!!!! EU AMO VOCÊS....

Powered By Blogger

10 de junho de 2011

O SUICIDA DO TREM



O SUICIDA DO TREM

Eu nunca me esquecerei que um dia havia lido num jornal acerca de um suicídio terrível, que me impactou: um homem jogou-se sobre a linha férrea, sob os vagões da locomotiva e foi triturado. E o jornal, com todo o estardalhaço, contava a tragédia, dizendo que aquele era um pai de dez filhos, um operário modesto.

Aquilo me impressionou tanto que resolvi orar por esse homem.

Tenho uma cadernetinha para anotar nomes de pessoas necessitadas. Eu vou orando por elas e, de vez em quando, digo: se este aqui já evoluiu, vou dar o seu lugar para outro; não posso fazer mais.

Assim, coloquei-lhe o nome na minha caderneta de preces especiais - as preces que faço pela madrugada. Da minha janela eu vejo uma estrela e acompanho o seu ciclo; então, fico orando, olhando para ela, conversando. Somos muito amigos, já faz muitos anos. Ela é paciente, sempre aparece no mesmo lugar e desaparece no outro.

Comecei a orar por esse homem desconhecido. Fazia a minha prece, intercedia, dava uma de advogado, e dizia: Meu Jesus, quem se mata (como dizia minha mãe) "não está com o juízo no lugar". Vai ver que ele nem quis se matar; foram as circunstâncias. Orava e pedia, dedicando-lhe mais de cinco minutos (e eu tenho uma fila bem grande), mas esse era especial.

Passaram-se quase quinze anos e eu orando por ele diariamente, onde quer que estivesse.

Um dia, eu tive um problema que me fez sofrer muito. Nessa noite cheguei à janela para conversar com a minha estrela e não pude orar. Não estava em condições de interceder pelos outros. Encontrava-me com uma grande vontade de chorar; mas, sou muito difícil de fazê-lo por fora, aprendi a chorar por dentro. Fico aflito, experimento a dor, e as lágrimas não saem. (Eu tenho uma grande inveja de quem chora aquelas lágrimas enormes, volumosas, que não consigo verter).

Daí a pouco a emoção foi-me tomando e, quando me dei conta, chorava.

Nesse ínterim, entrou um Espírito e me perguntou:

- Por que você está chorando?

- Ah! Meu irmão - respondi - hoje estou com muita vontade de chorar, porque sofro um problema grave e, como não tenho a quem me queixar, porquanto eu vivo para consolar os outros, não lhes posso contar os meus sofrimentos. Além do mais, não tenho esse direito; aprendi a não reclamar e não me estou queixando.

O Espírito retrucou:

- Divaldo, e seu eu lhe pedir para que você não chore, o que é que você fará?

- Hoje nem me peça. Porque é o único dia que eu consegui fazê-lo. Deixe-me chorar!

- Não faça isto - pediu. - Se você chorar eu também chorarei muito.

- Mas por que você vai chorar? - perguntei-lhe.

- Porque eu gosto muito de você. Eu amo muito a você e amo por amor.

Como é natural, fiquei muito contente com o que ele me dizia.

- Você me inspira muita ternura - prosseguiu - e o amo por gratidão. Há muitos anos eu me joguei embaixo das rodas de um trem. E não há como definir a sensação da eterna tragédia. Eu ouvia o trem apitar, via-o crescer ao meu encontro e sentia-lhe as rodas me triturando, sem terminar nunca e sem nunca morrer. Quando acabava de passar, quando eu ia respirar, escutava o apito e começava tudo outra vez, eternamente. Até que um dia escutei alguém chamar pelo meu nome. Fê-lo com tanto amor, que aquilo me aliviou por um segundo, pois o sofrimento logo voltou. Mais tarde, novamente, ouvi alguém chamar por mim. Passei a ter interregnos em que alguém me chamava, eu conseguia respirar, para aguentar aquele morrer que nunca morria e não sei lhe dizer o tempo que passou. Transcorreu muito tempo mesmo, até o momento em que deixei de ouvir o apito do trem, para escutar a pessoa que me chamava. Dei-me conta, então, que a morte não me matara e que alguém pedia a Deus por mim. Lembrei-me de Deus, de minha mãe, que já havia morrido. Comecei a refletir que eu não tinha o direito de ter feito aquilo, passei a ouvir alguém dizendo: "Ele não fez por mal. Ele não quis matar-se." Até que um dia esta força foi tão grande que me atraiu; aí eu vi você nesta janela, chamando por mim.

- Eu perguntei - continuou o Espírito - quem é? Quem está pedindo a Deus por mim, com tanto carinho, com tanta misericórdia? Mamãe surgiu e esclareceu-me:

- É uma alma que ora pelos desgraçados.

- Comovi-me, chorei muito e a partir daí passei a vir aqui, sempre que você me chamava pelo nome.

(Note que eu nunca o vira, face às diferenças vibratórias.)

- Quando adquiri a consciência total - prosseguiu ele - já se haviam passado mais de catorze anos. Lembrei-me de minha família e fui à minha casa. Encontrei a esposa blasfemando, injuriando-me: "- Aquele desgraçado desertou, reduzindo-nos à mais terrível miséria. A minha filha é hoje uma perdida, porque não teve comida e nem paz e foi-se vender para tê-los. Meu filho é um bandido, porque teve um pai egoísta, que se matou para não enfrentar a responsabilidade.

Deixando-nos, ele nos reduziu a esse estado."

- Senti-lhe o ódio terrível. Depois, fui atraído à minha filha, num destes lugares miseráveis, onde ela estava exposta como mercadoria. Fui visitar meu filho na cadeia.

- Divaldo - falou-me emocionado - aí eu comecei a somar às "dores físicas" a dor moral, dos danos que o meu suicídio trouxe. Porque o suicida não responde só pelo gesto, pelo ato da autodestruição, mas, também, por toda uma onda de efeitos que decorrem do seu ato insensato, sendo tudo isto lançado a seu débito na lei de responsabilidades. Além de você, mais ninguém orava, ninguém tinha dó de mim, só você, um estranho. Então hoje, que você está sofrendo, eu lhe venho pedir: em nome de todos nós, os infelizes, não sofra! Porque se você entristecer, o que será de nós, os que somos permanentemente tristes? Se você agora chora, que será de nós, que estamos aprendendo a sorrir com a sua alegria? Você não tem o direito de sofrer, pelo menos por nós, e por amor a nós, não sofra mais.

Aproximou-se, me deu um abraço, encostou a cabeça no meu ombro e chorou demoradamente. Doridamente, ele chorou.

Igualmente emocionado, falei-lhe:

- Perdoe-me, mas eu não esperava comovê-lo.

- São lágrimas de felicidade. Pela primeira vez, eu sou feliz, porque agora eu me posso reabilitar. Estou aprendendo a consolar alguém. E a primeira pessoa a quem eu consolo é você.



Transcrito do livro "O Semeador de Estrelas", de Suely





9 de junho de 2011

DR. SERGIO FELIPE NUMA UNIVERSIDADE DE MÉDICOS SOBRE A GLÂNDULA PINEAL



PALESTRA DO DR. SERGIO FELIPE NUMA UNIVERSIDADE DE MÉDICOS SOBRE A GLÂNDULA PINEAL (DA ESPIRITUALIDADE) MATÉRIA QUE TODOS NÓS ESPIRITAS PRECISAMOS VER
Dr. Sérgio Felipe de Oliveira - A Glândula Pineal

Psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica.

A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e do espiritismo. Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.

Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatita que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenômeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.





Segundo a revista Espiritismo & Ciência, "o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.

Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática.

Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador.

Abaixo, a sensacional palestra ministrada na Universidade de Caxias do Sul:

DR.SÉRGIO FELIPE DE OLIVEIRA A GLÂNDULA PINEAL - PALESTRA EM UNIVERSIDADE




Que beleza! Estamos afinal discutindo a Glândula Pineal! Isso é muito saudável e proveitoso, pois até a algum tempo atrás, a ciência e a medicina diziam que a Pineal, também conhecida como epífise era um órgão atrofiado e residual, que não servia para nada. O matemático-filósofo francês René Descartes foi o único a dizer até então que a Pineal era o "centro da alma".




























JACOB MELO PASSE: O MAGNETISMO ESPÍRITA, TEORIA E PRÁTICA.



JACOB MELO PASSE: O MAGNETISMO ESPÍRITA, TEORIA E PRÁTICA.

Quando pensávamos que sabíamos




Filho do Piauí, mas radicado no Rio Grande do Norte desde os primeiros meses de existência, JACOB MELO é um dos maiores estudiosos sobre passe e magnetismo do movimento espírita. Baseado em suas pesquisas e experimentações já traduzidas em livros, os cearenses

teremos a oportunidade

de ver e ouvir Jacob no interessante seminário “O Passe – seu Estudo, suas Técnicas, sua Prática”. Atualmente, Jacob está à frente do LAR ES

PÍRITA ALVORADA NOVA, que fica na cidade de Parnamirim/RN, além de viajar constantemente como conferencista nacional e internacional.

O evento ocorrerá neste Domingo 28/, no auditório do Colégio Militar de Fortaleza (Av. Santos Dumont, 465 – Centro). Promovido pela Federação Espírita do Estado do Ceará, a inscrição no Seminário custa apenas 10 reais e pode ser feita na sede da FEEC (Rua Princesa Isabel, 255 – Centro). Maiores informações pelos telefones 3212.1092 e 3212.4268.

Quem não souber nada sobre o passe, fará uma excelente introdução no tema. Quem pensa que já sabe tudo e que já fez muitos cursos e reciclagens sobre esta prática espírita, irá se surpreender com as informações que Jacob nos apresenta citando tão somente as obras de Allan Kardec, mas causa espanto nos que leram mas não estudaram os livros clássicos, como se novidade fosse sobre o passe espírita. E é.

Abaixo, uma palestra de Jacob Melo como uma pequena amostra do que será o Seminário

O que é o PASSE (do latim passare), aplicado nos centros espíritas? PASSE é transfusão de energias psicofísicas alterando o corpo celular.

Allan Kardec defendia que a Doutrina dos Espíritos e o Magnetismo são duas partes de um mesmo todo, dois ramos de uma mesma Ciência que se completam e se explicam um pelo outro.

A Ciência do Magnetismo foi criada pelo alemão Franz Anton Mesmer (1734-1815). Influenciado por Isaac Newton e até por Paracelso, Mesmer usa pela 1ª vez a expressão “fluido universal”, que mais tarde, a partir de 1857, viria a ser utilizada também na codificação espírita pelos Espíritos Superiores e por Kardec. Este por sua vez, professou a Ciência do Magnetismo a partir de 1823 e durante 35 anos.

Assim, se você aplica ou recebe passes, assista a palestra abaixo, que o estudioso espírita potiguar JACOB MELO proferiu durante o II Simpósio de Estudos e Práticas Espíritas, em Olinda-PE, em 2007, com o seguinte título: PASSE: O MAGNETISMO ESPÍRITA, TEORIA E PRÁTICA. Dura 1h46min, que voam rapidamente, tal o conteúdo e a forma clara na exposição de Jacob. Experimentem e me digam o que mudou em sua opinião sobre o PASSE e sua forma de aplicação. Paz e Bem!

CLIQUE ABAIXO E ASSITA A UM DOS MELHORES VÍDEOS QUE JÁ ASSISTI

PARA ASSISTIR AO VÍDEO GOOGLE,
CLIQUE ABAIXO

http://blog.opovo.com.br/conexaoespirita/quer-saber-sobre-o-passe/

 




























Conexão Espírita - Quer saber sobre o passe?

Conexão Espírita - Quer saber sobre o passe?

LIBERTE-SE DOS TRÊS TIPOS DE SOFRIMENTO



LIBERTE-SE DOS TRÊS TIPOS DE SOFRIMENTO


Existem três tipos básicos de sofrimento:

1. Ignorância

2. Apego

3. Aversão

Vamos falar um pouco sobre cada um deles, pois ao entendermos como evitá-los, poderemos eliminar ou amenizar nossa dor.

A IGNORANCIA é como uma cegueira mental. Apesar de acumularmos muitos conhecimentos úteis durante nossa vida, não conseguimos aprender o mais importante dos conhecimentos: saber lidar com a impermanência dos estados de prazer, alegria e felicidade.

Esta ignorância gera os outros dois sofrimentos: o apego e a aversão, criando a dualidade de nosso estado mental confuso.

Quando somos crianças queremos situações e sensações boas e evitamos as sensações ruins. Isto é saudável nesta idade infantil, mas nossos problemas começam quando nos tornamos adultos e nos apegamos aos momentos bons. Tentamos segurar as sensações prazerosas e tentamos evitar que elas terminem. Não estamos preparados para as mudanças que podem acontecer.


Chamamos de APEGO esta ilusão de acharmos que temos controle sobre a duração da felicidade. Mas não temos controle algum sobre isto.

Como não temos consciência da impermanência dos acontecimentos, queremos segurar a vida e os momentos de felicidade. Ao pensar e agir desse modo, deixamos de viver o momento presente. Passamos a viver de uma felicidade que já passou ou que esperamos que aconteça. Para tentar satisfazer nossos desejos sensoriais, fazemos de tudo para evitar o sofrimento. Mas o sofrimento faz parte da vida e nem sempre podemos evitá-lo. Precisamos saber lidar com ele, enfrentá-lo, tentar transformar o sofrimento em estados mais equilibrados e compreender que são oportunidades de evolução e aprendizado.

Sentir AVERSÃO por alguma coisa ou por alguém gera sofrimento. Ódio e raiva são emoções negativas que trazem muitas inquietações.

Ao praticarmos a bondade, a amabilidade, a paciência, tornamos nossos relacionamentos mais naturais, espontâneos e verdadeiros. Por meio destas virtudes, edificamos um mundo mais humano e aprendemos a eliminar tanto o nosso sofrimento como o dos outros, e desta maneira, somos mais felizes.

Vamos tomando consciência da dor dos outros à nossa volta. E assim, percebemos a necessidade de ajudá-los a terem consciência de como podem amenizar e aceitar a dor para não serem infelizes. Daí surge a virtude da compaixão que é uma grande chave para nossa libertação.

A compaixão é uma qualidade essencial para nos livrarmos de nossas ansiedades e aversões. Compaixão não é sentir dó ou piedade. É uma atitude de valorizar a outra pessoa, percebendo que somos todos iguais. Abrimos nosso coração para sentir sentimentos como compreensão e aceitação.

A compaixão vai se desenvolvendo à medida que cultivamos a equanimidade, o não julgar, o não criticar e, passamos a ter o mesmo zelo pelo bem-estar dos outros como temos pelo nosso.

Para entendermos melhor os altos e baixos da vida, temos que compreender a lei cármica da impermanência.

Carma não é punição, é uma lei de causa e efeito. O carma não é um destino imutável. É impermanente, manipulável, transformável e pode ser extinto ou diminuído.

As sementes cármicas, boas ou más, têm o potencial de produzir frutos bons ou maus. Ao entender isso, você compreende que pode mudar seu destino e que pode segurar as rédeas de seu destino nas mãos se desenvolver boas virtudes.

Mesmo uma pequena ação pode ter uma grande consequência, positiva ou negativa. Às vezes, pequenos gestos gentis e favores, que você faz para alguém e nem se lembra mais, podem gerar bons frutos no futuro, pois aquela pessoa se lembra de sua bondade e procura lhe ajudar de outras maneiras.

Quanto maior a compaixão e a bondade de uma pessoa, maiores são as suas experiências subjetivas de felicidade. Quanto maior a negatividade, maior o seu sofrimento e dor. A realidade de nossa vida cotidiana é o resultado cármico dos nossos pensamentos, intenções, palavras e ações.

Pratique os sábios ensinamentos do yoga e aprenda a diminuir seu sofrimento e a suportar melhor suas dificuldades. Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em você!

por Emilce Shrividya Starling





7 de junho de 2011

O CONSOLADOR PROMETIDO ATRAVÉS DAS TELEVISÕES E CINEMAS DO MUNDO



O CONSOLADOR PROMETIDO ATRAVÉS DAS TELEVISÕES E CINEMAS DO MUNDO


A divulgação espírita em profusão pela televisão e cinema brasileiro é uma estratégia da espiritualidade bastante interessante para o programa da Terceira Revelação na Pátria do Evangelho! Principalmente a Rede Globo de televisão, que tem promovido novelas que vão desde a doutrinação evangélica até a defesa imparcial dos preceitos kardec ianos, adotando o discurso conciliatório, visando não entrar em rota de colisão as outras crenças religiosas.

A teledramaturgia global tem presenteado a humanidade com peças antológicas, a exemplo das telenovelas “A Viagem”, “O Profeta”, “Alma Gêmea”, “Páginas da Vida”, “Mulheres Apaixonadas”, todas com a temática Espírita, estabelecendo linhas de exposições preceituais e difusão concreta das lições imortalistas. Há diversas outras programações nos teledramas da emissora, como “Sinhá Moça”, “Prova de Amor”, “A Casa das Sete Mulheres”, “Escrito nas Estrelas”, propondo o enredo reencarnacionista, ilustrado tecnicamente através de efeitos especiais hollywoodianos.

Além dessa clara abordagem allankardeciana na telinha, o mundo contemporâneo está sendo agraciado com uma ampla difusão espírita através da sétima arte, materializada nas inúmeras salas de cinema s deste fantástico país, como ocorreu com os filmes “Bezerra de Menezes” e “Chico Xavier”, ambos retratando a vida dos baluartes do Espiritismo no Brasil. Nessa rota estupenda foi exibida a monumental obra cinematográfica “Nosso Lar”, inspirada na obra do Espírito André Luiz, que retrata minuciosamente os panoramas das dimensões da vida humana para além da tumba.

O fenômeno midiático não ocorre somente no Brasil, pois os americanos nessas duas décadas produziram muitos filmes abordando temas espitualistas. Vale destacar que os quatro mais bem-sucedidos seriados norte-americanos - Cold Case, Supernatural, Médium e Ghost Whisperer - trazem conteúdo doutrinário. O projeto cinematográfico parece ir tão bem nos índices de audiência que até seriados mais conservadores, como Grey’s Anatomy, andam veiculando mensagens que nos remetem ao “além-túmulo”. Na segunda temporada da série, Meredith Grey , protagonista da história, fica entre a vida e a morte, numa experiência de quase morte, e encontra-se com inúmeros desencarnados. Seriam as visões de Grey apenas reações químicas do cérebro inconsciente? Seriam experiências reais com o mundo dos espiritos? Os autores deixam ao telespectador a liberdade de julgar.

Sarcasticamente, alguns ignorantes estão vociferando que, “se o gnosticismo é a filosofia do mundo moderno politicamente correto, o espiritismo, com toda a sua retórica “açucarada” e relativista, é a religião da vez!” A despeito das vozes enfurecidas dos céticos materialistas e espiritualistas fanáticos que ora estão rejeitando a “invasão” de técnicas informativas sobre a vida espiritual , a mass media continuará fazendo livremente (graças a Deus!) a divulgação do Espiritismo e o chamado mundo cult(1), obviamente agradecendo e aplaudindo de pé as ofertas de “produtos" de transcendente valor moral contidos na Terceira Revelação.

Jorge Hessen

http://jorgehessen.net

A Bíblia confirma o Espiritismo?



A Bíblia confirma o Espiritismo?

Os que vivem gritando, de Bíblia em punho, que o Espiritismo é condenado pela Bíblia, não conhecem uma coisa nem outra. Ignoram o que seja a Bíblia e não têm a mais leve noção de Espiritismo.
A problemática surge, pois, os que defendem tal tese são leitores de um livro só e não se arriscam a consultar outras fontes por isso vamos nos deter na própria Bíblia, para que você consulte na sua casa os itens relacionados neste texto, e tire suas conclusões.
A verdade é que a Bíblia é um dos maiores repositórios de fatos espíritas de toda bibliografia religiosa. E os textos bíblicos estão repletos de fenômenos mediúnicos, como veremos.
DA PROIBIÇÃO DE EVOCAR OS MORTOS
Esta proibição por si já é a prova que os espíritos poderiam se comunicar, pois como proibir algo que não existe?(Deuteronômio cap18. V9a14).
Mas os espíritos se comunicavam (Números cap11v23-25) nesta passagem o espírito se materializa reúne os setentas anciãos, descendo de uma nuvem.A nuvem é a formação do ectoplasma na qual o espírito se corporifica. Dois médiuns ficando no campo davam comunicações de espíritos, um jovem correu e denuncio o fato a Josué. Este pediu a Moises que proibisse as comunicações veja a resposta em (Números cap11 v29-30)
Materialização e levitação em (Ezequiel cap2 v9-10 cap3v14-15)
Todavia vamos indo mais adiante, se existia a proibição de evocar os mortos que são espíritos como na 1 epistola de João cap4 v1a recomendação é a seguinte; Amados não deis credito a qualquer espírito: antes, provai os espíritos se procedem de Deus.
Porque esta recomendação se existia uma proibição de consultar os mortos????
Seguindo adiante veja as orientações para os trabalhos práticos de espiritismo, no cap 12 e 14 da l Epistola aos Corintios.
A busca por um médium em l Samuel cap 28 v 7 a 18 veja que nesta passagem eles dizem “Vejo um deus que sobe da terra” Hora naquela época qualquer espírito era tomado como deus. A prova está nesta passagem em que Miriam e Arão falavam mal de Moises.
Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta e chamou a atenção dos dois.
Imagine você que tem um pingo de bom senso o Senhor do Universo, fazendo esse papel de alcoviteiro! Seria absurdo tomarmos esse espírito, sempre imiscuído nos assuntos domésticos, pelo próprio Deus!
Algumas questões para exercitar a massa cinzenta: Com quem casou Caim, ao retirar-se para a terra de Node? Se Adão e Eva eram as primeiras criaturas humanas, Caim era a terceira. A própria Bíblia esclarece que Adão não era o primeiro homem e nem Eva a primeira mulher. Mas vou deixar para você encontra este texto na Gênesis, “Ora, naquele tempo havia gigantes na terra: e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes varões de renome na Antiguidade”.
Para finalizar esta primeira parte o que diz Kardec na A Gênese cap 1item 20
-O simples fato de poder o homem comunicar-se com seres do mundo espiritual traz conseqüências incalculáveis da mais alta gravidade; é todo um mundo novo que se nos revela e que tanto mais importância, quanto a ele hão de voltar todos os homens, sem exceção.
-Mais adiante no item 41 – O Espiritismo, longe de negar ou destruir o Evangelho, vem, ao contrário, confirmar, explicar e desenvolver, pelas novas leis da Natureza, que revela, tudo quanto o Cristo disse e fez; elucida os pontos obscuros do ensino cristão, de tal sorte que para quem eram ininteligíveis certas partes do Evangelho, ou pareciam inadmissíveis, as compreendem e admitem sem dificuldade e podem distinguir entre a realidade e a alegoria.
-O Espiritismo não encerra mistérios, nem teorias secretas; tudo nele tem que estar patente,a fim de que todos o possam julgar com conhecimento de causa.
- Francisco Amado


ADULAÇÕES ELOGIOSAS SÃO PEÇONHAS NA FORMA VERBAL


ADULAÇÕES ELOGIOSAS SÃO PEÇONHAS NA FORMA

VERBAL

O que uma pessoa tende a valorizar mais: satisfação sexual, dinheiro, comida, álcool, amigos ou elogios? “Pesquisadores avaliaram os desejos e gostos de alguns estudantes universitários sobre uma série de desejos e gostos e os resultados, para surpresa dos estudiosos, indicaram que os voluntários dão mais valor a um elogio ou uma avaliação positiva do que comer sua comida preferida, satisfazer-se sexualmente, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.”(1)


Portanto, embora surpresos, os pesquisadores confirmaram que o desejo de se “sentir valorizado”, através de elogios, triunfa sobre qualquer outra situação prazerosa. Cremos que estamos observando gerações em que uma parcela gigantesca de cidadãos é constituída de adultos condescendentes, imaturos para os obstáculos, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e dotados de uma alucinante certeza de que o mundo lhes deve algo, por isso, exigem ser adulados.


Não há dúvida de que a ausência de palavras e frases motivadoras, cada vez mais incomuns nos ambientes domésticos, prejudica a relação parental. Raramente observam-se muitos homens estimulando com palavras edificantes suas mulheres e vice-versa, não se constata regularmente chefes estimulando com sinceridade o trabalho de seus subordinados, não é muito comum pais e filhos estimulando-se com palavras afetuosas.


Óbvio que o bom profissional, inobstante não almeje, valoriza uma palavra e estímulo , o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe exultam de ser avaliados positivamente, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se dedica, enfim, vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e as palavras motivadoras (que não pode resvalar para elogios) são a oxigenação de ânimo na vida de qualquer pessoa.


Desde que adentramos nos portais dos ensinos kardecianos, aprendemos que o elogio (ainda que bem intencionado) nos amolece e ilude. E nada existe de mais frágil que uma criatura iludida a seu próprio respeito. É verdade , os Benfeitores nos advertem a fim de que não percamos nossa independência construtiva a troco de considerações humanas (bajulações), posto que a armadilha que pune o animal criminoso é igual à que surpreende o canário negligente.


Até mesmo nos momentos de agruras de alguém, “nas horas difíceis, em que vemos um companheiro despenhar-se nas sombras interiores, não olvidemos que, para auxiliá-lo, é tão desaconselhável a condenação, quanto o elogio.” (2) Sussurra a prudência cristã que nunca cederíamos campo à vaidade se não vivêssemos reclamando o deletério coquetel da lisonja ao nosso egocentrismo doentio.
Invariavelmente ficamos submissos às injunções sociais quando buscamos aprovação (bajulações) dos outros, “quando permanecemos na posição de permanentes escravos e pedintes do aplauso hipócrita e do verniz, da lisonja, condicionando-nos a viver sem usufruir de liberdade de consciência, submetendo-nos a ser manipulados pelos juízos e opiniões alheias.”(3)


O elogio nos arremessa à presunção, a afetação nos remete à vaidade. Nesse insofreável desejo de chamar a atenção alheia, queremos ser
aplaudidos e reverenciados perante os outros. Atualmente adota-se assustadoramente o hábito dos dirigentes incautos de elogiar e exaltar oradores em público. Essas pompas e grandiloquências, observadas à volta de alguns oradores famosos, é bem a repetição dos faustos do cristianismo sem o Cristo.


A rigor, se alguém vem a público dizer que um orador é "maravilhoso", "fantástico", "brilhante", "inesquecível", "insubstituível" e outras bajulices, logicamente está elogiando e jamais estimulando ou motivando tal “homenageado”.
Por essas razões, importa vigiarmos as próprias manifestações, não nos julgando
indispensáveis e preferindo a autocrítica ao auto-elogio, recordando que o exemplo da humildade é a maior força para a nossa transformação moral. “Toda presunção evidencia afastamento do Evangelho.” (4)


É imprescindível não elogiar (adular) as pessoas que estejam agindo de conformidade com as nossas conveniências, para não lhes criar empecilhos à caminhada enobrecedora, embora nos constitua dever prestar-lhes assistência e carinho para que mais se agigante nas boas obras. O elogio (adulação) é peçonha em forma verbal. Por essa razão, não esqueçamos que “ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, urge recusar o tóxico da lisonja, pois no rastro do orgulho, segue a ruína.” (5)

Nota Pessoal -

Lamentavelmente, há poucos dias atrás
minha filha teve uma experiência bem deprimente
quanto a bajulação
.

O bajulador não percebe que está sendo analisado, e compreendido,
principalmente quando a situação está em vias de interesses materiais.
Sente-se a hipocresia do outro, mascarando - se de bonzinho
para ganhar a simpatia do bajulado, mas com certeza, tirando-se a máscara,
percebe-se as verdadeiras intenções:

RECEBER , INTERESSE MATERIAL, GANHAR, TIRAR, APODERA-SE.
´
É muito triste, mas existem pessoas assim.


Jorge Hessen
http://jorgehessen.net


6 de junho de 2011

CASTRAÇÃO QUÍMICA - UM DEBATE ESPÍRITA SOBRE O CRIME SEXUAL




CASTRAÇÃO QUÍMICA - UM DEBATE ESPÍRITA SOBRE
O CRIME SEXUAL


Violência sexual, embora seja tema potencialmente complexo, polêmico e nefasto, não há como ignorá-lo no contexto de nossa situação na terra. Desde 2007, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei para acrescentar ao Código Penal Brasileiro a pena de “castração química” a réus condenados que cometeram crimes de estupro e corrupção de menores. Alguns especialistas da área da psiquiatria esposam a tese de que os impulsos sexuais anormais (estupro e pedofilia) são devidos a problemas na formação de caráter do ofensor, traumas de infância, formas de criação. Outros defendem a tese das causas de doenças mentais ou psicopatias, chamadas de parafilias. Seja qual for a causa, de tempos em tempos a mídia proporciona grande espaço aos defensores da punição, seja através da remoção dos órgãos sexuais do indivíduo, da emasculação ou da castração química.
Discute-se a busca de uma fórmula penal para aqueles que cometem crimes contra a liberdade sexual, especialmente os praticados contra crianças e os que envolvem motivações de ordem sexual contra elas. No Brasil, o pilar do direito penal tem matrizes no direito canônico, destarte o crime se confunde com a noção de “pecado”.
Para alguns juristas, o nosso sistema repressivo é inspirado no modelo imposto pela Santa Inquisição, no qual castigos corporais e tortura eram de utilização diária.(1) Verdade ou não, é o que afirmam esses juristas. Considerando que violência e abuso sexual, principalmente contra crianças e adolescentes, atingem proporções alarmantes em nosso país, seria a castração química uma possível solução para o problema?
A castração para os sex ofenders(2), especialmente para os child molestors (molestadores de crianças), é tema controverso que tem estado em voga na mídia mundial com muita frequência e larga repercussão. O debate existe por causa do estupro e, principalmente, da pedofilia (que ganhou proporções gigantescas após o ano 2000, com o escândalo causado pela notícia do envolvimento de clérigos pertencentes à igreja de Roma e, mais recentemente, diversos casos na Itália, também envolvendo membros da Igreja). Como se não bastasse, acrescente-se a isso o fato de que a Internet(3) transformou-se no veículo para a difusão de filmes e fotos contendo material que registra condutas que são tidas como atentatórias às crianças.



 
Além do discurso sobre a tão propalada perda do controle sobre a violência urbana, observamos que está tomando corpo o grito daqueles que defendem a repressão de determinados crimes de forma considerada brutal no clamor de que "algo precisa ser feito" e que "os fins justificam os meios”.(4)
Existem profissionais ligados à área da neuroquímica que defendem a tese de que o problema [crime sexual] é químico devido à quantidade de hormônios masculinos acima do normal no organismo desses ofensores, em especial a testosterona. Há juristas que apregoam o tratamento como uma alternativa voluntária para o condenado.(5) A castração química é um tratamento reversível e utilizado nos Estados Unidos (Texas, Califórnia, Montana), Itália, Portugal, Dinamarca, Suécia, Alemanha, Grã-Bretanha e Polônia.
O Ambulatório de Transtornos de Sexualidade da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André, aplica há anos a contestada injeção de hormônios femininos que diminui o desejo sexual de pedófilos e só é usada quando o paciente solicita e assina um termo de consentimento.(6) O serviço surgiu em 2003 e atende pacientes com diagnóstico de pedofilia – considerada um distúrbio psiquiátrico. O procedimento envolve a administração de hormônios supressores da testosterona, cujo objetivo é frear o desejo sexual.
A primeira proposta da castração química surgiu nos EUA e seria realizada com a injeção de uma substância que destruiria as válvulas que controlam a entrada e saída do sangue nos corpos cavernosos do órgão sexual masculino, bloqueando sua função erétil. Atualmente, a castração química “melhor aceita” é a realizada com a aplicação do medicamento Depo-Provera (acetato de medroxyprogesterona), que inibe a produção de testosterona.
Pesquisadores e outros defensores da castração exibem estatísticas que apontam: redução da reincidência do crime de 75% para 2% dentre aqueles que foram submetidos ao “tratamento”. No Brasil só é permitida a castração química, feita por meio do medicamento acetato de ciproterona, também usado para tratamento de câncer de próstata. A discussão gira em torno de se definir se a castração química é uma pena cruel ou se é somente um tratamento médico, sem maiores gravidades físicas para os pedófilos, que com a medida perderão apenas a libido, com grande possibilidade de não mais voltarem a delinquir, pois sem a vontade sexual não há o porque da realização do doentio ato.
É evidente que a castração química não resolve o problema do crime nem do criminoso, pois existem outros meios para o delinquente praticar o ato, ele usa de outras forças porque o desequilíbrio para o mal está na mente e não nos órgãos sexuais. A aplicação da pena [castração] pune o criminoso, mas não melhora o homem espiritual e pode até conduzi-lo ao estado de revolta e do desejo da vindita. Molestadores têm seu psicológico comprometido além de traços de perversidade; o desejo erótico sai da fantasia e parte para a violência na prática. O criminoso sexual precisa de tratamento para sua mente destrambelhada através de reeducação sócio-educativa no sistema prisional a fim de que possa ser conduzido de volta ao equilíbrio e à normalidade com o passar do tempo, após o cumprimento da pena pelo crime cometido.
Sendo um desnorteado da alma, e ao mesmo tempo um criminoso, não pode ficar impune. Contudo, precisa de tratamento psíquico e espiritual. Não defendemos a castração química, porque segundo cremos, não passa de um paliativo, embora seja para alguns pior que a pena de morte. Por essas razões, somos favoráveis a um tratamento psiquiátrico associado a um tratamento espiritual.
Sim! Cabe refletir, à luz da Doutrina Espírita, sobre os crimes e sobre a lei. O mandamento maior da lei divina inclui a caridade para com os criminosos, por mais difícil que possa parecer ter este sentimento diante da barbárie. Perante a Lei de Deus somos todos irmãos, por mais que repugne a alguns tal ideia. O criminoso é alguém que ainda não se conscientizou dessa Lei, que não reconhece a paternidade divina e portanto não vê no outro um irmão. Nós, que já temos esses valores, sabemos que ele é, também, um filho de Deus, por enquanto transviado do bem, que precisa do nosso apoio, do nosso amor.


 

Mas como amar um criminoso, um inimigo da sociedade? Tendo por ele o sentimento descrito por Kardec quando fala do amor aos inimigos: Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contato de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contato de um amigo. Amar os inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo à reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede, preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos.(7)

Jorge Hessen
http://jorgehessen.net


Obsessão espiritual, causa das grandes angústias humanas


Jorge Hessen





Obsessão espiritual, causa das grandes angústias humanas

Para garantir-nos contra a sua influência urge fortalecer a fé
pela renovação mental e pela prática do bem nos
moldes dos códigos evangélicos."

Confrades vez ou outra nos indagam por que viver na Terra é tão complicado e quase sempre tão amarga é a vida? Digo-lhes que essa sensação eventualmente pode ser uma aspiração à felicidade e à liberdade e que, algemado ao envoltório físico que nos serve de cárcere, aplicamo-nos a inúteis esforços para dele sair. Contudo, alguns se abatem no desencorajamento, e a todo o instante reverberam suas lamentações. Mas é preciso resistir energicamente a essas sensações de desânimo e desesperanças, porque os sonhos para a felicidade de viver são intrínsecos a todos os homens, embora não a devamos sofregamente procurar somente na experiência material e transitória da vida terrena.
Comentando sobre a melancolia, encontramos em O Evangelho segundo o Espiritismo o Espírito François de Genève, ditando o seguinte: “Precisamos cumprir, durante nossa prova terrena, tarefas e compromissos que não suspeitamos, seja no que tange à devoção à família, ou cumprindo diversos deveres que Deus nos confiou. Se no transcurso dessa experiência, no desempenho das tarefas, observamos os cuidados, as inquietações, os desgostos esmagarem nossos ânimos d'alma, sejamos fortes e corajosos para derrotá-los. Avancemos e encaremos sem temor; pois que as aflições são de curta duração e devem nos conduzir para situações bem melhores no futuro”.
Há, porém, muitas amarguras que podem ter suas origens na infidelidade aos compromissos cristãos, daí a melancolia se instala no ser, do que poderá resultar um processo obsessivo. Mas o que é uma obsessão? Etimologicamente, o termo tem sua origem no vocábulo obsessione, palavra latina que significa impertinência, perseguição. Para alguns estudiosos espíritas, a obsessão é percebida como um grande flagelo mundial. Essa visão se reveste de profunda gravidade na sociedade, que atualmente está bem instrumentalizada tecnologicamente, seja no campo das comunicações e da informática, seja nas outras áreas do saber, ampliando e aprofundando as responsabilidades de cada um em face da vida coletiva.
Obsessão é uma influência maléfica na mente
Aurélio Buarque define obsessão como sendo uma preocupação com determinada ideia, que domina doentiamente o espírito, resultante ou não de sentimentos recalcados; ideia fixa; mania. Da mesma forma a terminologia obsessão é usada, vulgarmente, para significar ideia fixa em alguma coisa, tique nervoso, gerador de manias, atitudes estranhas etc. Entretanto, sob o ponto de vista espírita, o termo tem um significado e interpretação mais amplos. Consubstancia-se numa influência maléfica relativamente persistente que desencarnados e/ou encarnados, tão ou mais atrasados que nós mesmos, podem exercer sobre a nossa vida mental.
Para a escola clássica da psiquiatria, obsessão é um pensamento, ou um impulso, persistente ou recorrente, indesejado e aflitivo, que vem à mente involuntariamente, a despeito de tentativa de ignorá-lo ou de suprimi-lo. Psiquiatras que não admitem nada fora da matéria não podem entender uma causa oculta (espiritual), mas quando a academia científica tiver saído da rotina materialista, ela reconhecerá na ação do mundo invisível que nos cerca e no meio do qual vivemos uma força que reage sobre as coisas físicas, tanto quanto sobre as coisas morais. Esse será um novo caminho aberto ao progresso e a chave de uma multidão de fenômenos mal compreendidos do psiquismo humano.
E, óbvio, não descartando a possibilidade da anomalia psicossomática, a Doutrina Espírita faz-nos conhecer outras fontes das misérias humanas, mantidas pela fragilidade moral dos seres. Reconhecemos que o uso dos fármacos antidepressivos estabelece a harmonia química cerebral, melhorando o humor do paciente, no entanto, agem simplesmente sobre os efeitos, uma vez que os medicamentos não curam a obsessão em suas intrínsecas causas, apenas restabelecem o trânsito das mensagens neuroniais, corrigindo o funcionamento neuroquímico do SNC (sistema nervoso central). Sócrates já afirmava que "se os médicos são malsucedidos, tratando da maior parte das moléstias, é que tratam do corpo, sem tratarem da alma”.
Por insinceridade, em nosso tênue esforço para a reforma moral, obstamos as relações equilibradas e equilibrantes conosco e com o próximo. Toda a nossa desarmonia leva a desenvolver sintonias viciosas com outras mentes doentias, seja de desencarnados ou encarnados, o que aguça sobremaneira nosso próprio desarranjo interior, resultando daí as ingentes dificuldades para nos libertarmos das algemas em que nos aguilhoamos ante as garras do mal.
Na intimidade do lar, da família ou do Centro Espírita, do ambiente de trabalho profissional, adversários ferrenhos do pretérito se reencontram. Convocados pelos Benfeitores do Além ao reajuste, raramente conseguem superar a aversão de que se veem possuídos uns à frente dos outros, e (re)alimentam com paixão, no imo de si mesmos, os raios tóxicos da antipatia que, concentrados, se transformam em pontiagudos dardos magnéticos, suscetíveis de provocar a enfermidade e a própria morte.
A obsessão espiritual é sintonia ou troca de vibrações afins. Kardec define obsessão como a ação persistente que um Espírito inferior exerce sobre um indivíduo, apresentando caracteres variados que vão desde a simples influência moral, sem sinais exteriores perceptíveis, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. A obsessão é o encontro de forças inferiores retratando-se entre si.
As múltiplas facetas da obsessão
Há quadros de obsessões explodindo por todos os lados em todos os níveis, quais sejam de desencarnados sobre encarnados e vice-versa; de encarnados sobre encarnados, bem como de desencarnados sobre desencarnados.
Nosso mundo mental rege a vida que nos é peculiar em todas as suas dimensões, contudo, nos encontramos ainda no início do entendimento das implicações da força mental, do significado e abrangência das construções mentais na vida. Os obsessores são hábeis e inteligentes, perfeitos estrategistas que planejam cada passo e acompanham as presas por algum tempo, observando suas tendências, seus relacionamentos, seus ideais. Identificam seus pontos vulneráveis (quase sempre ligados ao descaminhamento sexual) e os exploram pertinazes.
O pensamento exterioriza-se e projeta-se, formando imagens e sugestões que arremessa sobre os objetivos que se propõe atingir. Quando bom e edificante, ajusta-se às Leis que nos regem, criando harmonia e felicidade, todavia, quando desequilibrado e deprimente, estabelece aflição e ruína. A química mental vive na base de todas as transformações, porque realmente evoluímos em profunda comunhão telepática com todos aqueles encarnados ou desencarnados que se afinam conosco.
Nosso universo mental é como um céu, mas do firmamento descem raios de sol e chuvas benéficas para a vida planetária, assim como, no instante do atrito de elementos atmosféricos, desse mesmo céu procedem faíscas elétricas destruidoras. Da mesma forma funciona a mente humana. Dela se originam as forças equilibrantes e restauradoras para os trilhões de células do organismo físico, mas, quando perturbada, emite raios magnéticos de elevado teor destrutivo para a nossa estrutura psíquica.
O mestre lionês redarguiu dos Espíritos, na questão 466 d' O Livro dos Espíritos, por que permite Deus que os obsessores nos induzam ao mal? Os Espíritos responderam: "Os seres imperfeitos são instrumentos destinados a experimentar a fé e a constância dos homens na prática do bem. Como Espírito, deveis progredir na ciência do infinito, razão por que passais pelas provas do mal, a fim de chegardes ao bem. Nossa missão é a de colocar-vos no bom caminho e quando más influências agem sobre vós, é que as atraís, pelo desejo do mal. Os Espíritos inferiores vêm em vosso auxílio no mal, sempre que desejais cometê-lo; e só vos podem ajudar no mal quando quereis o mal. Então, se vos inclinardes para o assassínio, tereis uma nuvem de Espíritos que vos alimentarão esse pendor. Entretanto, tereis outros que procurarão influenciar-vos para o bem. Assim se restabelece o equilíbrio e ficais senhor de vós mesmos”.
Renovação moral como base para a desobsessão espiritual
O venerável Codificador, em O Livro dos Médiuns, afirma que as imperfeições morais dão acesso aos obsessores e o meio mais seguro de nos livrarmos deles é atrair os bons Espíritos pela prática do bem. A obsessão é impotente diante de Espíritos redimidos! E o que é um Espírito redimido? É aquele que reconhece as suas limitações e, como enunciado pelo apóstolo Paulo, sente a alegria de saber-se "matriculado na escola do bem”.
Esse desarranjo psicoespiritual deverá ser eliminado da sociedade no instante em que o lídimo exemplo do amor for experimentado e disseminado em todas as direções, consoante Jesus consubstanciou e vivenciou até as agruras da morte, prosseguindo desde tempos apostólicos até os dias atuais.
O Espiritismo, desvendando a intervenção dos Espíritos endurecidos no mal em nossas vidas, lança luzes sobre questões ainda desconsideradas pelas ciências materialistas como de causa psicopatológica.
Muitas vezes procurado pelos obsidiados, o Cristo penetrava psiquicamente nas causas da sua inquietude e, usando de sua autoridade moral, libertava tanto os obsessores quanto os obsidiados, permitindo-lhes o despertar para a vida animada rumo à recuperação e à pacificação da própria consciência. Porém, é muito importante lembrar que Jesus não libertou os obsidiados sem lhes impor a intransferível necessidade de renovação íntima, nem expulsou os perseguidores inconscientes sem fornecer-lhes o endereço de Deus.
Conclusão
Em síntese, identificamos sempre na obsessão (espiritual) o resultado da invigilância e dos desvios morais. Para garantir-nos contra a sua influência urge fortalecer a fé pela renovação mental e pela prática do bem nos moldes dos códigos evangélicos propostos por Jesus Cristo, não nos esquecendo dos divinos conselhos do Vigiai e Orai.
Bibliografia consultada:
Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2001, cap. V, item 25.
Dicionário Aurélio eletrônico; século XXI. Rio de Janeiro, Nova Fronteira e Lexicon Informática, 1999, CD-rom, versão 3.0.
Xavier, Francisco Cândido. Nos Domínios da Mediunidade, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Cap. Dominação Telepática.
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, GB., 2003, perg. 644.
Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns, Rio de Janeiro: Editora FEB, 19987- (Mateus 26:41; Marcos 14:38; Lucas 21:36 e I Pedro 5:8).
Revista Espírita, fevereiro, março e junho de 1864. A jovem obsedada de Marmande.
Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo, Cap. II, Escolho dos Médiuns, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2003.
Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, Resumo da doutrina de Sócrates e de Platão, item XIX, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2001.

CAMPANHA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA



CAMPANHA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

Comissão Oficial contra a legalização da maconha e outras drogas,exceto para fins medicinais devidamente regulamentado a sociedade precisa reagir, junte-se a nós espalhe nosso blog, dê sua opinião do porque devemos lutar contra a legalização da maconha, sua contribuição é muito importante.envie artigos e sigam nosso Blog






Ao contrário de outras drogas, não há casos comprovados de overdose por uso exclusivo de maconha. Com animais, entretanto, há casos registrados na França (década de 40) e em Viamão, Rio Grande do Sul (1995), quando animais morreram depois de ingerir grande quantidade da erva. Os que se batem por sua liberação afirmam que ela nunca matou ninguém. A relação uso-óbito realmente nunca foi confirmada, mas a participação da maconha como co-autora de morte entre usuários é mais do que comprovada. Já que é comparada ao cigarro, uma vez fumada, há como imaginar que tanto quanto o tabaco provoque, no mínimo, os mesmos malefícios. Liberar o uso da maconha seria aumentar a maré de mortes por câncer, enfisema e edema pulmonar, bronquite, pneumonia, hipertensão arterial, infarto. Como diminui os reflexos e debilita a atenção, acidentes de automóveis são mais comuns entre os usuários de maconha. Um levantamento feito no Canadá pelo Dr. Sterling Smith (*) mostrou que, entre os motoristas envolvidos em acidentes fatais, 16% deles haviam fumado maconha antes do evento.
Em defesa da Cannabis, pode-se dizer que seu uso exclusivo não leva seu usuário a cometer atos violentos, como é tão comum com o álcool, o crack e a cocaína. Ao que parece, ela não modifica a personalidade de quem a usa, apenas a potencializa. “A maconha é uma droga idiotizante”, afirma o Dr. Pablo Miguel Roig, psiquiatra do Instituto Greenwood, clínica de recuperação de São Paulo. “A psicose canábica é um quadro psiquiátrico muito grave, que se parece com a esquizofrenia paranóide, provocada pelo efeito narcotizante da maconha”, explica. O que não se sabe é se ela detona uma psicose preexistente ou se provoca esse tipo de psicose. O Dr. Murad afirma em seu livro que “cada vez mais as pesquisas indicam que o uso da maconha é a causa e não a conseqüência desses distúrbios psicológicos”. Só para ilustrar, no século XIX, o poeta Baudelaire escreveu o seguinte sobre a droga em seu livro “Paraíso Artificial”: “O cérebro e o organismo sobre os quais opera o haxixe oferecerão apenas seus fenômenos comuns; aumentados, é verdade, mas sempre fiéis às suas origens”.
Nunca matou ninguém comprovadamente e não leva seus usuários a atos violentos. Certo. E quanto ao suicídio? É sabido que usuário de drogas, sejam elas quais forem, estão muito mais propensos a dar cabo da própria vida do que outras pessoas. Se foge da realidade por meio da droga, pode chegar um dia que nem ela esteja mais proporcionando isso. E é aí que a droga tornar-se um bilhete sem volta. O suicídio é a segunda causa de morte entre os jovens de 15 a 18 anos nos EUA, de acordo com o Dr. Murad. Em seu livro, ele afirma que um relatório americano concluiu que adolescentes daquele país constituem o único grupo etário cuja mortalidade subiu nas duas últimas décadas. “A razão principal disso”, continua, “é a deficiência para dirigir, provocada por álcool e outros drogas, e o suicídio relacionado com o uso de drogas”. O suicídio entre os adolescentes americanos triplicou nas duas últimas décadas, o que coincide com a epidemia de uso de drogas, principalmente a maconha.
Postado por MACONHA NÃO às 12:05










A psiquiatra mexicana Nora Volkow. 54 anos, é uma das mais importantes pesquisadoras sobre drogas no mundo. Quando, po¬rém, o assunto são os danos neurobiológicos que essas substâncias causam. Nora pode ser considerada a número 1-Há quinze dias, um cartunista brasileiro e seu filho foram mortos por um jovem com sintomas de esquizofrenia e que usava constantemente maconha e dime-tittriptamina (DMT), na forma de um chá conhecido como Santo Daime. Que efei¬tos essas drogas têm sobre um cérebro esquizofrênico? Portadores de esquizofrenia têm propensão à paranóia, e tanto a maconha quanto a DMT (presente no chá do Santo Daime) agravam esse sintoma, além de aumentar a profundidade e a frequência das alucinações. Drogas que produzem psicoses por si próprias, como metanfetamina, maconha e LSD, podem piorar a doença mental de uma forma abrupta e veloz. Que efeitos essas drogas produzem em um cérebro saudável? E a maconha? Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo da maconha, o tetraidrocanabinol (THC), eles deixam de produzir seus próprios canabinoides naturais (associados ao controle do apetite, memória e humor). Isso causa desde aumento da ansiedade até perda de memória e depressão. Claro que há pessoas que fumam maconha diariamente por toda a vida sem que sofram consequências negativas, assim como há quem fume cigarros até os 100 anos de idade e não desenvolva câncer de pulmão. Mas até agora não temos como saber quem é tolerante à droga e quem não é. Então, a maconha é, sim. perigosa.A senhora concorda que ela seja a porta de entrada para outras drogas? Se você olhar os dados, verá que a maior parte dos usuários de cocaína começou com a maconha. Mas. ao olharmos os dados de quem fuma maconha, veremos que essas pessoas geralmente começaram com cigarros ou álcool. Qual seria a verdadeira droga de entrada, então? Uma das leituras sobre essa questão é que. durante a adolescência, as pessoas bebem e fumam cigarros porque esses produtos estão disponíveis e são legais e. quando crescem, elas se tornam propensas a usar drogas mais pesadas. Uma leitura alternativa é que a exposição à nicotina e ao álcool na juventude faz com que as pessoas fiquem mais vulneráveis aos efeitos de outras drogas. Para mim. essa é a hipótese correta. A exposição precoce às drogas muda a sensibilidade do sistema de recompensa do cérebro. Como esse sistema se torna menos sensível, os dependentes químicos buscam uma compensação nas drogas.Em alguém que nao tenha esquizofrenia, os efeitos relacionados com a ansiedade e com a paranóia serão, provavelmente, mais moderados. Não é incomum. porém, que pessoas saudáveis, mas com suscetibilidade maior a tais substâncias, possam vir a desenvolver psicoses.Estudos conduzidos pela senhora nos anos 80 provaram que a cocaína tinha, sim, a capacidade de viciar o usuário e de causar danos permanentes ao cérebro. Até então, ela era considerada uma droga relativamente "segura". Existe alguma droga que seja segura no que diz respeito à capacidade de viciar e de causar danos à saúde? Não existe droga segura, a não ser a cafeína. Como ela é estimulante e produz efeitos farmacológicos nos receptores de adenosina, é, sim. uma droga. Mas não há evidências de que vicie nem de que seja tóxica Está em curso no Brasil uma campanha para descríminalizar a maconha. A senhora concorda com isso? Não concordo porque, ao descríminalizar a maconha, você estará contribuindo para que mais gente a consuma. Ha quem Dão fume por medo da repercussão negativa que a atitude pode provocar e descriminalizá-la significa dizer: "Se você fumar. está tudo bem.Bebo de vez em quando um copo de vinho e experimentei cigarros quando era adolescente. Nunca usei cocaína, maconha nem outro tipo de droga ilícita. Amo meu cérebro e nunca pensei em estragá-lo.O Efeito das drogas espiritualmente desperta a Mediunidade temporária (provocada, induzida)Eventualmente, a mediunidade pode ser induzida ou despertada por Espíritos, ou pelo uso de certas drogas, ou até pelo impacto de emoções muito fortes. se for produzida por Espíritos superiores, a finalidade certamente será nobre; se Espíritos imperfeitos se associam a alguém para dar-lhe essa condição, as conseqüências, em geral, serão desastrosas.


VOCE NÃO PRECISA USAR MACONHA PARA SER FELIZ, voce não esta aqui na terra de ferias para curtir a vida de todas as maneiras , e voce esta apenas sendo alertado, quer ouvir? Não quer? então continue e arque com as consequencias futuras, mas não venha culpar Deus que não te ajuda, pois tenho depoimento que recebi de um maconheiro que ficou com esquizofrenia e culpava Deus por isso. quer ler o texto dele?



Postagens

MINHAS OBRAS " ÓLEO SOBRE TELA"

MINHAS OBRAS " ÓLEO SOBRE TELA"
Será um grande prazer recebê-lo (a) em minha Cominidade

Postagens populares

AÇÃO E REAÇÃO - ÁUDIO BOOK - ANDRÉ LUIS

Powered By Blogger

INSTITUTO ANDRÉ LUIIZ- SITE ESPÍRITA

INSTITUTO ANDRÉ LUIIZ- SITE ESPÍRITA
CLIQUE NA IMAGEM E VEJA

MEU BADGE DA REDE AMIGO ESPÍRITA

MEU BADGE DO ANJO DE LUZ

MY BADGE DE KARDEK ON LINE

MEU BADGE DA REDE PORTAL DOS ANJOS E ESTRELAS DO AVALON

AUDIOBOOKS - FREE

Blog Ebooks Grátis

TOPO DE PÁGINA

Pegue este efeito no Site Tony Gifs Javas

PLACA

GOOGLE TRADUTOR

OUÇA A RÁDIO BOA NOVA AO VIVO

OUÇA A RÁDIO BOA NOVA AO VIVO
CLIQUE NA IMAGEM

Atalho do Facebook

VEJA MEU OUTRO SITE, CLIQUE NA IMAGEM

VEJA MEU OUTRO SITE,  CLIQUE NA IMAGEM
NAS ASAS DA NOVA ERA

ÁUDIO BOOK - ROMANCES - DRAMATIZAÇÃO

"Nosso Lar" retrata as condições da vida além-túmulo, objetivando comprovar a eternidade do Espírito, o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Em 50 capítulos, analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual; culto familiar; lei de causa-e-efeito; música; remuneração de serviço; e zonas inferiores. Narra experiência pessoal, destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se, aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. "Fonte da sinopse-www.cveed.org.br"
Minisérie Nosso Lar, uma adaptação para radionovela.
Produção LBV, direitos autorais FEB.
Capítulos
Narrativa de O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação às diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente nesta versão em áudio) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
A versão original desta obra (em áudio) é composta de onze Cds, cada CD contem várias faixas.
Para facilitar o acesso e reduzir o número de arquivos decidimos então agrupar todas elas em um único arquivo,totalizando apenas onze.
Capítulos
Que são dois milênios no relógio da Eternidade? A humildade do Espírito Emmanuel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve designação para alto cargo na Palestina, na época em que Jesus transmitia à Humanidade Seus ensinamentos imortais. Nesse livro mediúnico, o leitor sentir-se-á participante da História do Cristianismo no século I, do cotidiano das arrogantes e preconceituosas famílias patrícias, em contraponto com a simplicidade fraterna dos primeiros seguidores de Jesus e do comovente encontro entre o Cristo de Deus e o altivo representante de César. Pontuada por sofrimento e alegria, fortuna, esplendor e miséria, arrogância, abuso de poder e escravidão, resignada ou revoltada, seqüestros, raptos, vinganças, ciúmes, ódios, calúnias, crueldade e benevolência, brandura e perdão, temos a história do Senador Públio Lentulus, de sua filha e de sua amorosa esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos do Mestre Jesus. As anotações íntimas e depoimentos do Autor - Emmanuel - testemunham a necessidade, também no plano invisível, de esforço, paciência e fé raciocinada para lutar, resgatando nossas faltas passadas, a caminho da redenção
Capítulos

Arquivo do blog

PROGRAMA TRANSIÇÃO

PROGRAMA TRANSIÇÃO

PROGRAMA TRANSIÇÃO

QUER ASSISTIR AO PROGRAMA TRANSIÇÃO, CLIQUE ABAIXO
O PRÓPRIO LINK TRAZ O TEMA ABORDADO, ALÉM DO PALESTRANTE